Presidente em exercício defendeu a cobrança do imposto e citou a preservação de empregos.
Foto: Lula Marques/Agência Brasil
que inclui compromissos na Espanha, Alemanha e Portugal. (Foto: Lula Marques/Agência Brasil)
O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quinta-feira (16) que não há decisão do governo sobre revogar o imposto de importação sobre encomendas internacionais , a chamada “taxa das blusinhas”. Questionado por jornalistas se o governo estuda o fim da taxa, Alckmin respondeu que não há nenhuma decisão “nesse momento”. Alckmin defendeu a cobrança do imposto e citou a preservação de empregos. Lula está em viagem pela Europa, em compromissos na Espanha, Alemanha e Portugal.
“Continuo entendendo que é necessária, porque mesmo com a taxa, ainda a tarifa é menor do que a produção nacional. Se for somar em 20% o imposto de exportação mais o ICMS dos estados vai dar menos de 40%. O produtor nacional paga quase 50%. Mesmo assim, a tarifa está menor que a produção nacional”, disse durante coletiva no Palácio do Planalto.
“Importante destacar a questão do emprego, importante destacar o emprego. Preservar emprego no país”, disse.
No início da semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou a taxa aplicada sobre compras internacionais e afirmou que a medida foi desnecessária. Nesta quinta, o novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), José Guimarães (PT), defendeu o fim da medida.
“Se o governo decidir revogar, eu acho uma boa, minha opinião se eu for consultado”, disse o ministro.
Diante das críticas do presidente Lula, empresários e trabalhadores de 67 associações se mobilizaram e enviaram um ofício ao petista em protesto contra o possível fim do imposto. Os signatários do documento classificam o possível fim da “taxa das blusinhas” de medida “eleitoreira”.
A criação da taxa foi aprovada pelo Congresso, com apoio do Ministério da Fazenda, a partir da reclamação de empresários de uma “invasão” de produtos chineses de baixo valor no Brasil. Em janeiro deste ano, o governo federal arrecadou o valor R$ 425 milhões com o imposto de importação sobre encomendas internacionais, a chamada “taxa das blusinhas”.
Segundo números da Receita Federal, isso representa um crescimento de 25% na comparação com o mesmo mês do ano passado — quando a arrecadação somou R$ 340,9 milhões. No primeiro mês deste ano, foram recebidas 15,3 milhões remessas internacionais, em comparação com 11,4 milhões em janeiro de 2025. No acumulado de todo ano de 2025, a chamada taxa das blusinhas arrecadou o valor recorde de R$ 5 bilhões, ajudando o governo no atingimento da meta fiscal. (Com informações do portal de notícias g1)
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes anulou nesta quinta-feira (19) a quebra de sigilo do fundo de investimentos Arleen, aprovada pela CPI do Crime Organizado no Senado. Mendes afirmou que a quebra de sigilo é uma medida excepcional no ordenamento jurídico brasileiro e, portanto, não constitui ato próprio de investigação. Segundo o …
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. Paralelamente, o fundo de Previdência de Servidores do Rio de Janeiro também é investigado. (Foto: Reprodução) O clima entre lideranças do Congresso é de apreensão máxima com os desdobramentos da crise envolvendo o banco Master, diante da entrega ao Supremo Tribunal Federal (STF) do relatório da Polícia Federal (PF) com o resultado da perícia …
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Geraldo Alckmin defende a taxa das blusinhas e diz que não há decisão do governo sobre fim da medida
Presidente em exercício defendeu a cobrança do imposto e citou a preservação de empregos.
Foto: Lula Marques/Agência Brasil
que inclui compromissos na Espanha, Alemanha e Portugal. (Foto: Lula Marques/Agência Brasil)
O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quinta-feira (16) que não há decisão do governo sobre revogar o imposto de importação sobre encomendas internacionais , a chamada “taxa das blusinhas”. Questionado por jornalistas se o governo estuda o fim da taxa, Alckmin respondeu que não há nenhuma decisão “nesse momento”. Alckmin defendeu a cobrança do imposto e citou a preservação de empregos. Lula está em viagem pela Europa, em compromissos na Espanha, Alemanha e Portugal.
“Continuo entendendo que é necessária, porque mesmo com a taxa, ainda a tarifa é menor do que a produção nacional. Se for somar em 20% o imposto de exportação mais o ICMS dos estados vai dar menos de 40%. O produtor nacional paga quase 50%. Mesmo assim, a tarifa está menor que a produção nacional”, disse durante coletiva no Palácio do Planalto.
“Importante destacar a questão do emprego, importante destacar o emprego. Preservar emprego no país”, disse.
No início da semana, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou a taxa aplicada sobre compras internacionais e afirmou que a medida foi desnecessária. Nesta quinta, o novo ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), José Guimarães (PT), defendeu o fim da medida.
“Se o governo decidir revogar, eu acho uma boa, minha opinião se eu for consultado”, disse o ministro.
Diante das críticas do presidente Lula, empresários e trabalhadores de 67 associações se mobilizaram e enviaram um ofício ao petista em protesto contra o possível fim do imposto. Os signatários do documento classificam o possível fim da “taxa das blusinhas” de medida “eleitoreira”.
A criação da taxa foi aprovada pelo Congresso, com apoio do Ministério da Fazenda, a partir da reclamação de empresários de uma “invasão” de produtos chineses de baixo valor no Brasil. Em janeiro deste ano, o governo federal arrecadou o valor R$ 425 milhões com o imposto de importação sobre encomendas internacionais, a chamada “taxa das blusinhas”.
Segundo números da Receita Federal, isso representa um crescimento de 25% na comparação com o mesmo mês do ano passado — quando a arrecadação somou R$ 340,9 milhões. No primeiro mês deste ano, foram recebidas 15,3 milhões remessas internacionais, em comparação com 11,4 milhões em janeiro de 2025. No acumulado de todo ano de 2025, a chamada taxa das blusinhas arrecadou o valor recorde de R$ 5 bilhões, ajudando o governo no atingimento da meta fiscal. (Com informações do portal de notícias g1)
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