Vereador do Rio é crítico do acordo de delação do ex-ajudante de ordens da Presidência no governo de Jair Bolsonaro.
Foto: Guilherme Nery/CMRJ
Vereador do Rio é crítico do acordo de delação do ex-ajudante de ordens da Presidência no governo de Jair Bolsonaro. (Foto: Guilherme Nery/CMRJ)
Um dia depois da condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a 27 anos e três meses de prisão, o vereador do Rio Carlos Bolsonaro (PL) voltou suas críticas para Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da Presidência, delator no caso .
Nesta sexta-feira (12), Carlos publicou em tom de ironia: “Parabéns pelo que fez na história brasileira, Mauro Cid!”. A mensagem foi fixada em seu perfil oficial no X (antigo Twitter).
Cid, como Bolsonaro e outros seis réus, integrou o “núcleo crucial” ou “central” da tentativa de golpe de Estado. Apesar de ter sido condenado pelos cinco crimes imputados pela Procuradoria-Geral da República (PGR), o ex-ajudante recebeu a pena mais branda entre os réus devido ao acordo de delação: dois anos em regime aberto. Na delação, o militar revelou detalhes de encontros, documentos e estratégias que indicaram esforços de Bolsonaro e aliados para impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), então recentemente eleito.
O acordo fez de Cid um alvo de críticas de apoiadores do ex-presidente. Carlos Bolsonaro já havia se posicionado contra o militar em fevereiro, quando foi citado nas declarações por suposto envolvimento no “gabinete do ódio”, focado na disseminação de notícias falsas.
“Cada segundo fica mais claro que o Coronel das Forças Especiais, com ‘curso de bolinhas de gude e peteca’, conhecido como Mauro Cid, não é apenas um pobre coitado que sofria ameaças para delatar. Em suas colocações assinadas, expõe falsas acusações sem provar nada a todo momento”, escreveu o vereador à época.
Irmão de Carlos, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu na quinta-feira, 11, a aprovação de uma anistia com efeito desde o início do inquérito das fake news. “Vamos unir o Parlamento e fazer anistia ampla, geral e irrestrita para todos, incluindo Bolsonaro. Anistia criminal, administrativa, eleitoral”, disse.
Ele também criticou o relator Alexandre de Moraes, que chamou de “psicopata”.
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Foto: Guilherme Nery/CMRJ
Vereador do Rio é crítico do acordo de delação do ex-ajudante de ordens da Presidência no governo de Jair Bolsonaro. (Foto: Guilherme Nery/CMRJ)
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Ele também criticou o relator Alexandre de Moraes, que chamou de “psicopata”.
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2025-09-12
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