Estrategistas apostam em perfil antissistema, reforço de biografias e presença digital para ampliar alcance dos candidatos. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Com a troca no comando da comunicação da campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), os principais nomes da corrida presidencial de 2026 se estabelecem na pré-campanha com a definição de seus marqueteiros, que apostam em modelos distintos para disputar a atenção do eleitorado. Entre o reforço da imagem de gestores, o discurso de outsiders e a ampliação da presença digital, os estrategistas terão o desafio de adaptar campanhas tradicionais a uma disputa marcada pela polarização e pela influência crescente das redes sociais.
A mais recente definição aconteceu na campanha de Flávio, com o desembarque de Marcello Lopes, conhecido como Marcellão, amigo íntimo do senador, e a entrada do publicitário Eduardo Fischer. A mudança ocorreu em meio a críticas sobre a contenção da crise criada pela descoberta da relação entre o parlamentar e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A repercussão do caso gerou a queda nas intenções de voto no senador na última pesquisa Datafolha, divulgada na sexta-feira (22) – no primeiro turno, ele foi de 35% para 31%; e no segundo turno registrou 43% ante os 47% do presidente Lula (PT).
Veja a seguir as estratégias para os presidenciáveis:
* Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
A campanha pela reeleição de Lula é coordenada por Sidônio Palmeira, que tem apostado nos programas do governo para a recuperação da popularidade do presidente, como o Desenrola 2.0 e o crédito para trabalhadores por aplicativo. Lula também conta com os aparatos criados pelo PT para mobilizar a militância.
* Flávio Bolsonaro (PL)
Em meio à crise provocada pela revelação da relação entre Flávio e Daniel Vorcaro, a campanha mudou de chefia na área da comunicação. O posto foi deixado por Marcello Lopes, considerado amigo do senador, e assumido pelo publicitário Eduardo Fischer, conhecido por sua atuação na publicidade privada.
* Ronaldo Caiado (PSD)
Assumida pelo publicitário Paulo Vasconcelos, a campanha tem focado nas aparições públicas do ex-governador de Goiás e pretende investir no uso do tempo de TV disponível para o PSD. Em tom menos combativo em relação aos adversários, o goiano tem sido orientado a divulgar seu “currículo”.
* Romeu Zema (Novo)
Sob a direção do marqueteiro Renato Pereira, a campanha busca a construção da imagem de outsider do ex-governador, apostando no discurso contrário aos “intocáveis” a partir dos conteúdos publicados nas redes sociais. Zema também partiu para o enfrentamento contra Flávio no caso Master. (Com informações do jornal O Globo)
O filho do ex-presidente deixou o Brasil alegando estar sendo perseguido pela Justiça. (Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados) O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) foi formalmente citado nessa segunda-feira (16) no processo administrativo aberto pela Polícia Federal (PF) que apura possível abandono do cargo de escrivão na delegacia da corporação em Angra dos Reis (RJ). …
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Eleições 2026: conheça as estratégias de campanha para os presidenciáveis
Estrategistas apostam em perfil antissistema, reforço de biografias e presença digital para ampliar alcance dos candidatos. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Com a troca no comando da comunicação da campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), os principais nomes da corrida presidencial de 2026 se estabelecem na pré-campanha com a definição de seus marqueteiros, que apostam em modelos distintos para disputar a atenção do eleitorado. Entre o reforço da imagem de gestores, o discurso de outsiders e a ampliação da presença digital, os estrategistas terão o desafio de adaptar campanhas tradicionais a uma disputa marcada pela polarização e pela influência crescente das redes sociais.
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Veja a seguir as estratégias para os presidenciáveis:
* Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
A campanha pela reeleição de Lula é coordenada por Sidônio Palmeira, que tem apostado nos programas do governo para a recuperação da popularidade do presidente, como o Desenrola 2.0 e o crédito para trabalhadores por aplicativo. Lula também conta com os aparatos criados pelo PT para mobilizar a militância.
* Flávio Bolsonaro (PL)
Em meio à crise provocada pela revelação da relação entre Flávio e Daniel Vorcaro, a campanha mudou de chefia na área da comunicação. O posto foi deixado por Marcello Lopes, considerado amigo do senador, e assumido pelo publicitário Eduardo Fischer, conhecido por sua atuação na publicidade privada.
* Ronaldo Caiado (PSD)
Assumida pelo publicitário Paulo Vasconcelos, a campanha tem focado nas aparições públicas do ex-governador de Goiás e pretende investir no uso do tempo de TV disponível para o PSD. Em tom menos combativo em relação aos adversários, o goiano tem sido orientado a divulgar seu “currículo”.
* Romeu Zema (Novo)
Sob a direção do marqueteiro Renato Pereira, a campanha busca a construção da imagem de outsider do ex-governador, apostando no discurso contrário aos “intocáveis” a partir dos conteúdos publicados nas redes sociais. Zema também partiu para o enfrentamento contra Flávio no caso Master. (Com informações do jornal O Globo)
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