Senador nega agressão e diz que reagiu a dor causada quando profissional deixou vazar em seu braço o contraste usado em exame.
Foto: Pedro França/Agência Senado
Senador nega agressão e diz que reagiu a dor causada quando profissional deixou vazar em seu braço o contraste usado em exame. (Foto: Pedro França/Agência Senado)
O senador Magno Malta (PL-ES) registrou neste sábado, 2, um boletim de ocorrência contra uma técnica de enfermagem do hospital DF Star, em Brasília, após ser acusado de agressão pela profissional. O político está internado desde a última quinta-feira, 30, quando sofreu um mal súbito durante sessão no Senado Federal.
A técnica de enfermagem havia relatado à polícia ter sido agredida por Malta com um tapa no rosto enquanto tentava fazer um exame no parlamentar na quinta-feira. Ele nega.
Segundo o relato da profissional, Malta se preparava para uma injeção na veia com contraste, substância usada em exames de imagem, quando houve uma interrupção no procedimento e o líquido vazou. Malta teria xigado e desferido um tapa forte no rosto da técnica, segundo ela.
Já o documento protocolado por Malta diz que a técnica deixou vazar o contraste em seu braço, causando “dor intensa, hematoma e possível comprometimento vascular”
“Em razão do quadro clínico, da dor aguda e do uso de medicação, o comunicante apresentou reação compatível com o sofrimento físico experimentado, sem, contudo, praticar qualquer ato de agressão física contra profissionais de saúde”, registra Malta.
Em seguida, o senador diz ter sido surpreendido com o registro de ocorrência policial contra si, em que a profissional o acusa de agressão física.
O senador diz que não houve conduta dolosa ou agressão deliberada, “sendo eventual reação decorrente exclusivamente do estado de dor intensa no momento da intercorrência médica”. O documento pede que a polícia apure o episódio.
Em nota, o Hospital DF Star informou que iniciou uma apuração administrativa sobre o episódio e que vem dando “dando todo o suporte à colaboradora que relatou ter sido vítima de agressão”. Também disse estar à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários à polícia.
O Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal (Coren-DF) também repudiou o acontecimento.
Magno Malta divulgou nota em que nega agressão e reforça que houve falha técnica no procedimento ao qual foi submetido, “mesmo após ele alertar, por diversas vezes para os presentes, que o procedimento estava incorreto e lhe causava fortes dores”.
Na nota, ele também pontuou que “causa estranheza que a profissional envolvida tenha buscado registrar versão própria dos fatos, em evidente atitude defensiva diante da possibilidade de responsabilização pelo grave ocorrido”, disse.
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Magno Malta registra boletim de ocorrência contra técnica de enfermagem após ser acusado de agressão
Senador nega agressão e diz que reagiu a dor causada quando profissional deixou vazar em seu braço o contraste usado em exame.
Foto: Pedro França/Agência Senado
Senador nega agressão e diz que reagiu a dor causada quando profissional deixou vazar em seu braço o contraste usado em exame. (Foto: Pedro França/Agência Senado)
O senador Magno Malta (PL-ES) registrou neste sábado, 2, um boletim de ocorrência contra uma técnica de enfermagem do hospital DF Star, em Brasília, após ser acusado de agressão pela profissional. O político está internado desde a última quinta-feira, 30, quando sofreu um mal súbito durante sessão no Senado Federal.
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Já o documento protocolado por Malta diz que a técnica deixou vazar o contraste em seu braço, causando “dor intensa, hematoma e possível comprometimento vascular”
“Em razão do quadro clínico, da dor aguda e do uso de medicação, o comunicante apresentou reação compatível com o sofrimento físico experimentado, sem, contudo, praticar qualquer ato de agressão física contra profissionais de saúde”, registra Malta.
Em seguida, o senador diz ter sido surpreendido com o registro de ocorrência policial contra si, em que a profissional o acusa de agressão física.
O senador diz que não houve conduta dolosa ou agressão deliberada, “sendo eventual reação decorrente exclusivamente do estado de dor intensa no momento da intercorrência médica”. O documento pede que a polícia apure o episódio.
Em nota, o Hospital DF Star informou que iniciou uma apuração administrativa sobre o episódio e que vem dando “dando todo o suporte à colaboradora que relatou ter sido vítima de agressão”. Também disse estar à disposição para prestar todos os esclarecimentos necessários à polícia.
O Conselho Regional de Enfermagem do Distrito Federal (Coren-DF) também repudiou o acontecimento.
Magno Malta divulgou nota em que nega agressão e reforça que houve falha técnica no procedimento ao qual foi submetido, “mesmo após ele alertar, por diversas vezes para os presentes, que o procedimento estava incorreto e lhe causava fortes dores”.
Na nota, ele também pontuou que “causa estranheza que a profissional envolvida tenha buscado registrar versão própria dos fatos, em evidente atitude defensiva diante da possibilidade de responsabilização pelo grave ocorrido”, disse.
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