Ciro Nogueira é alvo da 5ª fase da operação Compliance Zero da PF. (Foto: Roque de Sá/Agência Senado)
A Polícia Federal (PF) deflagrou nessa quinta-feira (7) uma nova fase da Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de fraudes financeiras ligadas ao Banco Master.
Entre os alvos está o presidente do Progressistas (PP), senador Ciro Nogueira, que é alvo de mandados de busca e apreensão em endereços em Brasília e no Piauí. O irmão do senador, Raimundo Nogueira, também é alvo das buscas.
Com a nova fase da operação, a proximidade de Daniel Vorcaro com políticos começa a se tornar pública.
A PF já avançou nas investigações, mas cada passo da operação é acompanhado de perto pelo relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro André Mendonça. Segundo apurado pelo blog da colunista Ana Flor, do portal g1, Ciro é o primeiro de outros políticos sob investigação.
Na decisão obtida pelo blog, a PF afirma ter identificado “suposta conduta do senador em favor do banqueiro, em troca do recebimento de vantagens econômicas indevidas”.
O caso envolvendo Ciro Nogueira era um dos que reuniam maior quantidade de indícios já mapeados pelos investigadores.
A defesa de Ciro Nogueira afirmou que ele está comprometido “em contribuir com a Justiça, a fim de esclarecer que não teve qualquer participação em atividades ilícitas e nos fatos investigados”. As defesas dos demais alvos não se manifestaram.
Entenda
A Operação Compliance Zero é uma investigação conduzida pela Polícia Federal para apurar suspeitas de fraudes, corrupção e irregularidades em contratos públicos e privados relacionados a mecanismos de controle, fiscalização e conformidade administrativa – área conhecida no meio corporativo como “compliance”.
Segundo os investigadores, o nome da operação faz referência à suposta ausência de mecanismos efetivos de integridade e transparência nos processos analisados. A apuração busca identificar possíveis esquemas de direcionamento de contratos, lavagem de dinheiro, pagamento de vantagens indevidas e uso de empresas de fachada para ocultar movimentações financeiras.
De acordo com a Polícia Federal, o objetivo é desarticular estruturas suspeitas de atuar de forma sistemática para fraudar processos administrativos e beneficiar grupos empresariais ou agentes públicos. Os investigados podem responder por crimes como corrupção ativa e passiva, organização criminosa, fraude em licitações e lavagem de dinheiro. (Com informações da colunista Ana Flor, do portal de notícias g1)
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Com o senador Ciro Nogueira, a Polícia Federal mergulha nas relações de políticos com Daniel Vorcaro
Ciro Nogueira é alvo da 5ª fase da operação Compliance Zero da PF. (Foto: Roque de Sá/Agência Senado)
A Polícia Federal (PF) deflagrou nessa quinta-feira (7) uma nova fase da Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de fraudes financeiras ligadas ao Banco Master.
Entre os alvos está o presidente do Progressistas (PP), senador Ciro Nogueira, que é alvo de mandados de busca e apreensão em endereços em Brasília e no Piauí. O irmão do senador, Raimundo Nogueira, também é alvo das buscas.
Com a nova fase da operação, a proximidade de Daniel Vorcaro com políticos começa a se tornar pública.
A PF já avançou nas investigações, mas cada passo da operação é acompanhado de perto pelo relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro André Mendonça. Segundo apurado pelo blog da colunista Ana Flor, do portal g1, Ciro é o primeiro de outros políticos sob investigação.
Na decisão obtida pelo blog, a PF afirma ter identificado “suposta conduta do senador em favor do banqueiro, em troca do recebimento de vantagens econômicas indevidas”.
O caso envolvendo Ciro Nogueira era um dos que reuniam maior quantidade de indícios já mapeados pelos investigadores.
A defesa de Ciro Nogueira afirmou que ele está comprometido “em contribuir com a Justiça, a fim de esclarecer que não teve qualquer participação em atividades ilícitas e nos fatos investigados”. As defesas dos demais alvos não se manifestaram.
Entenda
A Operação Compliance Zero é uma investigação conduzida pela Polícia Federal para apurar suspeitas de fraudes, corrupção e irregularidades em contratos públicos e privados relacionados a mecanismos de controle, fiscalização e conformidade administrativa – área conhecida no meio corporativo como “compliance”.
Segundo os investigadores, o nome da operação faz referência à suposta ausência de mecanismos efetivos de integridade e transparência nos processos analisados. A apuração busca identificar possíveis esquemas de direcionamento de contratos, lavagem de dinheiro, pagamento de vantagens indevidas e uso de empresas de fachada para ocultar movimentações financeiras.
De acordo com a Polícia Federal, o objetivo é desarticular estruturas suspeitas de atuar de forma sistemática para fraudar processos administrativos e beneficiar grupos empresariais ou agentes públicos. Os investigados podem responder por crimes como corrupção ativa e passiva, organização criminosa, fraude em licitações e lavagem de dinheiro. (Com informações da colunista Ana Flor, do portal de notícias g1)
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