Ciro classificou o convite como motivo de “honra e alegria”
Foto: Reprodução
Ciro classificou o convite como motivo de “honra e alegria”. (Foto: Reprodução)
Candidato a presidente em quatro eleições, o ex-ministro e ex-governador Ciro Gomes afirmou nesta semana que não descarta disputar novamente o Palácio do Planalto este ano, desta vez pelo PSDB. A fala ocorreu após receber um convite público do presidente da sigla, Aécio Neves (MG), que pediu ao colega para deixar de lado o pleito ao governo do Ceará. Segundo Ciro Gomes, o cenário do país o impede de rejeitar de imediato a possibilidade.
“Eu só não descarto imediatamente este honroso convite por uma circunstância: o país está vivendo talvez um dos piores momentos da história moderna”, disse Ciro.
O político cearense falou sobre o assunto ao tratar dos dados do Brasil sobre endividamento e informalidade. Ciro participou de um evento do PSDB, partido ao qual se filiou em outubro do ano passado, ao lado de Aécio. No encontro, o tucano defendeu o nome de Ciro como alternativa à polarização entre Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro, sendo aplaudido por integrantes da sigla.
Em sua fala, Ciro classificou o convite como motivo de “honra e alegria”, mas afirmou que a decisão precisa ser amadurecida, especialmente com sua base política no Ceará.
“Uma convocação como essa não pode ser considerada apenas um agrado ao meu sofrido coração. Tem que ser amadurecida junto à minha comunidade, antes de mais nada, no Ceará”, afirmou.
O ex-ministro também citou a gravidade da situação econômica e social do país ao cogitar candidatura.
“Nós temos um colapso de crédito, uma economia com forte informalidade e uma descrença quase total na democracia”, disse.
Apesar disso, Ciro ressaltou que não pode aceitar o convite de imediato, mencionando compromissos políticos com seu estado de origem.
“O meu respeito e os meus deveres com o Ceará também não me permitem aceitar prontamente o desafio — ponderou.
Ao final, ele reforçou a crítica à polarização política e afirmou que o país precisa de alternativas.
“O Brasil é muito maior do que a soma de Lula e Bolsonaro”, declarou.
Ciro Gomes deixou o PDT em 2025, rompido com aliados locais. Ele também rompeu com o irmão, o senador Cid Gomes, que deixou o PDT para se filiar ao PSB. Em outubro passado, Ciro se filiou ao PSDB de olho em uma candidatura ao governo do Ceará. (Com informações do jornal O Globo)
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Ciro Gomes avalia ser candidato a presidente da República pelo PSDB após convite de Aécio: “Minha angústia não permite descartar”
Ciro classificou o convite como motivo de “honra e alegria”
Foto: Reprodução
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Em sua fala, Ciro classificou o convite como motivo de “honra e alegria”, mas afirmou que a decisão precisa ser amadurecida, especialmente com sua base política no Ceará.
“Uma convocação como essa não pode ser considerada apenas um agrado ao meu sofrido coração. Tem que ser amadurecida junto à minha comunidade, antes de mais nada, no Ceará”, afirmou.
O ex-ministro também citou a gravidade da situação econômica e social do país ao cogitar candidatura.
“Nós temos um colapso de crédito, uma economia com forte informalidade e uma descrença quase total na democracia”, disse.
Apesar disso, Ciro ressaltou que não pode aceitar o convite de imediato, mencionando compromissos políticos com seu estado de origem.
“O meu respeito e os meus deveres com o Ceará também não me permitem aceitar prontamente o desafio — ponderou.
Ao final, ele reforçou a crítica à polarização política e afirmou que o país precisa de alternativas.
“O Brasil é muito maior do que a soma de Lula e Bolsonaro”, declarou.
Ciro Gomes deixou o PDT em 2025, rompido com aliados locais. Ele também rompeu com o irmão, o senador Cid Gomes, que deixou o PDT para se filiar ao PSB. Em outubro passado, Ciro se filiou ao PSDB de olho em uma candidatura ao governo do Ceará. (Com informações do jornal O Globo)
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