O resultado do levantamento será divulgado na sexta-feira, 15. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
O Datafolha entra em campo entre esta terça-feira (12) e quinta (14) para medir as intenções de voto na eleição à Presidência da República. Será a primeira do instituto após três fatos relevantes no cenário político: a derrota do governo Lula na tentativa de indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), o lançamento do Desenrola 2 e à bem sucedida reunião entre Lula e Donald Trump.
A pesquisa vai servir para, a pouco menos de cinco meses da eleição, medir se a aprovação de Lula vai continuar em queda (caiu em todos os levantamentos do Datafolha em 2026) e se Flávio Bolsonaro mantém o seu crescimento moderado, que o levou a superar numericamente o presidente em abril na simulação de segundo turno (46% x 45%).
Vai também mostrar se o barulho midiático que Romeu Zema conseguiu fazer com seus ataques ao STF fez alguma diferença em relação aos magros índices que apresentava em abril. E, finalmente, vai mensurar também o grau de desconforto do brasileiro diante do endividamento pessoal. O resultado será divulgado na sexta-feira (15).
Serão 2.004 eleitores entrevistados presencialmente. A pesquisa foi encomendada pela Folha da Manhã (que edita a Folha de S. Paulo) a um custo de R$ 307,6 mil. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
O questionário inicia querendo saber se o entrevistado já escolheu candidato a presidente e em quem ele pretende votar. A resposta será espontânea.
Segue com o pesquisador mostrando uma relação com nomes de doze candidatos (Lula, Flávio Bolsonaro, Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Renan Santos, Aldo Rebelo, Augusto Cury, Hertz Dias, Rui Costa Palmeira, Ciro Gomes, Samira Martins e Cabo Daciolo) — e repete: em quem o entrevistado votaria?
Logo depois, o Datafolha quer medir o grau de conhecimento do eleitor sobre cada um desses doze nomes. E logo depois, para cada um dos nomes relacionados, o entrevistado terá que responder s em qual ou quais “não votaria de jeito nenhum”.
Em seguida, o Datafolha traça cenários de uma disputa de segundo turno: Lula versus Flávio Bolsonaro, Lula versus Caiado e Lula versus Zema.
A pesquisa vai aferir ainda a aprovação de Lula, dos deputados e senadores e do STF. O Desenrola 2 e o grau de endividamento da população também serão medidos. (Com informações do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo)
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A nova pesquisa presidencial do Datafolha
O resultado do levantamento será divulgado na sexta-feira, 15. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
O Datafolha entra em campo entre esta terça-feira (12) e quinta (14) para medir as intenções de voto na eleição à Presidência da República. Será a primeira do instituto após três fatos relevantes no cenário político: a derrota do governo Lula na tentativa de indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), o lançamento do Desenrola 2 e à bem sucedida reunião entre Lula e Donald Trump.
A pesquisa vai servir para, a pouco menos de cinco meses da eleição, medir se a aprovação de Lula vai continuar em queda (caiu em todos os levantamentos do Datafolha em 2026) e se Flávio Bolsonaro mantém o seu crescimento moderado, que o levou a superar numericamente o presidente em abril na simulação de segundo turno (46% x 45%).
Vai também mostrar se o barulho midiático que Romeu Zema conseguiu fazer com seus ataques ao STF fez alguma diferença em relação aos magros índices que apresentava em abril. E, finalmente, vai mensurar também o grau de desconforto do brasileiro diante do endividamento pessoal. O resultado será divulgado na sexta-feira (15).
Serão 2.004 eleitores entrevistados presencialmente. A pesquisa foi encomendada pela Folha da Manhã (que edita a Folha de S. Paulo) a um custo de R$ 307,6 mil. A margem de erro é de dois pontos percentuais.
O questionário inicia querendo saber se o entrevistado já escolheu candidato a presidente e em quem ele pretende votar. A resposta será espontânea.
Segue com o pesquisador mostrando uma relação com nomes de doze candidatos (Lula, Flávio Bolsonaro, Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Renan Santos, Aldo Rebelo, Augusto Cury, Hertz Dias, Rui Costa Palmeira, Ciro Gomes, Samira Martins e Cabo Daciolo) — e repete: em quem o entrevistado votaria?
Logo depois, o Datafolha quer medir o grau de conhecimento do eleitor sobre cada um desses doze nomes. E logo depois, para cada um dos nomes relacionados, o entrevistado terá que responder s em qual ou quais “não votaria de jeito nenhum”.
Em seguida, o Datafolha traça cenários de uma disputa de segundo turno: Lula versus Flávio Bolsonaro, Lula versus Caiado e Lula versus Zema.
A pesquisa vai aferir ainda a aprovação de Lula, dos deputados e senadores e do STF. O Desenrola 2 e o grau de endividamento da população também serão medidos. (Com informações do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo)
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