Tarcísio de Freitas deve visitar Bolsonaro na próxima segunda (29).(Foto: Pablo Jacob/Governo do Estado de SP)
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ainda contabiliza o tamanho do estrago que a radicalização do seu discurso bolsonarista causou à sua popularidade. Ele foi orientado por caciques dos principais partidos que defendem sua candidatura presidencial a submergir nas duas últimas semanas, mas nem isso foi suficiente para conter o abalo em sua imagem. Até correligionários de Tarcísio já precificaram que ele sofrerá pelo menos mais uma queda nas próximas pesquisas de intenção de voto ao Planalto.
Tarcísio começou a cair nos levantamentos após entrar de cabeça nas negociações pela anistia a envolvidos na tentativa de golpe de Estado, incluindo Bolsonaro, em troca de apoio a sua candidatura presidencial.
Em outro gesto ainda mais arriscado, para afagar o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Tarcísio elevou o tom nas manifestações de 7 de setembro e chamou o ministro Alexandre de Moraes de “tirano”. Entretanto, não conseguiu apoio do filho “03” do ex-presidente, que não abre mão de manter o nome da família Bolsonaro na chapa presidencial de 2026.
Na direção contrária do planejado, Tarcísio só conseguiu causar desconfiança de setores econômicos e políticos da centro-direita que defendem um candidato mais moderado.
Diante desse cenário, forças politicas do entorno do governador passaram a duvidar que ele mantenha o apetite para desistir de uma candidatura à reeleição cuja vitória é dada como certa no momento atual. Em razão disso, esse grupo começou a ver mais espaço para o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), se fortalecer como o nome de presidenciável da direita.
Como mostrou a Coluna do Estadão, resultados econômicos recentes do Paraná que podem ser usados como vitrine animaram os aliados de Ratinho que defendem sua candidatura presidencial. Em julho, o governador paranaense se reuniu com um grupo de empresários em São Paulo. O objetivo foi atrair investimentos ao Paraná e, de quebra, reforçar a busca por apoio no setor privado para disputar a Presidência o Planalto. Antes, em maio, fez barulho com ações do governo na segurança pública, que tende a ser um dos principais temas da eleição de 2026 ao Planalto. (Com informações da Coluna do Estadão, de Roseann Kennedy, no Estado de S. Paulo)
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