Caiado também defendeu a anistia “a todos os condenados em razão dos acontecimentos de 8 de janeiro” e usou como justificativa a “pacificação nacional”. (Foto: Ag. Câmara)
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), prometeu a concessão de anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) caso vença a eleição presidencial de 2026. Em nota publicada, Caiado disse que lamenta a condenação de Bolsonaro e criticou o Supremo Tribunal Federal (STF). Cabe ao presidente apenas sancionar a anistia, caso seja aprovada pelo Congresso. Por iniciativa própria, o chefe do Executivo pode decretar um indulto. Nos dois casos a constitucionalidade tende a ser questionada no STF.
“Fui o primeiro a me posicionar e reitero: se tiver a oportunidade de chegar à Presidência da República, assinarei a anistia assim que tomar posse”, diz a manifestação de Caiado. “Somente dessa forma poderemos alcançar a paz necessária para construir um governo de conciliação, com foco no futuro, dedicado a enfrentar os problemas reais dos brasileiros e a promover o verdadeiro progresso para nossa gente”, acrescenta.
Caiado também defendeu a anistia “a todos os condenados em razão dos acontecimentos de 8 de janeiro” e usou como justificativa a “pacificação nacional”. O governador sustenta ainda que o julgamento deveria ter incluído todos os 11 ministros do STF, em vez de ter sido restrito à Primeira Turma da Corte.
“Mais uma vez, lamento profundamente a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Digo “mais uma vez” porque essa condenação já havia sido, de certa forma, antecipada: primeiro, quando lhe foi negado o direito de se defender publicamente; depois, quando até o seu direito de ir e vir foi restringido”, diz o texto.
Caiado prossegue: “Entendo que o julgamento deveria ter ocorrido no Pleno do Supremo, onde a totalidade da Corte poderia se manifestar e as diferentes interpretações sobre o caso seriam devidamente debatidas – e não apenas em uma turma com cinco ministros”.
Nesta quinta, o STF definiu a pena de 27 anos e três meses a Bolsonaro e também condenou outros sete réus. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), não deu previsão sobre quando pautará a anistia, nem de quem será o relator da proposta.
Sem anistia, Bolsonaro só voltaria às eleições em 2062
Sem anistia e com uma condenação de 27 anos e três meses de prisão, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) só voltaria às eleições em 2062, aos 107 anos de idade.
O cálculo leva em consideração o acréscimo dos oito anos de inelegibilidade pela aplicação da Lei da Ficha Limpa após o cumprimento da pena imposta pela Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal).
Com isso, Bolsonaro poderia se candidatar a partir de 11 de dezembro de 2060. A eleição seguinte seria dali dois anos, em 2062. Com informações dos portais Estadão e CNN.
https://www.osul.com.br/o-governador-de-goias-ronaldo-caiado-prometeu-a-anistia-ao-ex-presidente-bolsonaro-caso-venca-a-eleicao-presidencial-de-2026/ O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, prometeu a anistia ao ex-presidente Bolsonaro caso vença a eleição presidencial de 2026 2025-09-12
Antes conhecida como “a candidata de Bolsonaro”, a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) hoje afirma que “se deixou enganar” pelo ex-presidente. “Sim, eu fui enganada, mas eu também permiti”, diz. Para ela, o bolsonarismo se tornou uma “seita” que não admite pensamento crítico. “Eu fui vítima do gabinete do ódio. Eles são kamikazes. Na seita, você …
Nos bastidores, ministros do STF analisavam a conveniência da prisão domiciliar para Bolsonaro antes mesmo do resultado do julgamento, que o condenou a 27 anos e três meses de reclusão. (Foto: Reprodução de vídeo) Aliados de Jair Bolsonaro (PL) sabem que não vão conseguir aprovar no Congresso um projeto de anistia ampla, geral e irrestrita …
Por outro lado, Michelle mostrou que hoje mantém boa relação com Carlos, de quem já teve problemas. (Foto: Reprodução) A definição do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como porta-voz do pai após a prisão preventiva gerou um mal-estar entre integrantes da família, segundo relataram aliados que participaram da reunião realizada na tarde de ontem na sede …
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Caiado também defendeu a anistia “a todos os condenados em razão dos acontecimentos de 8 de janeiro” e usou como justificativa a “pacificação nacional”. (Foto: Ag. Câmara)
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), prometeu a concessão de anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) caso vença a eleição presidencial de 2026. Em nota publicada, Caiado disse que lamenta a condenação de Bolsonaro e criticou o Supremo Tribunal Federal (STF). Cabe ao presidente apenas sancionar a anistia, caso seja aprovada pelo Congresso. Por iniciativa própria, o chefe do Executivo pode decretar um indulto. Nos dois casos a constitucionalidade tende a ser questionada no STF.
“Fui o primeiro a me posicionar e reitero: se tiver a oportunidade de chegar à Presidência da República, assinarei a anistia assim que tomar posse”, diz a manifestação de Caiado. “Somente dessa forma poderemos alcançar a paz necessária para construir um governo de conciliação, com foco no futuro, dedicado a enfrentar os problemas reais dos brasileiros e a promover o verdadeiro progresso para nossa gente”, acrescenta.
Caiado também defendeu a anistia “a todos os condenados em razão dos acontecimentos de 8 de janeiro” e usou como justificativa a “pacificação nacional”. O governador sustenta ainda que o julgamento deveria ter incluído todos os 11 ministros do STF, em vez de ter sido restrito à Primeira Turma da Corte.
“Mais uma vez, lamento profundamente a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Digo “mais uma vez” porque essa condenação já havia sido, de certa forma, antecipada: primeiro, quando lhe foi negado o direito de se defender publicamente; depois, quando até o seu direito de ir e vir foi restringido”, diz o texto.
Caiado prossegue: “Entendo que o julgamento deveria ter ocorrido no Pleno do Supremo, onde a totalidade da Corte poderia se manifestar e as diferentes interpretações sobre o caso seriam devidamente debatidas – e não apenas em uma turma com cinco ministros”.
Nesta quinta, o STF definiu a pena de 27 anos e três meses a Bolsonaro e também condenou outros sete réus. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), não deu previsão sobre quando pautará a anistia, nem de quem será o relator da proposta.
Sem anistia, Bolsonaro só voltaria às eleições em 2062
Sem anistia e com uma condenação de 27 anos e três meses de prisão, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) só voltaria às eleições em 2062, aos 107 anos de idade.
O cálculo leva em consideração o acréscimo dos oito anos de inelegibilidade pela aplicação da Lei da Ficha Limpa após o cumprimento da pena imposta pela Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal).
Com isso, Bolsonaro poderia se candidatar a partir de 11 de dezembro de 2060. A eleição seguinte seria dali dois anos, em 2062. Com informações dos portais Estadão e CNN.
https://www.osul.com.br/o-governador-de-goias-ronaldo-caiado-prometeu-a-anistia-ao-ex-presidente-bolsonaro-caso-venca-a-eleicao-presidencial-de-2026/
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2025-09-12
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