Zema defende mudanças nos critérios de escolha dos ministros do Supremo com adoção de lista de nomes. (Foto: Reprodução de TV)
Em disputa pelo eleitor de direita, o ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) afirmou que as revelações do caso do Banco Master sobre o STF (Supremo Tribunal Federal) afloraram “toda a podridão” na corte, que já “estava cheirando mal há alguns anos”.
O governador mineiro também defendeu o impeachment de “pelo menos dois” ministros do Supremo e mudanças nos critérios de escolha, como a adoção de uma lista com nomes. Ele chamou o momento do tribunal de “farra dos intocáveis” e avaliou que o “clima de indignação” para este ano eleitoral é maior do que foi em 2018.
Zema tem tido dificuldade de avançar nas pesquisas de intenção de voto. No levantamento mais recente do instituto Datafolha, apareceu com 4% das intenções de voto, tecnicamente empatado com o governador Ronaldo Caiado (PSD, 5%) e com Renan Santos (Missão, 2%), Aldo Rebelo (DC, 1%) e Cabo Daciolo (Mobiliza, 1%). Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL-SP) lideram, com 39% e 35%, respectivamente.
Ao comentar sua relação com o estado de São Paulo, Zema afirmou ser o governador mais “apaulistado” da história de Minas Gerais. O político do partido Novo estudou administração de empresas na FGV (Fundação Getúlio Vargas).
As declarações foram dadas em evento na ACSP (Associação Comercial de São Paulo) nessa segunda-feira, 13 de abril, na sede da organização, no Centro de São Paulo.
Zema também defendeu a revisão em programas sociais e criticou as discussões sobre mudanças na jornada de trabalho em ano eleitoral.
“Tem marmanjo de 20, 25 anos recebendo Bolsa Família que fica o dia inteiro no sofá jogando videogame”, afirmou Zema. Segundo ele, há pessoas que se negam a ter empregos formais para se manterem nos programas.
Para o governador, o debate sobre o fim da escala 6 por 1 em ano eleitoral é “populismo e demagogia” do governo. “Eles consideram um prêmio, mas nós sabemos que é algo nocivo para boa parte da população”, disse.
A segurança pública também foi abordada. Zema já defendeu publicamente que o Brasil tome medidas similares às adotadas em El Salvador, pelo atual presidente Nayib Bukele. O país da América Central ficou conhecido por reformas profundas no sistema policial e jurídico, que acarretaram denúncias de violações de direitos humanos. (Com informações da Folha de S.Paulo)
Em mensagem, o senador sugeriu que permaneceria no local por “uns três ou quatro meses” até a conclusão das obras em outro imóvel. (Foto: Pedro França/Agência Senado) O senador Ciro Nogueira (PP-PI) pediu para permanecer morando no apartamento de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, por mais “três ou quatro meses”, segundo uma troca de …
Era um benefício claramente inspirado nas piores práticas do Judiciário e do Ministério Público Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil Era um benefício claramente inspirado nas piores práticas do Judiciário e do Ministério Público. (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil) Com toda a razão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou a criação de penduricalhos que, na prática, …
Ex-presidente foi preso preventivamente neste sábado (22), por ordem do Supremo. Bolsonaro está na Superintendência da Polícia Federal em Brasília Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil) O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) vai passar por uma audiência de custódia neste domingo (23), um dia após ser preso preventivamente por ordem do ministro Alexandre de …
A medida foi determinada por Moraes para garantir a ordem pública Foto: Carlos Moura/SCO/STF A medida foi determinada por Moraes para garantir a ordem pública. (Foto: Carlos Moura/SCO/STF) O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes determinou que a prisão preventiva de Jair Bolsonaro (PL) ocorresse sem algemas, sem exposição midiática e “com …
Pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema vê “podridão” no Supremo e defende impeachment de ao menos dois ministros do tribunal
Zema defende mudanças nos critérios de escolha dos ministros do Supremo com adoção de lista de nomes. (Foto: Reprodução de TV)
Em disputa pelo eleitor de direita, o ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) afirmou que as revelações do caso do Banco Master sobre o STF (Supremo Tribunal Federal) afloraram “toda a podridão” na corte, que já “estava cheirando mal há alguns anos”.
O governador mineiro também defendeu o impeachment de “pelo menos dois” ministros do Supremo e mudanças nos critérios de escolha, como a adoção de uma lista com nomes. Ele chamou o momento do tribunal de “farra dos intocáveis” e avaliou que o “clima de indignação” para este ano eleitoral é maior do que foi em 2018.
Zema tem tido dificuldade de avançar nas pesquisas de intenção de voto. No levantamento mais recente do instituto Datafolha, apareceu com 4% das intenções de voto, tecnicamente empatado com o governador Ronaldo Caiado (PSD, 5%) e com Renan Santos (Missão, 2%), Aldo Rebelo (DC, 1%) e Cabo Daciolo (Mobiliza, 1%). Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL-SP) lideram, com 39% e 35%, respectivamente.
Ao comentar sua relação com o estado de São Paulo, Zema afirmou ser o governador mais “apaulistado” da história de Minas Gerais. O político do partido Novo estudou administração de empresas na FGV (Fundação Getúlio Vargas).
As declarações foram dadas em evento na ACSP (Associação Comercial de São Paulo) nessa segunda-feira, 13 de abril, na sede da organização, no Centro de São Paulo.
Zema também defendeu a revisão em programas sociais e criticou as discussões sobre mudanças na jornada de trabalho em ano eleitoral.
“Tem marmanjo de 20, 25 anos recebendo Bolsa Família que fica o dia inteiro no sofá jogando videogame”, afirmou Zema. Segundo ele, há pessoas que se negam a ter empregos formais para se manterem nos programas.
Para o governador, o debate sobre o fim da escala 6 por 1 em ano eleitoral é “populismo e demagogia” do governo. “Eles consideram um prêmio, mas nós sabemos que é algo nocivo para boa parte da população”, disse.
A segurança pública também foi abordada. Zema já defendeu publicamente que o Brasil tome medidas similares às adotadas em El Salvador, pelo atual presidente Nayib Bukele. O país da América Central ficou conhecido por reformas profundas no sistema policial e jurídico, que acarretaram denúncias de violações de direitos humanos. (Com informações da Folha de S.Paulo)
Related Posts
Presidente do Partido Progressistas pediu mais tempo para continuar morando no apartamento do banqueiro Daniel Vorcaro
Em mensagem, o senador sugeriu que permaneceria no local por “uns três ou quatro meses” até a conclusão das obras em outro imóvel. (Foto: Pedro França/Agência Senado) O senador Ciro Nogueira (PP-PI) pediu para permanecer morando no apartamento de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, por mais “três ou quatro meses”, segundo uma troca de …
Lula veta escala 3 por 1 para a elite do Legislativo
Era um benefício claramente inspirado nas piores práticas do Judiciário e do Ministério Público Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil Era um benefício claramente inspirado nas piores práticas do Judiciário e do Ministério Público. (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil) Com toda a razão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou a criação de penduricalhos que, na prática, …
Preso pela Polícia Federal, Bolsonaro passa por audiência de custódia neste domingo
Ex-presidente foi preso preventivamente neste sábado (22), por ordem do Supremo. Bolsonaro está na Superintendência da Polícia Federal em Brasília Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil) O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) vai passar por uma audiência de custódia neste domingo (23), um dia após ser preso preventivamente por ordem do ministro Alexandre de …
Alexandre de Moraes determinou que a prisão de Bolsonaro ocorresse sem algemas e “com todo o respeito à dignidade” do ex-presidente
A medida foi determinada por Moraes para garantir a ordem pública Foto: Carlos Moura/SCO/STF A medida foi determinada por Moraes para garantir a ordem pública. (Foto: Carlos Moura/SCO/STF) O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes determinou que a prisão preventiva de Jair Bolsonaro (PL) ocorresse sem algemas, sem exposição midiática e “com …