O ministro afirmou ainda que o Brasil enfrenta grandes casos de fraude, mas que os órgãos de controle têm atuado de forma rigorosa.
Foto: Lula Marques/ABr
O ministro afirmou ainda que o Brasil enfrenta grandes casos de fraude, mas que os órgãos de controle têm atuado de forma rigorosa. (Foto: Lula Marques/ABr)
O ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Vinicius Marques de Carvalho, afirmou que o órgão acompanha e supervisiona a sindicância interna instaurada pelo Banco Central do Brasil (BC) no caso envolvendo o Banco Master. Segundo ele, caso sejam identificados indícios de corrupção de servidor público, a empresa poderá responder com base na Lei Anticorrupção.
As declarações foram feitas durante participação no programa “Bom Dia, Ministro”, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
“O Banco Central instaurou uma investigação interna, uma sindicância, para avaliar a conduta de servidores do banco e de ex-diretores. Essa investigação pode se transformar em um processo disciplinar, que pode gerar punições, inclusive a demissão. O papel da CGU é acompanhar e supervisionar essas apurações”, afirmou o ministro.
Ao comentar investimentos realizados por fundos de previdência de municípios e Estados no Banco Master, Carvalho disse que casos como esse abrem espaço para o aprimoramento das regras de controle e prevenção a fraudes.
“Se, nesse caso do Banco Master, também se identificar qualquer indício de que o banco, por exemplo, pagou propina a algum servidor público federal, corrompeu alguém ou fraudou algum processo de fiscalização, para além do que está sendo apurado pelo Banco Central, nós podemos abrir um processo com base na Lei Anticorrupção”, destacou.
O ministro afirmou ainda que o Brasil enfrenta grandes casos de fraude, mas que os órgãos de controle têm atuado de forma rigorosa. “O governo do presidente Lula é o governo em que há ressonância magnética. As pessoas podem ter certeza de que a CGU faz o seu trabalho, a Polícia Federal faz o seu trabalho, a Receita Federal faz o seu trabalho e todos os órgãos responsáveis por controle, fiscalização e investigação atuam de maneira efetiva”, disse.
Segundo o chefe da CGU, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não politiza o tema da corrupção e permite que as instituições atuem com autonomia. Ele criticou a postura do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), afirmando que, apesar de tratar frequentemente do assunto, não teria adotado medidas eficazes para enfrentá-lo.
“É melhor um presidente que não politiza o tema da corrupção, como o presidente Lula, e deixa as instituições trabalharem, do que um presidente que falava de corrupção todos os dias e não enfrentava o problema na prática”, concluiu.
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Se o Banco Master corrompeu servidor, podemos abrir processo pela lei anticorrupção, diz ministro
O ministro afirmou ainda que o Brasil enfrenta grandes casos de fraude, mas que os órgãos de controle têm atuado de forma rigorosa.
Foto: Lula Marques/ABr
O ministro afirmou ainda que o Brasil enfrenta grandes casos de fraude, mas que os órgãos de controle têm atuado de forma rigorosa. (Foto: Lula Marques/ABr)
O ministro da Controladoria-Geral da União (CGU), Vinicius Marques de Carvalho, afirmou que o órgão acompanha e supervisiona a sindicância interna instaurada pelo Banco Central do Brasil (BC) no caso envolvendo o Banco Master. Segundo ele, caso sejam identificados indícios de corrupção de servidor público, a empresa poderá responder com base na Lei Anticorrupção.
As declarações foram feitas durante participação no programa “Bom Dia, Ministro”, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
“O Banco Central instaurou uma investigação interna, uma sindicância, para avaliar a conduta de servidores do banco e de ex-diretores. Essa investigação pode se transformar em um processo disciplinar, que pode gerar punições, inclusive a demissão. O papel da CGU é acompanhar e supervisionar essas apurações”, afirmou o ministro.
Ao comentar investimentos realizados por fundos de previdência de municípios e Estados no Banco Master, Carvalho disse que casos como esse abrem espaço para o aprimoramento das regras de controle e prevenção a fraudes.
“Se, nesse caso do Banco Master, também se identificar qualquer indício de que o banco, por exemplo, pagou propina a algum servidor público federal, corrompeu alguém ou fraudou algum processo de fiscalização, para além do que está sendo apurado pelo Banco Central, nós podemos abrir um processo com base na Lei Anticorrupção”, destacou.
O ministro afirmou ainda que o Brasil enfrenta grandes casos de fraude, mas que os órgãos de controle têm atuado de forma rigorosa. “O governo do presidente Lula é o governo em que há ressonância magnética. As pessoas podem ter certeza de que a CGU faz o seu trabalho, a Polícia Federal faz o seu trabalho, a Receita Federal faz o seu trabalho e todos os órgãos responsáveis por controle, fiscalização e investigação atuam de maneira efetiva”, disse.
Segundo o chefe da CGU, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não politiza o tema da corrupção e permite que as instituições atuem com autonomia. Ele criticou a postura do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), afirmando que, apesar de tratar frequentemente do assunto, não teria adotado medidas eficazes para enfrentá-lo.
“É melhor um presidente que não politiza o tema da corrupção, como o presidente Lula, e deixa as instituições trabalharem, do que um presidente que falava de corrupção todos os dias e não enfrentava o problema na prática”, concluiu.
(Com informações do jornal O Estado de S.Paulo)
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