Zema disse que vai privatizar outras estatais “que dão prejuízo”
Foto: Dirceu Aurélio/Governo de MG
Zema disse que vai privatizar outras estatais “que dão prejuízo”. (Foto: Dirceu Aurélio/Governo de MG)
O pré-candidato ao Palácio do Planalto Romeu Zema, do Novo, voltou às redes sociais para falar do seu plano de governo para a economia. Entre as principais ações, ele afirma que pretende privatizar o Banco do Brasil e a Petrobras, além de outras estatais “que dão prejuízo”.
“E vou passar a faca nos supersalários, mordomias e esquemas que sustentam os intocáveis de Brasília”, afirmou. As propostas são semelhantes ao que ele apresentou como plano mais amplo de governo quando lançou a pré-candidatura há dez dias. No vídeo, o ex-governador de Minas Gerais ainda aproveita para criticar o governo Lula e diz que a gestão toma dinheiro caro para pagar o serviço da dívida pública.
“O dinheiro só vai voltar a valer se o governo economizar. O dinheiro que o governo Lula gasta, eu vou economizar. Simples assim”. E completou dizendo que “privatizar a Petrobras e o Banco do Brasil é decisivo para o nosso futuro, mas pra mim, não”. A nova citação às estatais ocorre poucos dias depois da divulgação do balanço dos Correios. Em uma crise sem precedentes, a empresa teve um prejuízo de R$ 8,5 milhões, o triplo de 2024.
A discussão sobre uma eventual privatização de estatais diferencia os discursos políticos dos pré-candidatos Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo).
Durante o fim de semana, o ex-governador de Minas Gerais defendeu que, caso seja eleito, pretende privatizar a Petrobras, que tem como maior acionista o governo federal. O primogênito de Jair Bolsonaro, por outro lado, tem uma visão diferente. Segundo auxiliares do senador, ele é contrário à privatização de segmentos estratégicos, como o de combustíveis.
Em seu programa de governo, Flávio deve propor uma política responsável de privatizações, avaliando caso a caso. Os Correios, por exemplo, é uma das estatais no radar de privatização do senador fluminense. Na tentativa de crescer nas pesquisas eleitorais, Zema tem adotado discursos que fazem contraponto a Flávio, tentando atrair o eleitorado mais radical.
O mineiro, por exemplo, deu início a uma série de críticas a ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), enquanto Flávio adota um discurso de diálogo, no esforço de atrair o eleitorado moderado.
Apesar do esforço para que Zema seja candidato a vice-presidente na chapa encabeçada por Flávio, o mineiro tem afirmado que pretende levar sua candidatura até o fim. (Com informações dos portais CBN e CNN Brasil)
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Romeu Zema promete privatizar Petrobras e Banco do Brasil se for eleito
Zema disse que vai privatizar outras estatais “que dão prejuízo”
Foto: Dirceu Aurélio/Governo de MG
Zema disse que vai privatizar outras estatais “que dão prejuízo”. (Foto: Dirceu Aurélio/Governo de MG)
O pré-candidato ao Palácio do Planalto Romeu Zema, do Novo, voltou às redes sociais para falar do seu plano de governo para a economia. Entre as principais ações, ele afirma que pretende privatizar o Banco do Brasil e a Petrobras, além de outras estatais “que dão prejuízo”.
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A discussão sobre uma eventual privatização de estatais diferencia os discursos políticos dos pré-candidatos Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo).
Durante o fim de semana, o ex-governador de Minas Gerais defendeu que, caso seja eleito, pretende privatizar a Petrobras, que tem como maior acionista o governo federal. O primogênito de Jair Bolsonaro, por outro lado, tem uma visão diferente. Segundo auxiliares do senador, ele é contrário à privatização de segmentos estratégicos, como o de combustíveis.
Em seu programa de governo, Flávio deve propor uma política responsável de privatizações, avaliando caso a caso. Os Correios, por exemplo, é uma das estatais no radar de privatização do senador fluminense. Na tentativa de crescer nas pesquisas eleitorais, Zema tem adotado discursos que fazem contraponto a Flávio, tentando atrair o eleitorado mais radical.
O mineiro, por exemplo, deu início a uma série de críticas a ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), enquanto Flávio adota um discurso de diálogo, no esforço de atrair o eleitorado moderado.
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