As discussões, no entanto, seguem em estágio preliminar.
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As discussões, no entanto, seguem em estágio preliminar. (Foto: Reprodução)
O governo federal avalia a criação de novas linhas de crédito com recursos direcionados ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que ficaria responsável por conceder financiamentos com taxas abaixo das praticadas no mercado. A iniciativa ainda está em fase de estudos e não há definição sobre prazos ou formato final.
Paralelamente, o Executivo iniciou conversas com a Caixa Econômica Federal para desenvolver alternativas de crédito voltadas a pessoas físicas e jurídicas. As discussões, no entanto, seguem em estágio preliminar.
Entre as possibilidades em análise está a criação de uma linha de financiamento para veículos sustentáveis, direcionada a motoristas de aplicativos e taxistas. Outra frente em debate envolve a ampliação do programa de renovação da frota de caminhões, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Lançada no fim do ano passado e operada pelo BNDES, a linha já se aproxima do limite de recursos disponíveis, diante da forte demanda.
Outra proposta em análise prevê a criação de uma linha de crédito de cerca de R$ 7 bilhões para distribuidoras de energia elétrica, com custo atrelado à taxa básica de juros. O objetivo seria permitir o adiamento de reajustes tarifários, reduzindo pressões sobre o custo de vida no curto prazo. Nesse caso, a operação poderia contar com recursos da Itaipu Binacional.
Técnicos do governo avaliam que há espaço para implementar as medidas dentro das regras fiscais, mas defendem cautela para evitar impactos negativos sobre o câmbio e a curva de juros. A leitura é de que um estímulo excessivo pode comprometer a estabilidade macroeconômica e reduzir a eficácia das próprias iniciativas.
As discussões ocorrem em um contexto de desaceleração da atividade econômica, intensificada por fatores externos, como o conflito no Oriente Médio, e pela manutenção de juros elevados. Internamente, há avaliação de que, apesar da melhora recente no emprego e na renda, o orçamento das famílias e das empresas segue pressionado pelo custo de vida.
Esse cenário tem reflexos sobre a atividade: o consumo das famílias perdeu força, o investimento recuou e o crescimento tem sido sustentado principalmente pelas exportações. Ao mesmo tempo, o ambiente de incerteza levou o Banco Central do Brasil a adotar uma postura mais cautelosa, o que pode manter o crédito mais caro por um período prolongado.
Dentro do governo, a linha de renovação de caminhões é citada como um exemplo de política bem-sucedida. O programa condicionou o acesso ao crédito à substituição de veículos antigos e foi estruturado com limite de R$ 10 bilhões, sendo R$ 4 bilhões do BNDES e R$ 6 bilhões do Tesouro Nacional. A avaliação é de que a medida contribuiu para sustentar a atividade no setor.
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Governo estuda dar crédito barato para taxistas e motoristas de aplicativos
As discussões, no entanto, seguem em estágio preliminar.
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As discussões, no entanto, seguem em estágio preliminar. (Foto: Reprodução)
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Entre as possibilidades em análise está a criação de uma linha de financiamento para veículos sustentáveis, direcionada a motoristas de aplicativos e taxistas. Outra frente em debate envolve a ampliação do programa de renovação da frota de caminhões, coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Lançada no fim do ano passado e operada pelo BNDES, a linha já se aproxima do limite de recursos disponíveis, diante da forte demanda.
Outra proposta em análise prevê a criação de uma linha de crédito de cerca de R$ 7 bilhões para distribuidoras de energia elétrica, com custo atrelado à taxa básica de juros. O objetivo seria permitir o adiamento de reajustes tarifários, reduzindo pressões sobre o custo de vida no curto prazo. Nesse caso, a operação poderia contar com recursos da Itaipu Binacional.
Técnicos do governo avaliam que há espaço para implementar as medidas dentro das regras fiscais, mas defendem cautela para evitar impactos negativos sobre o câmbio e a curva de juros. A leitura é de que um estímulo excessivo pode comprometer a estabilidade macroeconômica e reduzir a eficácia das próprias iniciativas.
As discussões ocorrem em um contexto de desaceleração da atividade econômica, intensificada por fatores externos, como o conflito no Oriente Médio, e pela manutenção de juros elevados. Internamente, há avaliação de que, apesar da melhora recente no emprego e na renda, o orçamento das famílias e das empresas segue pressionado pelo custo de vida.
Esse cenário tem reflexos sobre a atividade: o consumo das famílias perdeu força, o investimento recuou e o crescimento tem sido sustentado principalmente pelas exportações. Ao mesmo tempo, o ambiente de incerteza levou o Banco Central do Brasil a adotar uma postura mais cautelosa, o que pode manter o crédito mais caro por um período prolongado.
Dentro do governo, a linha de renovação de caminhões é citada como um exemplo de política bem-sucedida. O programa condicionou o acesso ao crédito à substituição de veículos antigos e foi estruturado com limite de R$ 10 bilhões, sendo R$ 4 bilhões do BNDES e R$ 6 bilhões do Tesouro Nacional. A avaliação é de que a medida contribuiu para sustentar a atividade no setor.
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