Inicialmente, a escolha estava prevista para o fim de abril, mas foi antecipada pela atual presidente em razão das eleições gerais deste ano.
Foto: Luiz Roberto/TSE
Inicialmente, a escolha estava prevista para o fim de abril, mas foi antecipada pela atual presidente em razão das eleições gerais deste ano. (Foto: Luiz Roberto/TSE)
A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Cármen Lúcia, anunciou nesta quinta-feira (9) que a Corte realizará, na próxima terça-feira (14), a eleição para definir o novo comando do tribunal. A previsão é que os ministros Nunes Marques assumam a presidência e André Mendonça a vice-presidência.
Inicialmente, a escolha estava prevista para o fim de abril, mas foi antecipada pela atual presidente em razão das eleições gerais deste ano. Com a mudança, a posse dos eleitos deve ocorrer no fim de maio, antes do encerramento do mandato de Cármen Lúcia, previsto para 3 de junho.
Segundo a ministra, a decisão busca garantir uma transição mais ampla e organizada à frente da Justiça Eleitoral. “Ao ministro Kássio Nunes Marques, sucessor natural da cadeira, e juntamente com o ministro André Mendonça, sobrariam pouco mais de 100 dias para o desempenho na direção das eleições”, afirmou.
Ela acrescentou que a antecipação do processo permitirá mais equilíbrio na condução do pleito. “Decidi antecipar o procedimento para a eleição dos novos dirigentes da casa e o processo de transição para assegurar tranquilidade aos que conduzirão o processo eleitoral de outubro de 2026”, disse.
Os ministros Nunes Marques e André Mendonça deverão comandar o TSE durante as eleições gerais, quando os eleitores irão às urnas para escolher presidente da República, governadores, senadores e deputados.
Entre as prioridades indicadas por Nunes Marques a interlocutores está a adoção de medidas para reduzir a abstenção eleitoral. O ministro também deve manter parcerias com plataformas digitais para agilizar a remoção de conteúdos considerados criminosos.
Outra frente em estudo envolve o desenvolvimento, em conjunto com universidades, de ferramentas para facilitar a identificação de conteúdos produzidos com uso de inteligência artificial.
A composição da cúpula do TSE segue um sistema de rodízio previsto na Constituição. O tribunal é formado por sete ministros titulares: três oriundos do Supremo Tribunal Federal (STF), dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois advogados indicados pelo presidente da República. A presidência e a vice-presidência são ocupadas, obrigatoriamente, por ministros do STF.
Presidente e vice da Justiça Eleitoral farão gestão compartilhada na Corte. (Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE) Presidente do Tribunal Superior Eleitora (TSE), o ministro Nunes Marques decidiu inovar na Corte. Em vez de conduzir a Justiça Eleitoral de forma isolada, como fizeram outros ex-presidentes, ele vai partilhar a gestão do tribunal com o vice, ministro André Mendonça. …
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Eleição que definirá Nunes Marques como novo presidente da Justiça Eleitoral será na semana que vem, diz ministra Cármen Lúcia
Inicialmente, a escolha estava prevista para o fim de abril, mas foi antecipada pela atual presidente em razão das eleições gerais deste ano.
Foto: Luiz Roberto/TSE
Inicialmente, a escolha estava prevista para o fim de abril, mas foi antecipada pela atual presidente em razão das eleições gerais deste ano. (Foto: Luiz Roberto/TSE)
A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Cármen Lúcia, anunciou nesta quinta-feira (9) que a Corte realizará, na próxima terça-feira (14), a eleição para definir o novo comando do tribunal. A previsão é que os ministros Nunes Marques assumam a presidência e André Mendonça a vice-presidência.
Inicialmente, a escolha estava prevista para o fim de abril, mas foi antecipada pela atual presidente em razão das eleições gerais deste ano. Com a mudança, a posse dos eleitos deve ocorrer no fim de maio, antes do encerramento do mandato de Cármen Lúcia, previsto para 3 de junho.
Segundo a ministra, a decisão busca garantir uma transição mais ampla e organizada à frente da Justiça Eleitoral. “Ao ministro Kássio Nunes Marques, sucessor natural da cadeira, e juntamente com o ministro André Mendonça, sobrariam pouco mais de 100 dias para o desempenho na direção das eleições”, afirmou.
Ela acrescentou que a antecipação do processo permitirá mais equilíbrio na condução do pleito. “Decidi antecipar o procedimento para a eleição dos novos dirigentes da casa e o processo de transição para assegurar tranquilidade aos que conduzirão o processo eleitoral de outubro de 2026”, disse.
Os ministros Nunes Marques e André Mendonça deverão comandar o TSE durante as eleições gerais, quando os eleitores irão às urnas para escolher presidente da República, governadores, senadores e deputados.
Entre as prioridades indicadas por Nunes Marques a interlocutores está a adoção de medidas para reduzir a abstenção eleitoral. O ministro também deve manter parcerias com plataformas digitais para agilizar a remoção de conteúdos considerados criminosos.
Outra frente em estudo envolve o desenvolvimento, em conjunto com universidades, de ferramentas para facilitar a identificação de conteúdos produzidos com uso de inteligência artificial.
A composição da cúpula do TSE segue um sistema de rodízio previsto na Constituição. O tribunal é formado por sete ministros titulares: três oriundos do Supremo Tribunal Federal (STF), dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois advogados indicados pelo presidente da República. A presidência e a vice-presidência são ocupadas, obrigatoriamente, por ministros do STF.
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