Roberto Brant costuma tecer críticas ao governo do presidente Lula e se posiciona contra a polarização política no País. (Foto: Reprodução/YouTube)
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato à Presidência da República, escolheu o ex-ministro Roberto Brant para trabalhar na construção de seu plano de governo na corrida ao Palácio do Planalto. Brant também foi deputado federal por 20 anos, entre 1987 e 2007.
“Ele (Brant) vai ser o coordenador dos vários temas que compõem a construção do Plano de Governo. Tem indiscutível preparo e capacidade intelectual”, afirmou Caiado.
O político foi ministro do governo de Fernando Henrique Cardoso na pasta da Previdência e Assistência Social. Ele assumiu o cargo em março 2001 e permaneceu nele por 1 ano. Brant foi eleito primeiro pelo PMDB, e passou pelos antigos partidos PRS, PTB e PFL, além do PSDB.
Atualmente, o ex-deputado é articulista no jornal Estado de Minas. Em seus textos, costuma criticar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), especialmente em relação à expansão das despesas públicas e ao aumento de impostos.
Ao mesmo tempo, Brant também defende que a polarização e as “ideologias” distintas fazem com que não seja possível chegar a um consenso na resolução de problemas políticos. No fim do ano passado, ele chegou a afirmar que, se a disputa entre bolsonaristas e petistas se repetir, será “uma grande frustração para uma parte importante dos brasileiros”.
Dentre as atuações de sua carreira política, Brant integrou a Assembleia Nacional Constituinte, em 1987, e também foi Secretário da Fazenda do Estado de Minas Gerais entre março de 1991 e março de 1994.
Articulações
O pensamento conversa com o que Caiado vem defendendo publicamente. No lançamento de sua pré-candidatura, ele avaliou que o Brasil “não suporta mais” viver no ambiente polarizado, o que poderia ser superado caso alcance a Presidência. Na ocasião, ele criticou o PT, mas também ressaltou a “falta de experiência” do senador Flávio Bolsonaro, escolhido como o presidenciável do PL.
O mesmo discurso também foi adotado por Gilberto Kassab, presidente do PSD, que define Caiado como uma “alternativa” – e rejeita a definição de “terceira via” –, além de também já ter mencionado a inexperiência do filho de Jair Bolsonaro (PL) em cargos no Executivo.
Além de ter escolhido Brant, Caiado tem intensificado suas articulações de pré-campanha. Devido à localização estratégica, ele se mudou para São Paulo, e também tem demonstrado interesse em angariar o apoio do segmento evangélico. A ofensiva conta com o pastor e deputado Otoni de Paula (PSD-RJ) como principal articulador da campanha com igrejas e lideranças religiosas. Na terça-feira (21), Caiado participou de uma conferência da Igreja Fonte da Vida, na Zona Leste da capital paulista.
Já em relação à formação de sua chapa, Caiado tem defendido que Kassab ocupe a vaga de vice-presidente. Durante agenda em Guaratinguetá, no interior de São Paulo, na noite deste domingo, Caiado afirmou que o “cenário ideal” inclui o aliado na disputa.
“Era perfeito, completo em tudo. Maior articulador. Já tenho o seu apoio. Pode ter certeza, isso daí fecharia com chave de ouro”, afirmou. (Com informações do jornal O Globo)
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Presidenciável Ronaldo Caiado escolhe ex-ministro de FHC Roberto Brant para formular plano de governo
Roberto Brant costuma tecer críticas ao governo do presidente Lula e se posiciona contra a polarização política no País. (Foto: Reprodução/YouTube)
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), pré-candidato à Presidência da República, escolheu o ex-ministro Roberto Brant para trabalhar na construção de seu plano de governo na corrida ao Palácio do Planalto. Brant também foi deputado federal por 20 anos, entre 1987 e 2007.
“Ele (Brant) vai ser o coordenador dos vários temas que compõem a construção do Plano de Governo. Tem indiscutível preparo e capacidade intelectual”, afirmou Caiado.
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Atualmente, o ex-deputado é articulista no jornal Estado de Minas. Em seus textos, costuma criticar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), especialmente em relação à expansão das despesas públicas e ao aumento de impostos.
Ao mesmo tempo, Brant também defende que a polarização e as “ideologias” distintas fazem com que não seja possível chegar a um consenso na resolução de problemas políticos. No fim do ano passado, ele chegou a afirmar que, se a disputa entre bolsonaristas e petistas se repetir, será “uma grande frustração para uma parte importante dos brasileiros”.
Dentre as atuações de sua carreira política, Brant integrou a Assembleia Nacional Constituinte, em 1987, e também foi Secretário da Fazenda do Estado de Minas Gerais entre março de 1991 e março de 1994.
Articulações
O pensamento conversa com o que Caiado vem defendendo publicamente. No lançamento de sua pré-candidatura, ele avaliou que o Brasil “não suporta mais” viver no ambiente polarizado, o que poderia ser superado caso alcance a Presidência. Na ocasião, ele criticou o PT, mas também ressaltou a “falta de experiência” do senador Flávio Bolsonaro, escolhido como o presidenciável do PL.
O mesmo discurso também foi adotado por Gilberto Kassab, presidente do PSD, que define Caiado como uma “alternativa” – e rejeita a definição de “terceira via” –, além de também já ter mencionado a inexperiência do filho de Jair Bolsonaro (PL) em cargos no Executivo.
Além de ter escolhido Brant, Caiado tem intensificado suas articulações de pré-campanha. Devido à localização estratégica, ele se mudou para São Paulo, e também tem demonstrado interesse em angariar o apoio do segmento evangélico. A ofensiva conta com o pastor e deputado Otoni de Paula (PSD-RJ) como principal articulador da campanha com igrejas e lideranças religiosas. Na terça-feira (21), Caiado participou de uma conferência da Igreja Fonte da Vida, na Zona Leste da capital paulista.
Já em relação à formação de sua chapa, Caiado tem defendido que Kassab ocupe a vaga de vice-presidente. Durante agenda em Guaratinguetá, no interior de São Paulo, na noite deste domingo, Caiado afirmou que o “cenário ideal” inclui o aliado na disputa.
“Era perfeito, completo em tudo. Maior articulador. Já tenho o seu apoio. Pode ter certeza, isso daí fecharia com chave de ouro”, afirmou. (Com informações do jornal O Globo)
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