Leite lembrou que, em seu governo, RS fez reformas consideradas duras, porém necessárias para devolver capacidade de investir.
Foto: Maurício Tonetto/Secom
Em sua fala, Leite destacou que o desenvolvimento econômico precisa ser debatido de forma recorrente, especialmente em um cenário global marcado por transformações profundas. “O desenvolvimento econômico de um Estado precisa ser recorrentemente debatido, ainda mais nos tempos que a gente vive, de transformações tão profundas na economia, seja por questões geopolíticas, seja pelos avanços tecnológicos e pela inteligência artificial”, afirmou. Para o governador, compreender esse contexto global é essencial, mas só produz resultados quando o Estado enfrenta seus problemas estruturais históricos.
Reformas e equilíbrio fiscal
Leite lembrou que, ao longo de seus dois ciclos de governo, o Rio Grande do Sul promoveu reformas consideradas duras, porém necessárias, para recuperar o equilíbrio fiscal e devolver ao Estado a capacidade de investir. “Nós trouxemos o nosso Estado, nos últimos cinco anos, a uma nova realidade de equilíbrio fiscal que nos permitiu saltar de 2% da receita corrente líquida em investimentos para 10%, sem gerar déficit, sem sacar do Caixa Único e sem usar depósitos judiciais”, destacou.
Esse processo, explicou, permitiu colocar salários e fornecedores em dia, reduzir o peso da máquina pública e ampliar significativamente os investimentos em áreas essenciais. Entre os avanços citados, ressaltou os aportes históricos em segurança pública, educação, infraestrutura e logística. Na educação, enfatizou a importância do capital humano para sustentar o crescimento econômico em um Estado que já enfrenta a perda do bônus demográfico. “Não haverá produtividade suficiente para gerar desenvolvimento econômico se não houver capital humano bem formado”, disse, ao mencionar obras em cerca de mil escolas estaduais até o final do mandato, a ampliação do ensino médio em tempo integral e a inserção do ensino profissional e tecnológico na rede estadual.
Obras estruturantes e concessões
O governador também enfatizou os avanços na logística, com investimentos em rodovias, hidrovias e aeroportos, e defendeu as concessões como caminho indispensável para viabilizar obras de grande porte. “Se este governo tivesse medo de enfrentar pautas difíceis, não teria feito um quinto do que foi feito ao longo do nosso mandato”, afirmou, reforçando que decisões estruturantes são fundamentais para garantir competitividade ao Estado no longo prazo.
Leite destacou ainda o papel do Fórum Econômico Gaúcho como espaço de construção coletiva. “Um fórum como esse deve buscar promover um mínimo de alinhamento entre todos nós, para que possamos puxar numa mesma direção. Se cada um puxar para um lado, as forças se anulam e o Estado não sai do lugar”, ressaltou.
Participação e cooperação
O XIII Fórum contou também com a presença do vice-governador Gabriel Souza, do secretário-chefe da Casa Civil, Artur Lemos, do procurador-geral do Estado, Eduardo Cunha da Costa, e dos secretários de Desenvolvimento Econômico, Leandro Evaldt, de Comunicação, Caio Tomazelli, e de Turismo, Ronaldo Santini. Produzido pela Rede Pampa, com apoio do Banrisul, Rio Grande Seguros, Corsan, BRDE e Badesul.
O secretário de Desenvolvimento Econômico, Leandro Evaldt, reforçou a relevância do encontro para o fortalecimento da economia estadual. “O Fórum Econômico Gaúcho é um espaço fundamental para que possamos construir soluções coletivas e inovadoras. É através do diálogo e da cooperação que conseguiremos impulsionar o crescimento sustentável do Rio Grande do Sul, tornando-o cada vez mais competitivo e preparado para os desafios do futuro”, afirmou.
Convergência como caminho
Ao encerrar sua fala, Eduardo Leite reiterou que o futuro do Rio Grande do Sul depende da capacidade de convergência entre governo, iniciativa privada e sociedade civil. “Se cada um puxar para um lado, as forças se anulam. Mas se todos caminharmos juntos, o Estado avança. É isso que estamos construindo: um Rio Grande mais competitivo, mais justo e preparado para os desafios que virão”, concluiu. (por Gisele Flores)
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XIII Fórum Econômico Gaúcho: Leite reforça cooperação
Leite lembrou que, em seu governo, RS fez reformas consideradas duras, porém necessárias para devolver capacidade de investir.
Foto: Maurício Tonetto/Secom
Em sua fala, Leite destacou que o desenvolvimento econômico precisa ser debatido de forma recorrente, especialmente em um cenário global marcado por transformações profundas. “O desenvolvimento econômico de um Estado precisa ser recorrentemente debatido, ainda mais nos tempos que a gente vive, de transformações tão profundas na economia, seja por questões geopolíticas, seja pelos avanços tecnológicos e pela inteligência artificial”, afirmou. Para o governador, compreender esse contexto global é essencial, mas só produz resultados quando o Estado enfrenta seus problemas estruturais históricos.
Reformas e equilíbrio fiscal
Leite lembrou que, ao longo de seus dois ciclos de governo, o Rio Grande do Sul promoveu reformas consideradas duras, porém necessárias, para recuperar o equilíbrio fiscal e devolver ao Estado a capacidade de investir. “Nós trouxemos o nosso Estado, nos últimos cinco anos, a uma nova realidade de equilíbrio fiscal que nos permitiu saltar de 2% da receita corrente líquida em investimentos para 10%, sem gerar déficit, sem sacar do Caixa Único e sem usar depósitos judiciais”, destacou.
Esse processo, explicou, permitiu colocar salários e fornecedores em dia, reduzir o peso da máquina pública e ampliar significativamente os investimentos em áreas essenciais. Entre os avanços citados, ressaltou os aportes históricos em segurança pública, educação, infraestrutura e logística. Na educação, enfatizou a importância do capital humano para sustentar o crescimento econômico em um Estado que já enfrenta a perda do bônus demográfico. “Não haverá produtividade suficiente para gerar desenvolvimento econômico se não houver capital humano bem formado”, disse, ao mencionar obras em cerca de mil escolas estaduais até o final do mandato, a ampliação do ensino médio em tempo integral e a inserção do ensino profissional e tecnológico na rede estadual.
Obras estruturantes e concessões
O governador também enfatizou os avanços na logística, com investimentos em rodovias, hidrovias e aeroportos, e defendeu as concessões como caminho indispensável para viabilizar obras de grande porte. “Se este governo tivesse medo de enfrentar pautas difíceis, não teria feito um quinto do que foi feito ao longo do nosso mandato”, afirmou, reforçando que decisões estruturantes são fundamentais para garantir competitividade ao Estado no longo prazo.
Leite destacou ainda o papel do Fórum Econômico Gaúcho como espaço de construção coletiva. “Um fórum como esse deve buscar promover um mínimo de alinhamento entre todos nós, para que possamos puxar numa mesma direção. Se cada um puxar para um lado, as forças se anulam e o Estado não sai do lugar”, ressaltou.
Participação e cooperação
O XIII Fórum contou também com a presença do vice-governador Gabriel Souza, do secretário-chefe da Casa Civil, Artur Lemos, do procurador-geral do Estado, Eduardo Cunha da Costa, e dos secretários de Desenvolvimento Econômico, Leandro Evaldt, de Comunicação, Caio Tomazelli, e de Turismo, Ronaldo Santini. Produzido pela Rede Pampa, com apoio do Banrisul, Rio Grande Seguros, Corsan, BRDE e Badesul.
O secretário de Desenvolvimento Econômico, Leandro Evaldt, reforçou a relevância do encontro para o fortalecimento da economia estadual. “O Fórum Econômico Gaúcho é um espaço fundamental para que possamos construir soluções coletivas e inovadoras. É através do diálogo e da cooperação que conseguiremos impulsionar o crescimento sustentável do Rio Grande do Sul, tornando-o cada vez mais competitivo e preparado para os desafios do futuro”, afirmou.
Convergência como caminho
Ao encerrar sua fala, Eduardo Leite reiterou que o futuro do Rio Grande do Sul depende da capacidade de convergência entre governo, iniciativa privada e sociedade civil. “Se cada um puxar para um lado, as forças se anulam. Mas se todos caminharmos juntos, o Estado avança. É isso que estamos construindo: um Rio Grande mais competitivo, mais justo e preparado para os desafios que virão”, concluiu. (por Gisele Flores)
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