Lula afirmou ainda que é preciso mudar a Carta e o Estatuto da ONU para garantir essa renovação.
Foto: Ricardo Stuckert/PR
Lula afirmou ainda que é preciso mudar a Carta e o Estatuto da ONU para garantir essa renovação. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
Durante agenda na Alemanha, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu a entrada de novos países como membros permanentes do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) e criticou os atuais cinco membros permanentes afirmando que “não estão suficientemente preocupados com a paz”.
“É importante deixar publicamente explícito, é preciso renovar o Conselho de Segurança da ONU. Ele não é privilégio de cinco pessoas que não estão preocupadas com a paz, é preciso ter mais países participando […] ele não pode ser privilégio dos cinco que tomaram posse em 1945”, declarou Lula em uma coletiva de imprensa, ao lado do chanceler Friedrich Merz, em Hannover, na Alemanha.
O presidente afirmou ainda que é preciso mudar a Carta e o Estatuto da ONU para garantir essa renovação. Lula tem feito críticas à Organização das Nações Unidas durante a passagem pela Europa. Durante a primeira reunião da Mobilização Progressista, realizada na Espanha, no sábado (18), o brasileiro chamou os membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) de “cinco senhores de guerra”.
“Nesse encontro eu gostaria de dizer ao presidente Trump, ao presidente Xi Jinping, ao presidente Putin, ao presidente Macron e ao primeiro ministro da inglaterra, que são os cinco membros de segurança da ONU, pelo amor de Deus, cumpram com as suas obrigações de garantir a paz no mundo, convoquem uma reunião e parem com essa loucura de guerra, o mundo não comporta mais”, disse Lula aos membros do conselho.
O presidente ainda criticou dificuldades diplomáticas na resolução de conflitos. “A ONU, que foi criada depois da segunda guerra mundial, que criou um conselho de segurança com cinco membros permanentes para cuidar da paz, [eles] se transformaram em cinco senhores de guerra, o conselho de segurança não permite que as coisas aconteçam. Quando um aprova, o outro veta”, afirmou.
O presidente chegou no país, na manhã de domingo (19), para uma reunião privada com Merz. Ele participou de uma audiência com Martin Schulz, presidente da Fundação Friedrich Ebert, uma organização política alemã sem fins lucrativos, fundada em 1925 e vinculada aos valores da social-democracia. Lula também esteve presente na cerimônia de abertura da Feira Industrial de Hannover, da qual o Brasil é país parceiro.
Acompanham o presidente na agenda o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira; o ministro da Fazenda, Dario Durigan; Márcio Elias Rosa, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia; João Paulo Capobianco, ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, além do ministro substituto da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luis Manuel Rebelo Fernandes. (Com informações do portal CNN Brasil)
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Lula defende reforma e critica membros do Conselho de Segurança da ONU
Lula afirmou ainda que é preciso mudar a Carta e o Estatuto da ONU para garantir essa renovação.
Foto: Ricardo Stuckert/PR
Lula afirmou ainda que é preciso mudar a Carta e o Estatuto da ONU para garantir essa renovação. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
Durante agenda na Alemanha, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu a entrada de novos países como membros permanentes do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) e criticou os atuais cinco membros permanentes afirmando que “não estão suficientemente preocupados com a paz”.
“É importante deixar publicamente explícito, é preciso renovar o Conselho de Segurança da ONU. Ele não é privilégio de cinco pessoas que não estão preocupadas com a paz, é preciso ter mais países participando […] ele não pode ser privilégio dos cinco que tomaram posse em 1945”, declarou Lula em uma coletiva de imprensa, ao lado do chanceler Friedrich Merz, em Hannover, na Alemanha.
O presidente afirmou ainda que é preciso mudar a Carta e o Estatuto da ONU para garantir essa renovação. Lula tem feito críticas à Organização das Nações Unidas durante a passagem pela Europa. Durante a primeira reunião da Mobilização Progressista, realizada na Espanha, no sábado (18), o brasileiro chamou os membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) de “cinco senhores de guerra”.
“Nesse encontro eu gostaria de dizer ao presidente Trump, ao presidente Xi Jinping, ao presidente Putin, ao presidente Macron e ao primeiro ministro da inglaterra, que são os cinco membros de segurança da ONU, pelo amor de Deus, cumpram com as suas obrigações de garantir a paz no mundo, convoquem uma reunião e parem com essa loucura de guerra, o mundo não comporta mais”, disse Lula aos membros do conselho.
O presidente ainda criticou dificuldades diplomáticas na resolução de conflitos. “A ONU, que foi criada depois da segunda guerra mundial, que criou um conselho de segurança com cinco membros permanentes para cuidar da paz, [eles] se transformaram em cinco senhores de guerra, o conselho de segurança não permite que as coisas aconteçam. Quando um aprova, o outro veta”, afirmou.
O presidente chegou no país, na manhã de domingo (19), para uma reunião privada com Merz. Ele participou de uma audiência com Martin Schulz, presidente da Fundação Friedrich Ebert, uma organização política alemã sem fins lucrativos, fundada em 1925 e vinculada aos valores da social-democracia. Lula também esteve presente na cerimônia de abertura da Feira Industrial de Hannover, da qual o Brasil é país parceiro.
Acompanham o presidente na agenda o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira; o ministro da Fazenda, Dario Durigan; Márcio Elias Rosa, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia; João Paulo Capobianco, ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, além do ministro substituto da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luis Manuel Rebelo Fernandes. (Com informações do portal CNN Brasil)
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