Ao comentar a possível candidatura presidencial de Flávio, Carlos afirmou que o senador abriu mão de “uma situação confortável no Rio de Janeiro”. “Você saiu da sua zona de conforto, uma eleição fácil no Rio de Janeiro, e se colocou numa situação parecida com a do meu pai”, declarou.
O vereador também afirmou que o irmão conhece os erros cometidos por Jair Bolsonaro e que tentará não repeti-los. “Ele sabe exatamente os pontos em que meu pai errou. E ele não vai cometer esses pequenos erros”, disse.
Durante a fala, Carlos citou ainda Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos desde 2025 e perdeu o mandato após faltar às sessões da Câmara dos Deputados. Em tom emocionado, afirmou que o irmão “talvez nunca mais volte para o Brasil”.
Carlos também disse que a família ajudou a “construir um movimento de direita” no país ao longo de 26 anos de vida pública e afirmou que novas lideranças conservadoras continuarão surgindo. “A gente ajudou a construir um movimento de direita nesse país”, afirmou.
Senado
O PL lançou Carlos como pré-candidato ao Senado por Santa Catarina nas eleições 2026. A pré-candidatura do “filho 02” do ex-presidente Jair Bolsonaro foi confirmada em evento do partido na tarde de sábado.
A programação com presença de partidários reuniu lideranças locais e nacionais, incluindo Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência da República. Além de Carlos, o partido confirmou também ao Senado a deputada federal Caroline de Toni.
No momento, todos eles são considerados pré-candidatos porque a oficialização só vai acontecer em agosto, após as convenções partidárias e o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Imbróglio
A confirmação dos nomes de Carlos Bolsonaro e Carol de Toni apazigua a crise interna da legenda dos últimos meses, onde o nome do ex-vereador por nove mandatos pelo Rio de Janeiro não era unanimidade para concorrer por Santa Catarina e desagradou lideranças locais.
No fim de 2025, Carlos, de 43 anos, mudou o domicílio eleitoral da capital carioca para São José, quarta cidade mais populosa de Santa Catarina e que faz limite terrestre com Florianópolis.
Quando anunciou a pré-candidatura, o filho do ex-presidente também confirmou Carol como pré-candidata pelo partido. Porém, visando uma coligação, o PL Nacional pretendia se unir ao Progressistas para lançar Esperidião Amin, que busca a reeleição, como o outro nome da chapa.
O imbróglio seguiu maior ainda porque Carol contava apoio dos bolsonaristas de Santa Catarina e com manifestações de lideranças nacionais, como a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e a deputada estadual Ana Campagnolo, a mais votada em 2022.
No fim de 2025, Campagnolo chegou a declarar publicamente que a escolha por Carlos “lança fora, tanto do partido quanto da coligação, Caroline De Toni, o quadro mais preparado e bem posicionado entre os nossos atuais representantes eleitos”. A deputada federal chegou a receber convites de outros partidos para deixar a legenda com objetivo de manter a candidatura ao Senado. (Com informações do portal ND+ e do portal de notícias g1)
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“Não cometer os erros do pai”: Carlos Bolsonaro chora e cita irmãos durante discurso em Santa Catarina
Ao comentar a possível candidatura presidencial de Flávio, Carlos afirmou que o senador abriu mão de “uma situação confortável no Rio de Janeiro”. “Você saiu da sua zona de conforto, uma eleição fácil no Rio de Janeiro, e se colocou numa situação parecida com a do meu pai”, declarou.
O vereador também afirmou que o irmão conhece os erros cometidos por Jair Bolsonaro e que tentará não repeti-los. “Ele sabe exatamente os pontos em que meu pai errou. E ele não vai cometer esses pequenos erros”, disse.
Durante a fala, Carlos citou ainda Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos desde 2025 e perdeu o mandato após faltar às sessões da Câmara dos Deputados. Em tom emocionado, afirmou que o irmão “talvez nunca mais volte para o Brasil”.
Carlos também disse que a família ajudou a “construir um movimento de direita” no país ao longo de 26 anos de vida pública e afirmou que novas lideranças conservadoras continuarão surgindo. “A gente ajudou a construir um movimento de direita nesse país”, afirmou.
Senado
O PL lançou Carlos como pré-candidato ao Senado por Santa Catarina nas eleições 2026. A pré-candidatura do “filho 02” do ex-presidente Jair Bolsonaro foi confirmada em evento do partido na tarde de sábado.
A programação com presença de partidários reuniu lideranças locais e nacionais, incluindo Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência da República. Além de Carlos, o partido confirmou também ao Senado a deputada federal Caroline de Toni.
No momento, todos eles são considerados pré-candidatos porque a oficialização só vai acontecer em agosto, após as convenções partidárias e o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Imbróglio
A confirmação dos nomes de Carlos Bolsonaro e Carol de Toni apazigua a crise interna da legenda dos últimos meses, onde o nome do ex-vereador por nove mandatos pelo Rio de Janeiro não era unanimidade para concorrer por Santa Catarina e desagradou lideranças locais.
No fim de 2025, Carlos, de 43 anos, mudou o domicílio eleitoral da capital carioca para São José, quarta cidade mais populosa de Santa Catarina e que faz limite terrestre com Florianópolis.
Quando anunciou a pré-candidatura, o filho do ex-presidente também confirmou Carol como pré-candidata pelo partido. Porém, visando uma coligação, o PL Nacional pretendia se unir ao Progressistas para lançar Esperidião Amin, que busca a reeleição, como o outro nome da chapa.
O imbróglio seguiu maior ainda porque Carol contava apoio dos bolsonaristas de Santa Catarina e com manifestações de lideranças nacionais, como a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e a deputada estadual Ana Campagnolo, a mais votada em 2022.
No fim de 2025, Campagnolo chegou a declarar publicamente que a escolha por Carlos “lança fora, tanto do partido quanto da coligação, Caroline De Toni, o quadro mais preparado e bem posicionado entre os nossos atuais representantes eleitos”. A deputada federal chegou a receber convites de outros partidos para deixar a legenda com objetivo de manter a candidatura ao Senado. (Com informações do portal ND+ e do portal de notícias g1)
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