O petista também defendeu que “a ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz”. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
A ministra interina das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha, confirmou nesse sábado (3) que não há brasileiros entre possíveis vítimas dos ataques dos Estados Unidos contra a Venezuela, durante a madrugada.
A declaração foi dada após reunião ministerial de emergência, convocada pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O encontro foi coordenado por videoconferência pelo presidente, que está em viagem de férias no Rio de Janeiro.
Após meses de especulações e operações marítimas perto da costa da Venezuela, os Estados Unidos atacaram nesta madrugada diversos pontos de Caracas e capturaram Nicolás Maduro e sua esposa.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chamou a ação militar de inaceitável e disse que ela abre um “precedente perigoso” para a América Latina.
Participaram da reunião o Ministro das Relações Exteriores, o Ministro da Defesa, o Ministro-Chefe da Casa Civil, o Ministro-Chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, além de representantes da Secretaria de Relações Institucionais e do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
O ministro da Defesa, José Múcio, afirmou que neste momento não há qualquer movimentação anormal na fronteira, mas que o governo segue acompanhando a situação (veja no vídeo acima).
A passagem, no entanto, foi fechada nesta manhã pelo governo venezuelano. Do lado brasileiro, o espaço segue aberto e as atividades estão regulares, segundo Múcio.
Mais cedo, o Ministério da Justiça publicou uma nota afirmando que se prepara para um eventual aumento do fluxo de refugiados.
Lula chamou ataque de ‘inaceitável’
Mais cedo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manifestou nas redes sociais sobre o ocorrido e afirmou que a ação militar ultrapassa a linha do que é aceitável na relação entre países.
“Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional.” Lula também afirmou que a ação militar desta madrugada é uma flagrante violação do direito internacional e abre espaço para um mundo de “violência, caos e instabilidade”.
O petista também defendeu que “a ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz”.
“A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação.” Com informações do portal G1.
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A declaração foi dada após reunião ministerial de emergência, convocada pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O encontro foi coordenado por videoconferência pelo presidente, que está em viagem de férias no Rio de Janeiro.
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O ministro da Defesa, José Múcio, afirmou que neste momento não há qualquer movimentação anormal na fronteira, mas que o governo segue acompanhando a situação (veja no vídeo acima).
A passagem, no entanto, foi fechada nesta manhã pelo governo venezuelano. Do lado brasileiro, o espaço segue aberto e as atividades estão regulares, segundo Múcio.
Mais cedo, o Ministério da Justiça publicou uma nota afirmando que se prepara para um eventual aumento do fluxo de refugiados.
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Mais cedo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manifestou nas redes sociais sobre o ocorrido e afirmou que a ação militar ultrapassa a linha do que é aceitável na relação entre países.
“Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional.”
Lula também afirmou que a ação militar desta madrugada é uma flagrante violação do direito internacional e abre espaço para um mundo de “violência, caos e instabilidade”.
O petista também defendeu que “a ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz”.
“A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação.” Com informações do portal G1.
https://www.osul.com.br/governo-diz-que-nao-ha-brasileiros-entre-possiveis-vitimas-de-ataques-dos-estados-unidos-a-venezuela/
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2026-01-03
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