Haddad declarou que o principal motivo para que os impactos não sejam sentidos é a boa fase da economia brasileira.
Foto: Diogo Zacarias/MF
Haddad declarou que o principal motivo para que os impactos não sejam sentidos é a boa fase da economia brasileira. (Foto: Diogo Zacarias/MF)
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta segunda-feira (2), ser cedo ainda para avaliar os impactos do conflito entre Estados Unidos e Irã sobre as variáveis macroeconômicas – a não ser que o conflito venha a escalar ainda mais. Em conversa com jornalistas, Haddad declarou que o principal motivo para que os impactos não sejam sentidos é a boa fase da economia brasileira.
“A Fazenda está acompanhando evidentemente que a escala do conflito vai determinar muita coisa. Agora a economia brasileira está num momento muito bom de atração de investimento. Então mesmo que haja uma turbulência de curto prazo, ela não deve impactar as variáveis macroeconômicas, a não ser, conforme eu disse, que esse conflito venha a escalar”, ponderou o ministro.
De acordo com ele, o Ministério da Fazenda está acompanhando o conflito, mas destacou que a economia brasileira está bem e que uma eventual escalada na guerra vai “determinar muita coisa”.
“Vamos aguardar e eventualmente estar preparados para uma piora no ambiente econômico”, disse o ministro, em rápida conversa com jornalistas antes de entrar para o auditório onde profere aula magna para o início do ano letivo dos alunos da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da Universidade de São Paulo (USP).
Haddad destacou que o Brasil tem uma pauta de exportação superavitária. “Mas ninguém está contando com isso para tirar vantagem, muito pelo contrário, o Brasil espera um mundo de paz e tranquilidade”, ponderou o ministro, acrescentando que o presidente Lula tem sido uma voz importante internacional, no sentido de buscar a paz e resolver os conflitos, e tem procurado fortalecer as Nações Unidas, o Conselho de Segurança visando o ambiente de paz.
“Mas nós vamos aguardar e eventualmente nos prevenir se houver necessidade de uma outra medida. Nesse momento nós vamos acompanhar com cautela e eventualmente estar preparado para uma piora do ambiente econômico, que nesse momento é difícil prever o que vai acontecer”, reiterou o ministro. (Com informações do portal de notícias CNN Brasil)
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Guerra no Oriente Médio: ministro da Fazenda diz que o Brasil não será afetado no curto prazo
Haddad declarou que o principal motivo para que os impactos não sejam sentidos é a boa fase da economia brasileira.
Foto: Diogo Zacarias/MF
Haddad declarou que o principal motivo para que os impactos não sejam sentidos é a boa fase da economia brasileira. (Foto: Diogo Zacarias/MF)
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta segunda-feira (2), ser cedo ainda para avaliar os impactos do conflito entre Estados Unidos e Irã sobre as variáveis macroeconômicas – a não ser que o conflito venha a escalar ainda mais. Em conversa com jornalistas, Haddad declarou que o principal motivo para que os impactos não sejam sentidos é a boa fase da economia brasileira.
“A Fazenda está acompanhando evidentemente que a escala do conflito vai determinar muita coisa. Agora a economia brasileira está num momento muito bom de atração de investimento. Então mesmo que haja uma turbulência de curto prazo, ela não deve impactar as variáveis macroeconômicas, a não ser, conforme eu disse, que esse conflito venha a escalar”, ponderou o ministro.
De acordo com ele, o Ministério da Fazenda está acompanhando o conflito, mas destacou que a economia brasileira está bem e que uma eventual escalada na guerra vai “determinar muita coisa”.
“Vamos aguardar e eventualmente estar preparados para uma piora no ambiente econômico”, disse o ministro, em rápida conversa com jornalistas antes de entrar para o auditório onde profere aula magna para o início do ano letivo dos alunos da Faculdade de Economia e Administração (FEA) da Universidade de São Paulo (USP).
Haddad destacou que o Brasil tem uma pauta de exportação superavitária. “Mas ninguém está contando com isso para tirar vantagem, muito pelo contrário, o Brasil espera um mundo de paz e tranquilidade”, ponderou o ministro, acrescentando que o presidente Lula tem sido uma voz importante internacional, no sentido de buscar a paz e resolver os conflitos, e tem procurado fortalecer as Nações Unidas, o Conselho de Segurança visando o ambiente de paz.
“Mas nós vamos aguardar e eventualmente nos prevenir se houver necessidade de uma outra medida. Nesse momento nós vamos acompanhar com cautela e eventualmente estar preparado para uma piora do ambiente econômico, que nesse momento é difícil prever o que vai acontecer”, reiterou o ministro. (Com informações do portal de notícias CNN Brasil)
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