A declaração de Lula foi dada no primeiro evento público dele após o retorno de uma agenda por países da Europa
Foto: Ricardo Stuckert/ Presidência da República
A declaração de Lula foi dada no primeiro evento público dele após o retorno de uma agenda por países da Europa. (Foto: Ricardo Stuckert/ Presidência da República)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (23) que vai levar um pé de jabuticaba para o presidente norte-americano Donald Trump para acalmá-lo. A relação bilateral entre Brasil e Estados Unidos atravessa um momento de tensão após o retorno de um delegado da Polícia Federal (PF), que colaborava com o governo americano, ao Brasil e a adoção de medidas recíprocas pelo governo brasileiro.
“Agora, quando eu viajar, eu vou tentar levar um pé de jabuticaba para o Xi Jinping, vou tentar levar um para o Trump para acalmar ele. Dizer para ele que jabuticaba é calmante. Levar maracujá. Por que sabe o que acontece? O Brasil tem um potencial extraordinário, mas, muitas vezes, nós não sabemos aproveitar”, afirmou.
A declaração de Lula foi dada no primeiro evento público dele após o retorno de uma agenda por países da Europa. O presidente participou da Feira Brasil na Mesa, realizada pela Embrapa, em Planaltina, no Distrito Federal. Na ocasião, o presidente falava sobre o potencial frutífero do Brasil, da importância da catalogação dos exemplares, de compartilhar esse potencial internamente e não apenas com o mundo.
“Nós, brasileiros, ficamos muito preocupados em exportar os nossos produtos, mas muitas vezes a gente esquece que a gente tem um mercado extraordinário no país. Ou seja, um estado como São Paulo é muito maior que muitos países na Europa (…). Nós temos um mercado com uma classe média muito diversa, que pode consumir tudo aquilo que a gente pensa em vender para os europeus, para os chineses, para os americanos”, argumentou.
“O que acontece é que, muitas vezes, nós não fazemos propaganda daquilo que a gente produz. Às vezes, a gente esconde aquilo que a gente tem”, emendou.
Em outro momento da sua fala, Lula mencionou que, “enquanto Trump quer fazer guerra, o Brasil quer ensinar o povo africano a fazer paz produzindo alimentos”. O presidente se referia a investimentos que o governo quer fazer no continente africano e à dívida histórica da escravidão.
O aumento na tensão entre Brasil e EUA se deu depois da prisão e a posterior liberação do ex‑deputado Alexandre Ramagem em território norte‑americano.
O episódio levou o governo dos EUA a determinar a saída de um delegado da Polícia Federal que atuava no país e provocou reação do Palácio do Planalto com base no princípio da reciprocidade. O impasse diplomático se soma a divergências públicas entre os presidentes Lula e Trump em relação à escalada do conflito no Oriente Médio.
Os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã foram criticados pelo governo brasileiro, que defende uma solução negociada e o fim das ações militares, ampliando o desgaste entre Brasília e Washington em um cenário já marcado por ruídos na cooperação bilateral. (Com informações do portal g1)
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Relação estremecida: Lula diz que vai levar jabuticaba para Trump “para acalmá-lo”
A declaração de Lula foi dada no primeiro evento público dele após o retorno de uma agenda por países da Europa
Foto: Ricardo Stuckert/ Presidência da República
A declaração de Lula foi dada no primeiro evento público dele após o retorno de uma agenda por países da Europa. (Foto: Ricardo Stuckert/ Presidência da República)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (23) que vai levar um pé de jabuticaba para o presidente norte-americano Donald Trump para acalmá-lo. A relação bilateral entre Brasil e Estados Unidos atravessa um momento de tensão após o retorno de um delegado da Polícia Federal (PF), que colaborava com o governo americano, ao Brasil e a adoção de medidas recíprocas pelo governo brasileiro.
“Agora, quando eu viajar, eu vou tentar levar um pé de jabuticaba para o Xi Jinping, vou tentar levar um para o Trump para acalmar ele. Dizer para ele que jabuticaba é calmante. Levar maracujá. Por que sabe o que acontece? O Brasil tem um potencial extraordinário, mas, muitas vezes, nós não sabemos aproveitar”, afirmou.
A declaração de Lula foi dada no primeiro evento público dele após o retorno de uma agenda por países da Europa. O presidente participou da Feira Brasil na Mesa, realizada pela Embrapa, em Planaltina, no Distrito Federal. Na ocasião, o presidente falava sobre o potencial frutífero do Brasil, da importância da catalogação dos exemplares, de compartilhar esse potencial internamente e não apenas com o mundo.
“Nós, brasileiros, ficamos muito preocupados em exportar os nossos produtos, mas muitas vezes a gente esquece que a gente tem um mercado extraordinário no país. Ou seja, um estado como São Paulo é muito maior que muitos países na Europa (…). Nós temos um mercado com uma classe média muito diversa, que pode consumir tudo aquilo que a gente pensa em vender para os europeus, para os chineses, para os americanos”, argumentou.
“O que acontece é que, muitas vezes, nós não fazemos propaganda daquilo que a gente produz. Às vezes, a gente esconde aquilo que a gente tem”, emendou.
Em outro momento da sua fala, Lula mencionou que, “enquanto Trump quer fazer guerra, o Brasil quer ensinar o povo africano a fazer paz produzindo alimentos”. O presidente se referia a investimentos que o governo quer fazer no continente africano e à dívida histórica da escravidão.
O aumento na tensão entre Brasil e EUA se deu depois da prisão e a posterior liberação do ex‑deputado Alexandre Ramagem em território norte‑americano.
O episódio levou o governo dos EUA a determinar a saída de um delegado da Polícia Federal que atuava no país e provocou reação do Palácio do Planalto com base no princípio da reciprocidade. O impasse diplomático se soma a divergências públicas entre os presidentes Lula e Trump em relação à escalada do conflito no Oriente Médio.
Os ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã foram criticados pelo governo brasileiro, que defende uma solução negociada e o fim das ações militares, ampliando o desgaste entre Brasília e Washington em um cenário já marcado por ruídos na cooperação bilateral. (Com informações do portal g1)
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