Ex-assessora do então presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, é alvo de operação da Polícia Federal que apura suspeitas de crimes de peculato, falsidade ideológica, uso de documento falso e corrupção
A Polícia Federal apura irregularidades na destinação de verbas públicas de emendas parlamentares.
Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
A Polícia Federal apura irregularidades na destinação de verbas públicas de emendas parlamentares. (Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados)
Principal alvo da operação da Polícia Federal (PF) contra irregularidades na destinação de verbas públicas de emendas parlamentares deflagrada nesta sexta-feira (12), Mariângela Fialek é ex-assessora do deputado federal e ex-presidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira (PP-AL).
Conhecida como Tuca, Mariângela trabalhou no gabinete de Lira entre março de 2021 e meados de 2025, quando passou a atuar na liderança do Progressistas (PP) na Casa, o partido de Lira. Atualmente, ela ocupa um cargo de natureza especial no partido, com remuneração bruta de R$ 23,7 mil.
A funcionária da Câmara foi alvo da Operação Transparência, deflagrada pela Polícia Federal, nesta sexta, para apurar irregularidades na destinação de verbas públicas de emendas parlamentares.
Segundo investigações da PF, ela exercia controle de “indicações desviadas de emendas decorrentes do orçamento secreto em benefício de provável organização criminosa voltada para a prática de desvios funcionais e crimes contra a administração pública e o sistema financeiro nacional”.
A Operação Transparência foi realizada no dia em que Tuca completa 51 anos de idade. Segundo o Boletim Administrativo da Câmara dos Deputados, Mariângela Fialek foi nomeada pelo então presidente Arthur Lira como assessora técnica da presidência em março de 2021.
Essa é a primeira aparição dela nos registros oficiais da Casa. De acordo com as investigações da PF, enquanto atuava como assessora da presidência, Fialek participou dos processos de indicação de emendas parlamentares. Ela ficou no cargo até meados de 2025.
Nesta sexta, policiais estiveram em uma sala que, segundo os registros da Casa, é destinada à Presidência da Câmara. O local começou a ser usado pela Mariângela em 2022, na gestão Lira, e fica em cima da sala da Comissão Mista de Orçamento, que tem como função cuidar das emendas.
Segundo relatos, era nessa sala que ela despachava sobre as emendas. Antes de assumir o cargo na Câmara, Mariângela era chefe da Assessoria Especial de Relações Institucionais do Ministério do Desenvolvimento Regional, sob o comando do atual senador da República, Rogério Marinho (PL-RN).
Essa é a pasta responsável pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). Durante o período em que trabalhou no Executivo, Fialek foi nomeada e reconduzida, por várias vezes, a cargos de Conselho Fiscal em diversas empresas públicas. (Com informações do portal de notícias g1)
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A Polícia Federal apura irregularidades na destinação de verbas públicas de emendas parlamentares.
Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
A Polícia Federal apura irregularidades na destinação de verbas públicas de emendas parlamentares. (Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados)
Principal alvo da operação da Polícia Federal (PF) contra irregularidades na destinação de verbas públicas de emendas parlamentares deflagrada nesta sexta-feira (12), Mariângela Fialek é ex-assessora do deputado federal e ex-presidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira (PP-AL).
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Essa é a pasta responsável pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). Durante o período em que trabalhou no Executivo, Fialek foi nomeada e reconduzida, por várias vezes, a cargos de Conselho Fiscal em diversas empresas públicas. (Com informações do portal de notícias g1)
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