Nas investigações, a Polícia Federal apontou citações a Lulinha nas investigações sobre desvios em descontos de aposentados e pensionistas do INSS.(Foto: ABr)
O esquema de fraudes no INSS teve desdobramentos que causaram incômodo em lideranças evangélicas — com direito a bate-boca entre o pastor Silas Malafaia e a senadora e ex-ministra Damares Alves (Republicanos-DF). O pano de fundo de tanta irritação é a presença de um ex-presidente da bancada evangélica da Câmara, cuja família recebeu R$ 1,8 milhão de uma das entidades investigadas pela fraude.
Esse enredo veio à tona com a apuração do repórter do portal O Globo Bernardo Mello, que descobriu as ligações entre o deputado federal Silas Câmara (Republicanos-AM), cuja família lidera a Assembleia de Deus de Belém; e Abraão Lincoln, que dirige a Confederação Brasileira dos Trabalhadores da Pesca (CBPA).
Nas investigações, a Polícia Federal apontou citações a Lulinha nas investigações sobre desvios em descontos de aposentados e pensionistas do INSS. Como mostrou o Estadão em janeiro, há indícios de que o filho do presidente atuou como sócio oculto de Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS, suspeito de ser o principal operador do esquema fraudulento.
A defesa de Lulinha afirma que não teve nenhuma participação nas fraudes do INSS e não cometeu nenhum crime. “Peticionamos ao STF pedindo acesso à suposta quebra de sigilo, informando que forneceremos voluntariamente ao Tribunal os documentos pertinentes”, diz a nota. Com informações dos portais Estadão e O Globo.
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Repórter explica elo entre a fraude no INSS e as brigas na bancada evangélica
Nas investigações, a Polícia Federal apontou citações a Lulinha nas investigações sobre desvios em descontos de aposentados e pensionistas do INSS.(Foto: ABr)
O esquema de fraudes no INSS teve desdobramentos que causaram incômodo em lideranças evangélicas — com direito a bate-boca entre o pastor Silas Malafaia e a senadora e ex-ministra Damares Alves (Republicanos-DF). O pano de fundo de tanta irritação é a presença de um ex-presidente da bancada evangélica da Câmara, cuja família recebeu R$ 1,8 milhão de uma das entidades investigadas pela fraude.
Esse enredo veio à tona com a apuração do repórter do portal O Globo Bernardo Mello, que descobriu as ligações entre o deputado federal Silas Câmara (Republicanos-AM), cuja família lidera a Assembleia de Deus de Belém; e Abraão Lincoln, que dirige a Confederação Brasileira dos Trabalhadores da Pesca (CBPA).
Nas investigações, a Polícia Federal apontou citações a Lulinha nas investigações sobre desvios em descontos de aposentados e pensionistas do INSS. Como mostrou o Estadão em janeiro, há indícios de que o filho do presidente atuou como sócio oculto de Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS, suspeito de ser o principal operador do esquema fraudulento.
A defesa de Lulinha afirma que não teve nenhuma participação nas fraudes do INSS e não cometeu nenhum crime. “Peticionamos ao STF pedindo acesso à suposta quebra de sigilo, informando que forneceremos voluntariamente ao Tribunal os documentos pertinentes”, diz a nota. Com informações dos portais Estadão e O Globo.
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