“O importante é a gente estar junto para derrotar o PT”, declarou o senador. (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, afirmou na quarta-feira (3), ter pedido união aos também presidenciáveis Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) durante um encontro entre eles na terça (2), em um evento em Minas Gerais. Segundo Flávio, a conversa foi “amistosa”.
“Sempre tive uma conversa muito franca e direta com eles. Com o Zema, nós sempre conversamos dessa forma, o importante é a gente estar junto para derrotar o PT. O Zema, o Caiado e eu, nós três, temos uma grande responsabilidade de estarmos unidos contra o PT”, disse o senador em entrevista ao jornal O Tempo, em Minas Gerais.
Flávio disse se dar bem com Zema e que pediu ao ex-governador mineiro para virar a página. “Falei: ‘Zema, vamos olhar para frente, cara. Faz o que o seu coração mandar com relação a mim, não faz o que o marqueteiro mandar, não, porque você tem que esclarecer o povo mineiro, o povo brasileiro, o perigo do Lula. Nós três aqui, independentes, como vai ser essa campanha, a gente tem que estar focado em resgatar (o Brasil)’”, afirmou Flávio.
O senador reafirmou, porém, considerar que Zema se precipitou ao lançar um vídeo criticando suas conversas com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro: “Continuo achando que ele foi um pouco precipitado, porque, ele não pode colocar essa disputa entre quem vai ser o candidato que irá para o segundo turno à frente do interesse do povo brasileiro”, disse, sem citar os diálogos com o banqueiro.
O senador voltou a defender que os três estejam juntos em um eventual segundo turno e disse não saber se haverá uma união ainda para o primeiro turno, porque não tem “controle” sobre os adversários.
Flávio sinalizou ver dificuldade de construir uma chapa ao governo de Minas Gerais com o atual governador, Mateus Simões (PSD). “Ele está num grupo político que praticamente inviabilizou que houvesse alguma composição com o PL. Ele está no PSD. O PSD tem um candidato à Presidência, que é o Caiado. Matheus Simões é do grupo político do Zema, que também é candidato à Presidência da República. A gente está neste momento raciocinando”, disse.
Indicação
Flávio disse ter votado contra a indicação feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de Jorge Messias para o STF. Afirmou acreditar que Messias será novamente rejeitado pelo Senado, caso seu nome seja reenviado. “Não sei o que passa na cabeça do Lula, qual é a intenção dele. Acredito que ele já foi reprovado uma vez, vai ser reprovado de novo”, falou. (Com informações de O Estado de S. Paulo)
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“O Zema, o Caiado e eu, nós três, temos uma grande responsabilidade de estarmos unidos contra o PT”, diz Flávio Bolsonaro
“O importante é a gente estar junto para derrotar o PT”, declarou o senador. (Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado)
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, afirmou na quarta-feira (3), ter pedido união aos também presidenciáveis Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) durante um encontro entre eles na terça (2), em um evento em Minas Gerais. Segundo Flávio, a conversa foi “amistosa”.
“Sempre tive uma conversa muito franca e direta com eles. Com o Zema, nós sempre conversamos dessa forma, o importante é a gente estar junto para derrotar o PT. O Zema, o Caiado e eu, nós três, temos uma grande responsabilidade de estarmos unidos contra o PT”, disse o senador em entrevista ao jornal O Tempo, em Minas Gerais.
Flávio disse se dar bem com Zema e que pediu ao ex-governador mineiro para virar a página. “Falei: ‘Zema, vamos olhar para frente, cara. Faz o que o seu coração mandar com relação a mim, não faz o que o marqueteiro mandar, não, porque você tem que esclarecer o povo mineiro, o povo brasileiro, o perigo do Lula. Nós três aqui, independentes, como vai ser essa campanha, a gente tem que estar focado em resgatar (o Brasil)’”, afirmou Flávio.
O senador reafirmou, porém, considerar que Zema se precipitou ao lançar um vídeo criticando suas conversas com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro: “Continuo achando que ele foi um pouco precipitado, porque, ele não pode colocar essa disputa entre quem vai ser o candidato que irá para o segundo turno à frente do interesse do povo brasileiro”, disse, sem citar os diálogos com o banqueiro.
O senador voltou a defender que os três estejam juntos em um eventual segundo turno e disse não saber se haverá uma união ainda para o primeiro turno, porque não tem “controle” sobre os adversários.
Flávio sinalizou ver dificuldade de construir uma chapa ao governo de Minas Gerais com o atual governador, Mateus Simões (PSD). “Ele está num grupo político que praticamente inviabilizou que houvesse alguma composição com o PL. Ele está no PSD. O PSD tem um candidato à Presidência, que é o Caiado. Matheus Simões é do grupo político do Zema, que também é candidato à Presidência da República. A gente está neste momento raciocinando”, disse.
Indicação
Flávio disse ter votado contra a indicação feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de Jorge Messias para o STF. Afirmou acreditar que Messias será novamente rejeitado pelo Senado, caso seu nome seja reenviado. “Não sei o que passa na cabeça do Lula, qual é a intenção dele. Acredito que ele já foi reprovado uma vez, vai ser reprovado de novo”, falou. (Com informações de O Estado de S. Paulo)
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