Após evento para comemorar o 1º de maio, ex-ministro da Fazenda disse que não há necessidade para juros tão altos.
Foto: Diogo Zacarias/Assessoria Fernando Haddad
Após evento para comemorar o 1º de maio, ex-ministro da Fazenda disse que não há necessidade para juros tão altos. (Foto: Diogo Zacarias/Assessoria Fernando Haddad)
O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira (1º) que os juros no Brasil estão muito altos sem necessidade. Ele mencionou o impacto da guerra no Oriente Médio, mas manteve a avaliação de que a taxa poderia estar em um nível mais baixo.
“Eu não canso de dizer que os juros estão muito altos, não há necessidade disso. Agora, nós estamos com um episódio grave, que é a guerra do Trump, que está atrapalhando o mundo inteiro, mas já dava para ter caído mais os juros”, afirmou ele, ao deixar o ato em comemoração ao Dia do Trabalho. O evento feito por centrais sindicais ocorreu em São Bernardo do Campo, em São Paulo.
Na última quarta-feira (29), o Comitê de Política Monetária (Copom) cortou a Selic pela segunda reunião consecutiva, novamente em 0,25 ponto porcentual. Com isso, a taxa passou de 14,75% para 14,50%.
Haddad também foi questionado sobre a possibilidade de “derrotas recentes no Congresso” prejudicarem o andamento da PEC 6X1. Também na última quarta-feira, o Senado negou a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal (STF). Messias foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Não, vamos separar as coisas”, disse em resposta. “Isso (a PEC 6X1) é uma demanda dos trabalhadores. Nós estamos no 1º de maio para celebrar as conquistas deste governo, mas para colocar também perante o Congresso Nacional, que são os representantes dos trabalhadores, o que é imperioso agora, que é enfrentar essa coisa da jornada de trabalho”, afirmou Haddad.
Voo de galinha
Ao ser questionado sobre declaração recente do ex-ministro e pré-candidato à Presidência Aldo Rebelo (DC), ao Diário do Grande ABC, de que a economia brasileira fez um “voo de galinha”, Haddad afirmou lamentar que o político tenha “derrapado desse jeito”.
“Eu acho que ele não está acompanhando os indicadores de crescimento, comparando o governo Lula com o governo que ele apoiou. Eu até lamento por ele, porque ele tinha uma trajetória interessante. E aí, derrapar desse jeito nessa idade, eu fico, eu lamento. Tinha um apreço por ele”, disse.
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Guerra de Trump é grave, mas juros já poderiam ter caído mais, diz ex-ministro da Fazenda
Após evento para comemorar o 1º de maio, ex-ministro da Fazenda disse que não há necessidade para juros tão altos.
Foto: Diogo Zacarias/Assessoria Fernando Haddad
Após evento para comemorar o 1º de maio, ex-ministro da Fazenda disse que não há necessidade para juros tão altos. (Foto: Diogo Zacarias/Assessoria Fernando Haddad)
O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira (1º) que os juros no Brasil estão muito altos sem necessidade. Ele mencionou o impacto da guerra no Oriente Médio, mas manteve a avaliação de que a taxa poderia estar em um nível mais baixo.
“Eu não canso de dizer que os juros estão muito altos, não há necessidade disso. Agora, nós estamos com um episódio grave, que é a guerra do Trump, que está atrapalhando o mundo inteiro, mas já dava para ter caído mais os juros”, afirmou ele, ao deixar o ato em comemoração ao Dia do Trabalho. O evento feito por centrais sindicais ocorreu em São Bernardo do Campo, em São Paulo.
Na última quarta-feira (29), o Comitê de Política Monetária (Copom) cortou a Selic pela segunda reunião consecutiva, novamente em 0,25 ponto porcentual. Com isso, a taxa passou de 14,75% para 14,50%.
Haddad também foi questionado sobre a possibilidade de “derrotas recentes no Congresso” prejudicarem o andamento da PEC 6X1. Também na última quarta-feira, o Senado negou a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para o Supremo Tribunal Federal (STF). Messias foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Não, vamos separar as coisas”, disse em resposta. “Isso (a PEC 6X1) é uma demanda dos trabalhadores. Nós estamos no 1º de maio para celebrar as conquistas deste governo, mas para colocar também perante o Congresso Nacional, que são os representantes dos trabalhadores, o que é imperioso agora, que é enfrentar essa coisa da jornada de trabalho”, afirmou Haddad.
Voo de galinha
Ao ser questionado sobre declaração recente do ex-ministro e pré-candidato à Presidência Aldo Rebelo (DC), ao Diário do Grande ABC, de que a economia brasileira fez um “voo de galinha”, Haddad afirmou lamentar que o político tenha “derrapado desse jeito”.
“Eu acho que ele não está acompanhando os indicadores de crescimento, comparando o governo Lula com o governo que ele apoiou. Eu até lamento por ele, porque ele tinha uma trajetória interessante. E aí, derrapar desse jeito nessa idade, eu fico, eu lamento. Tinha um apreço por ele”, disse.
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