O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino decidiu nesta sexta-feira (5) marcar para os dias 24 e 25 de fevereiro de 2026 o julgamento sobre o caso Marielle Franco na Primeira Turma da Corte.
Alexandre de Moraes é o relator do processo, que está pronto para ir a julgamento após o encerramento da fase instrução e a entrega das alegações finais do Ministério Público, das assistentes de acusação e das defesas. Na quinta-feira (4), o ministro pediu a convocação do julgamento.
A vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes foram mortos na noite de 14 de março de 2018, no Centro da cidade. O carro em que eles estavam foi perseguido por criminosos que efetuaram disparos contra o veículo.
Respondem ao processo no STF:
– Chiquinho Brazão (deputado) e Domingos Brazão (ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Rio): apontados pela Polícia Federal como mandantes do crime.
– Rivaldo Barbosa (delegado, ex-chefe da Polícia Civil do RJ): acusado de ser o mentor intelectual do atentado.
– Ronald Paulo Alves Pereira (Major Ronald): apontado por Ronnie Lessa (preso como executor do crime) como responsável por monitorar a rotina de Marielle.
– Robson Calixto Fonseca (Peixe): ex-policial militar e ex-assessor de Domingos Brazão, suspeito de ajudar a ocultar a arma do crime e de integrar o núcleo financeiro e imobiliário do grupo.
A denúncia, já recebida integralmente pela Primeira Turma do STF, inclui os crimes de homicídio qualificado, tentativa de homicídio e organização criminosa.
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Ministro Flávio Dino marca para fevereiro o julgamento do caso Marielle na 1ª Turma do Supremo
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Flávio Dino decidiu nesta sexta-feira (5) marcar para os dias 24 e 25 de fevereiro de 2026 o julgamento sobre o caso Marielle Franco na Primeira Turma da Corte.
Alexandre de Moraes é o relator do processo, que está pronto para ir a julgamento após o encerramento da fase instrução e a entrega das alegações finais do Ministério Público, das assistentes de acusação e das defesas. Na quinta-feira (4), o ministro pediu a convocação do julgamento.
A vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes foram mortos na noite de 14 de março de 2018, no Centro da cidade. O carro em que eles estavam foi perseguido por criminosos que efetuaram disparos contra o veículo.
Respondem ao processo no STF:
– Chiquinho Brazão (deputado) e Domingos Brazão (ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Rio): apontados pela Polícia Federal como mandantes do crime.
– Rivaldo Barbosa (delegado, ex-chefe da Polícia Civil do RJ): acusado de ser o mentor intelectual do atentado.
– Ronald Paulo Alves Pereira (Major Ronald): apontado por Ronnie Lessa (preso como executor do crime) como responsável por monitorar a rotina de Marielle.
– Robson Calixto Fonseca (Peixe): ex-policial militar e ex-assessor de Domingos Brazão, suspeito de ajudar a ocultar a arma do crime e de integrar o núcleo financeiro e imobiliário do grupo.
A denúncia, já recebida integralmente pela Primeira Turma do STF, inclui os crimes de homicídio qualificado, tentativa de homicídio e organização criminosa.
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