A campanha já recebeu cerca de 18 mil doações. (Foto: Lula Marques/Agência Brasil)
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) arrecadou R$ 1 milhão em uma vaquinha criada para auxiliar as famílias dos policiais civis e militares mortos na megaoperação nas comunidades do Alemão e da Penha no Rio de Janeiro. Criada no último domingo (2), a campanha de doação já recebeu, até esta segunda-feira (3), cerca de 18 mil doações.
“Eles perderam suas vidas em uma das operações mais intensas da história recente do Estado, cumprindo o dever de proteger a população, lutando por LIBERDADE para aqueles que vivem sob o domínio de marginarias altamente violentos e sanguinários”, diz a descrição da campanha de doação.
A instituição também lamentou a morte de Fonseca, que ingressou na corporação em 2011. “Sargento Heber dedicou sua vida ao cumprimento do dever e deixa um legado de coragem, lealdade e compromisso com a missão policial militar. Sua ausência será sentida por todos que tiveram a honra de conhecê-lo”, diz o texto. Ele deixa esposa, dois filhos e um enteado.
Os outros dois policiais civis que morreram durante a operação são Marcos Vinicius Cardoso Carvalho, de 51 anos, conhecido como Máskara, e Rodrigo Velloso Cabral, 34, lotado no 39ª DP (Pavuna).
“Esta campanha foi criada para apoiar suas famílias, que agora enfrentam não só a dor da perda, mas também dificuldades para seguirem suas vidas sem os seus pilares, sem os seus provedores. Toda a arrecadação será integralmente destinada às famílias das vítimas, com transparência total — os comprovantes de repasse serão publicados nas redes oficiais da campanha”, diz a campanha.
De acordo com a Polícia Civil, Máskara e Cabral foram atingidos durante a chegada das equipes ao Complexo da Penha, quando traficantes do Comando Vermelho (CV) reagiram a tiros e montaram barricadas em chamas. Eles chegaram a ser levados para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, mas não resistiram.
Os sargentos Cleiton Serafim e Heber Fonseca, do Bope, foram baleados em confrontos na Vila Cruzeiro, também durante o avanço das tropas pela comunidade.
Segundo nota oficial, os PMs foram socorridos e encaminhados ao Hospital Getúlio Vargas, mas morreram por causa dos ferimentos.
Cleiton Serafim ingressou na corporação em 2008. Era casado e deixa esposa e 1 filha. Heber Fonseca, policial desde 2011, deixa esposa, 2 filhos e 1 enteado.
A Secretaria de Polícia Militar e o Bope divulgaram notas de pesar destacando o “compromisso, coragem e lealdade” dos militares.
https://www.osul.com.br/flavio-bolsonaro-arrecada-r-1-milhao-a-familias-de-policiais-mortos-no-rio-de-janeiro/ Flávio Bolsonaro arrecada R$ 1 milhão a famílias de policiais mortos no Rio de Janeiro 2025-11-05
O foco é identificar a entrada e saída de visitantes. Foto: PF/Divulgação O foco é identificar a entrada e saída de visitantes. (Foto: PF/Divulgação) A Polícia Federal (PF) concentra esforços na análise do material apreendido na investigação sobre o Banco Master, considerado por investigadores um dos maiores escândalos financeiros recentes do país. A expectativa recai …
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Flávio Bolsonaro arrecada R$ 1 milhão a famílias de policiais mortos no Rio de Janeiro
A campanha já recebeu cerca de 18 mil doações.
Foto: Lula Marques/Agência Brasil
A campanha já recebeu cerca de 18 mil doações. (Foto: Lula Marques/Agência Brasil)
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) arrecadou R$ 1 milhão em uma vaquinha criada para auxiliar as famílias dos policiais civis e militares mortos na megaoperação nas comunidades do Alemão e da Penha no Rio de Janeiro. Criada no último domingo (2), a campanha de doação já recebeu, até esta segunda-feira (3), cerca de 18 mil doações.
“Eles perderam suas vidas em uma das operações mais intensas da história recente do Estado, cumprindo o dever de proteger a população, lutando por LIBERDADE para aqueles que vivem sob o domínio de marginarias altamente violentos e sanguinários”, diz a descrição da campanha de doação.
A instituição também lamentou a morte de Fonseca, que ingressou na corporação em 2011. “Sargento Heber dedicou sua vida ao cumprimento do dever e deixa um legado de coragem, lealdade e compromisso com a missão policial militar. Sua ausência será sentida por todos que tiveram a honra de conhecê-lo”, diz o texto. Ele deixa esposa, dois filhos e um enteado.
Os outros dois policiais civis que morreram durante a operação são Marcos Vinicius Cardoso Carvalho, de 51 anos, conhecido como Máskara, e Rodrigo Velloso Cabral, 34, lotado no 39ª DP (Pavuna).
“Esta campanha foi criada para apoiar suas famílias, que agora enfrentam não só a dor da perda, mas também dificuldades para seguirem suas vidas sem os seus pilares, sem os seus provedores. Toda a arrecadação será integralmente destinada às famílias das vítimas, com transparência total — os comprovantes de repasse serão publicados nas redes oficiais da campanha”, diz a campanha.
De acordo com a Polícia Civil, Máskara e Cabral foram atingidos durante a chegada das equipes ao Complexo da Penha, quando traficantes do Comando Vermelho (CV) reagiram a tiros e montaram barricadas em chamas. Eles chegaram a ser levados para o Hospital Estadual Getúlio Vargas, mas não resistiram.
Os sargentos Cleiton Serafim e Heber Fonseca, do Bope, foram baleados em confrontos na Vila Cruzeiro, também durante o avanço das tropas pela comunidade.
Segundo nota oficial, os PMs foram socorridos e encaminhados ao Hospital Getúlio Vargas, mas morreram por causa dos ferimentos.
Cleiton Serafim ingressou na corporação em 2008. Era casado e deixa esposa e 1 filha. Heber Fonseca, policial desde 2011, deixa esposa, 2 filhos e 1 enteado.
A Secretaria de Polícia Militar e o Bope divulgaram notas de pesar destacando o “compromisso, coragem e lealdade” dos militares.
https://www.osul.com.br/flavio-bolsonaro-arrecada-r-1-milhao-a-familias-de-policiais-mortos-no-rio-de-janeiro/
Flávio Bolsonaro arrecada R$ 1 milhão a famílias de policiais mortos no Rio de Janeiro
2025-11-05
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