O ex-governador goiano voltou a defender que os eleitores privilegiem quem tem “autoridade moral” nas urnas. (Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados)
O pré-candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) afirmou que o nome do PL na corrida ao Planalto, Flávio Bolsonaro (PL), deve explicar “aos seus eleitores, ao seu partido e ao Brasil” seu elo com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master que está preso sob acusação de fraude bilionária. Em entrevista à Veja, o ex-governador de Goiás afirmou que “incidentes” surgirão ao longo da disputa eleitoral e que caberá a cada concorrente prestar contas à população.
Na entrevista, Caiado mencionou que o pré-candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), também deveria explicar a possível ligação de seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, com o escândalo de descontos no INSS.
— O que vier contra cada pessoa, cada um tem que se explicar — destacou. — Isso é uma competição, ninguém está se colocando contra A ou contra B, estamos dentro de um vestibular. A eleição não deixa de ser um vestibular.
— A pessoa que está contaminada não tem estatura para sentar na cadeira da Presidência da República. O Vorcaro estava contaminando todos os Poderes, e nós estamos vivendo nessa desordem institucional. Você não sabe em quem acredita, porque hoje tanto o Supremo quanto os órgãos do Congresso Nacional, como também a presidência e outros tantos estão envolvidos em escândalo — disse, na ocasião, antes de negar que a declaração havia sido uma “indireta” para Flávio.
Interlocutores disseram que Vorcaro procurou justificar os pagamentos e o relacionamento próximo com políticos e não admitir crimes, como era esperado de um acordo de colaboração no qual o alvo entrega novos elementos de prova em troca de benefícios penais. Além disso, ele também omitiu fatos já conhecidos pela PF, como uma suposta mesada paga ao senador Ciro Nogueira (PP-PI), que nega irregularidades, e as conversas com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-governador do Rio Cláudio Castro (PL).
À revista, Caiado defendeu a classificação das facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, levada a cabo pelo governo de Donald Trump, em maio, após pedido de Flávio Bolsonaro. O governo federal se opôs à medida e apontou riscos à soberania nacional. Caiado prometeu “resgatar” o Brasil, se for eleito.
— No dia 5 de janeiro, ao tomar posse, um dos projetos que encaminharei ao Congresso Nacional é classificar o PCC e o CV como terroristas — disse ele. Com informações do portal O Globo.
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Racha na direita? Ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, diz que o Senador Flávio Bolsonaro deve explicar ao Brasil a sua relação com Daniel Vorcaro
O ex-governador goiano voltou a defender que os eleitores privilegiem quem tem “autoridade moral” nas urnas. (Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados)
O pré-candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) afirmou que o nome do PL na corrida ao Planalto, Flávio Bolsonaro (PL), deve explicar “aos seus eleitores, ao seu partido e ao Brasil” seu elo com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master que está preso sob acusação de fraude bilionária. Em entrevista à Veja, o ex-governador de Goiás afirmou que “incidentes” surgirão ao longo da disputa eleitoral e que caberá a cada concorrente prestar contas à população.
Na entrevista, Caiado mencionou que o pré-candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), também deveria explicar a possível ligação de seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, com o escândalo de descontos no INSS.
— O que vier contra cada pessoa, cada um tem que se explicar — destacou. — Isso é uma competição, ninguém está se colocando contra A ou contra B, estamos dentro de um vestibular. A eleição não deixa de ser um vestibular.
— A pessoa que está contaminada não tem estatura para sentar na cadeira da Presidência da República. O Vorcaro estava contaminando todos os Poderes, e nós estamos vivendo nessa desordem institucional. Você não sabe em quem acredita, porque hoje tanto o Supremo quanto os órgãos do Congresso Nacional, como também a presidência e outros tantos estão envolvidos em escândalo — disse, na ocasião, antes de negar que a declaração havia sido uma “indireta” para Flávio.
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À revista, Caiado defendeu a classificação das facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, levada a cabo pelo governo de Donald Trump, em maio, após pedido de Flávio Bolsonaro. O governo federal se opôs à medida e apontou riscos à soberania nacional. Caiado prometeu “resgatar” o Brasil, se for eleito.
— No dia 5 de janeiro, ao tomar posse, um dos projetos que encaminharei ao Congresso Nacional é classificar o PCC e o CV como terroristas — disse ele. Com informações do portal O Globo.
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