“É uma honra saber que eu faço parte como ministro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva”, afirmou André Fufuca. (Foto: Câmara dos Deputados)
O ministro dos Esportes, André Fufuca (PP-MA), participou de evento ao lado do presidente Lula nessa segunda-feira (6), no Maranhão. Mesmo com ultimato de seu partido para que ele deixe o governo, Fufuca afirmou: “Eu estou com Lula”.
“Presidente, é uma honra colaborar com seu governo. É uma honra saber que eu faço parte como ministro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva”, afirmou Fufuca durante cerimônia na cidade de Imperatriz.
“É por isso que eu falo em alto e bom som, presidente. Eu estou com Lula. Eu estou com o Lula do Bolsa Família, eu tô com o Lula do Vale Gás, o Lula do Pé de Meia”, continuou o ministro.
No início de setembro, a federação partidária formada pelo União Brasil e pelo PP anunciou que filiados aos partidos deveriam deixar cargos no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O desembarque do governo faz parte da estratégia dos partidos para a eleição de 2026.
O comunicado afirmava que “em caso de descumprimento desta determinação, se dirigentes desta Federação em seus estados, haverá o afastamento em ato contínuo. Se a permanência persistir, serão adotadas as punições disciplinares previstas no Estatuto”.
Nessa segunda, Fufuca sinalizou ao presidente Lula que seguirá no governo, apesar da decisão do PP. O presidente do partido, senador Ciro Nogueira, chegou a afirmar que Fufuca teria até esta terça (7) pra sair do governo.
“Eu vou terminar minha fala, mas não meu compromisso com você. Eu queria dizer, presidente, que o importante não é justificar o erro, o importante é evitar que ele se repita. Em 2022, eu cometi um erro. Mas agora em 2026, pode ser que o meu corpo esteja amarrado, pode ser, mas minha alma, meu coração, minha força de vontade estarão livres para ajudar Luiz Inácio Lula da Silva a ser presidente do Brasil”, afirmou o ministro.
Apesar da pressão de dirigentes do partido para que Fufuca peça demissão, correligionários do ministro no partido avaliam que ele tem dito que gostaria de permanecer no governo.
Umas das alternativas em estudo para ele continuar na função seria a punição apenas pela perda do comando da federação do PP-União no Maranhão.
Nesse caso, o partido daria o comando estadual para o deputado Pedro Lucas, que é do União Brasil.
Reservadamente, há uma avaliação de que, se Fufuca perdesse o comando do partido no estado, poderia impactar na força que ele teria para conseguir uma vaga no Senado no ano que vem. Mas sem apoio de Lula, o impacto poderia ser maior.
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No início de setembro, a federação partidária formada pelo União Brasil e pelo PP anunciou que filiados aos partidos deveriam deixar cargos no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O desembarque do governo faz parte da estratégia dos partidos para a eleição de 2026.
O comunicado afirmava que “em caso de descumprimento desta determinação, se dirigentes desta Federação em seus estados, haverá o afastamento em ato contínuo. Se a permanência persistir, serão adotadas as punições disciplinares previstas no Estatuto”.
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“Eu vou terminar minha fala, mas não meu compromisso com você. Eu queria dizer, presidente, que o importante não é justificar o erro, o importante é evitar que ele se repita. Em 2022, eu cometi um erro. Mas agora em 2026, pode ser que o meu corpo esteja amarrado, pode ser, mas minha alma, meu coração, minha força de vontade estarão livres para ajudar Luiz Inácio Lula da Silva a ser presidente do Brasil”, afirmou o ministro.
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Nesse caso, o partido daria o comando estadual para o deputado Pedro Lucas, que é do União Brasil.
Reservadamente, há uma avaliação de que, se Fufuca perdesse o comando do partido no estado, poderia impactar na força que ele teria para conseguir uma vaga no Senado no ano que vem. Mas sem apoio de Lula, o impacto poderia ser maior.
https://www.osul.com.br/eu-estou-com-lula-diz-ministro-apos-ultimato-do-partido-progressistas-para-ele-deixar-o-governo/
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2025-10-06
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