O presidente do Senado, eleito para um mandato de dois anos, também comanda o Congresso Nacional
Foto: Jonas Pereira/Agência Senado
O presidente do Senado, eleito para um mandato de dois anos, também comanda o Congresso Nacional. (Foto: Jonas Pereira/Agência Senado)
A eleição para a presidência do Senado deverá acontecer apenas em 1º de fevereiro de 2027, mas as articulações para definir quem sentará na cadeira mais importante do Poder Legislativo já começaram.
O presidente do Senado, eleito para um mandato de dois anos, também comanda o Congresso Nacional, cabendo a ele a convocação de sessões conjuntas entre deputados e senadores para, por exemplo, a análise de vetos presidenciais.
Ele é o terceiro na linha sucessória da Presidência da República, após o vice-presidente da República e o presidente da Câmara.
O atual presidente do Senado, senador Davi Alcolumbre (União Brasil‑AP), foi eleito para o cargo em 1º de fevereiro de 2025, sucedendo Rodrigo Pacheco (PSB‑MG). Alcolumbre já havia presidido o Senado entre 2019 e 2021.
Favorito desde o ano anterior, Alcolumbre formou uma ampla aliança que reuniu o governo Lula e partidos do Centrão, além de legendas da oposição. O apoio incluiu desde o PT até o PL. Para 2027, Alcolumbre desponta como candidato à reeleição para a presidência do Senado.
O presidente da República envia o nome de sua escolha para o presidente do Senado, que tem que, a seu tempo, despachar a indicação para a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). A comissão sabatina o indicado e vota a indicação. A palavra final é do plenário do Senado.
Em uma derrota histórica para o governo, o plenário do Senado rejeitou no dia 29 de abril a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para ocupar o cargo de ministro do STF (Supremo Tribunal Federal). Foi a primeira vez desde 1894 que os senadores rejeitaram uma indicação do presidente da República ao Supremo.
Impeachment de ministros do STF
Outra atribuição do presidente do Senado é a abertura de processos contra ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), procurador-Geral da República e advogado-geral da União, por crimes de responsabilidade.
CPIs
Além disso, para que as CPIs (Comissões Parlamentares de Inquérito), sejam elas mistas ou apenas compostas por senadores, passem a funcionar, os pedidos precisam ser lidos pelo presidente do Senado.
Diferentemente da Câmara dos Deputados, que tem um limite de CPIs em funcionamento simultaneamente, o Senado não possui essa restrição. As informações foram divulgadas pelo site G1.
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Eleição para a presidência do Senado ocorrerá só em 2027, mas já movimenta articulações em Brasília
O presidente do Senado, eleito para um mandato de dois anos, também comanda o Congresso Nacional
Foto: Jonas Pereira/Agência Senado
O presidente do Senado, eleito para um mandato de dois anos, também comanda o Congresso Nacional. (Foto: Jonas Pereira/Agência Senado)
A eleição para a presidência do Senado deverá acontecer apenas em 1º de fevereiro de 2027, mas as articulações para definir quem sentará na cadeira mais importante do Poder Legislativo já começaram.
O presidente do Senado, eleito para um mandato de dois anos, também comanda o Congresso Nacional, cabendo a ele a convocação de sessões conjuntas entre deputados e senadores para, por exemplo, a análise de vetos presidenciais.
Ele é o terceiro na linha sucessória da Presidência da República, após o vice-presidente da República e o presidente da Câmara.
O atual presidente do Senado, senador Davi Alcolumbre (União Brasil‑AP), foi eleito para o cargo em 1º de fevereiro de 2025, sucedendo Rodrigo Pacheco (PSB‑MG). Alcolumbre já havia presidido o Senado entre 2019 e 2021.
Favorito desde o ano anterior, Alcolumbre formou uma ampla aliança que reuniu o governo Lula e partidos do Centrão, além de legendas da oposição. O apoio incluiu desde o PT até o PL. Para 2027, Alcolumbre desponta como candidato à reeleição para a presidência do Senado.
O presidente da República envia o nome de sua escolha para o presidente do Senado, que tem que, a seu tempo, despachar a indicação para a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). A comissão sabatina o indicado e vota a indicação. A palavra final é do plenário do Senado.
Em uma derrota histórica para o governo, o plenário do Senado rejeitou no dia 29 de abril a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para ocupar o cargo de ministro do STF (Supremo Tribunal Federal). Foi a primeira vez desde 1894 que os senadores rejeitaram uma indicação do presidente da República ao Supremo.
Impeachment de ministros do STF
Outra atribuição do presidente do Senado é a abertura de processos contra ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), procurador-Geral da República e advogado-geral da União, por crimes de responsabilidade.
CPIs
Além disso, para que as CPIs (Comissões Parlamentares de Inquérito), sejam elas mistas ou apenas compostas por senadores, passem a funcionar, os pedidos precisam ser lidos pelo presidente do Senado.
Diferentemente da Câmara dos Deputados, que tem um limite de CPIs em funcionamento simultaneamente, o Senado não possui essa restrição. As informações foram divulgadas pelo site G1.
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