“O cidadão que faz isso no Dia do Trabalhador vai além: dá sérios sinais de ser um psicopata. O nome dele é Romeu Zema”, escreveu Boulos.
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
“O cidadão que faz isso no Dia do Trabalhador vai além: dá sérios sinais de ser um psicopata. O nome dele é Romeu Zema”, escreveu Boulos. (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos (Psol-SP), afirmou no sábado, 02, que o pré-candidato a presidente da República Romeu Zema (Novo-MG) defendeu o trabalho infantil e isso é um “ato de covardia”.
“Defender o trabalho infantil é um ato de covardia. O cidadão que faz isso no Dia do Trabalhador vai além: dá sérios sinais de ser um psicopata. O nome dele é Romeu Zema”, escreveu Boulos em seu perfil no X.
Zema indicou em uma entrevista que, caso eleito presidente em 2026, pode propor mudanças na legislação para ampliar as hipóteses em que jovens podem trabalhar no Brasil. Atualmente, a idade mínima é de 16 anos, que cai para 14 anos nos casos dos jovens aprendizes.
Ao comentar sobre o assunto, Zema utilizou o termo “criança” ao defender a medida. Após a repercussão, ele publicou um novo vídeo, no qual mantém o posicionamento, mas passa a utilizar o termo “adolescente” em vez de criança.
“Quando eu era criança, era permitido tirar uma carteira de trabalho aos 14 anos. Infelizmente, no Brasil se criou essa ideia de que jovem não pode trabalhar. Sei que o estudo é prioritário, mas toda criança pode estar ajudando com questões simples, que estão ao alcance dela”, disse Zema no podcast Inteligência Ltda na sexta-feira, 1.º, Dia do Trabalhador.
Ele disse que, quando era criança, ajudou o pai a contar parafusos e porcas e a embrulhar os produtos em jornal. “A esquerda criou essa noção de que trabalhar prejudica a criança. Lá fora, nos Estados Unidos, criança sai entregando jornal, recebe lá não sei quantos cents por jornal entregue, no tempo que tem. Aqui, proibido, você está escravizando criança. Mas tenho certeza que nós vamos mudar isso aí”, continuou o ex-governador de Minas Gerais.
Após a declaração ao podcast, a assessoria de imprensa do pré-candidato do Novo divulgou uma nova fala de Zema, na qual ele diz querer dar “oportunidades de trabalho” para adolescentes.
“No Brasil, isso já é permitido a partir dos 14 anos como aprendiz, mas precisamos ampliar essas oportunidades, com proteção e sem atrapalhar a escola”, afirmou Zema. Segundo ele, a medida é necessária, pois o trabalho digno forma caráter e disciplina e evita que os jovens ingressem no crime organizado.
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Boulos critica Romeu Zema: defesa de trabalho infantil é “covardia”
“O cidadão que faz isso no Dia do Trabalhador vai além: dá sérios sinais de ser um psicopata. O nome dele é Romeu Zema”, escreveu Boulos.
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
“O cidadão que faz isso no Dia do Trabalhador vai além: dá sérios sinais de ser um psicopata. O nome dele é Romeu Zema”, escreveu Boulos. (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos (Psol-SP), afirmou no sábado, 02, que o pré-candidato a presidente da República Romeu Zema (Novo-MG) defendeu o trabalho infantil e isso é um “ato de covardia”.
“Defender o trabalho infantil é um ato de covardia. O cidadão que faz isso no Dia do Trabalhador vai além: dá sérios sinais de ser um psicopata. O nome dele é Romeu Zema”, escreveu Boulos em seu perfil no X.
Zema indicou em uma entrevista que, caso eleito presidente em 2026, pode propor mudanças na legislação para ampliar as hipóteses em que jovens podem trabalhar no Brasil. Atualmente, a idade mínima é de 16 anos, que cai para 14 anos nos casos dos jovens aprendizes.
Ao comentar sobre o assunto, Zema utilizou o termo “criança” ao defender a medida. Após a repercussão, ele publicou um novo vídeo, no qual mantém o posicionamento, mas passa a utilizar o termo “adolescente” em vez de criança.
“Quando eu era criança, era permitido tirar uma carteira de trabalho aos 14 anos. Infelizmente, no Brasil se criou essa ideia de que jovem não pode trabalhar. Sei que o estudo é prioritário, mas toda criança pode estar ajudando com questões simples, que estão ao alcance dela”, disse Zema no podcast Inteligência Ltda na sexta-feira, 1.º, Dia do Trabalhador.
Ele disse que, quando era criança, ajudou o pai a contar parafusos e porcas e a embrulhar os produtos em jornal. “A esquerda criou essa noção de que trabalhar prejudica a criança. Lá fora, nos Estados Unidos, criança sai entregando jornal, recebe lá não sei quantos cents por jornal entregue, no tempo que tem. Aqui, proibido, você está escravizando criança. Mas tenho certeza que nós vamos mudar isso aí”, continuou o ex-governador de Minas Gerais.
Após a declaração ao podcast, a assessoria de imprensa do pré-candidato do Novo divulgou uma nova fala de Zema, na qual ele diz querer dar “oportunidades de trabalho” para adolescentes.
“No Brasil, isso já é permitido a partir dos 14 anos como aprendiz, mas precisamos ampliar essas oportunidades, com proteção e sem atrapalhar a escola”, afirmou Zema. Segundo ele, a medida é necessária, pois o trabalho digno forma caráter e disciplina e evita que os jovens ingressem no crime organizado.
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