Candidatos pretendem usar como plataforma eleitoral a defesa do impeachment de juízes do STF
Foto: Antonio Augusto/STF
Candidatos pretendem usar como plataforma eleitoral a defesa do impeachment de juízes do STF. (Foto: Antonio Augusto/STF)
As negociações são embrionárias, mas partidos do espectro de direita, como PL e Novo, preveem que é possível fazer uma aliança nas eleições para a Presidência do Senado em 2027 caso isso signifique eleger um parlamentar comprometido em levar adiante processos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Candidatos como Marcel van Hatten (Novo-RS), Deltan Dallagnol (Novo-PR), Caroline de Toni (PL-SC), Gustavo Gayer (PL-GO), Delegado Éder Mauro (PL-PA) e o segundo filho de Bolsonaro, Carlos Bolsonaro (PL-SC), pretendem usar como plataforma eleitoral a defesa do impeachment de juízes do STF como ferramenta saneadora para o reequilíbrio entre os poderes.
“No Novo o impeachment de ministros do STF é uma bandeira bastante estabelecida. As críticas ao Supremo furaram a bolha. Nós vamos precisar ver como vai ficar de fato a conformação do Senado após a eleição”, disse o presidente do Novo Eduardo Ribeiro. Das eleições passadas, que confirmaram o nome de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) com o apoio de bolsonaristas, ele diz que fica uma lição: “vamos trabalhar para que na eleição de 2027, que renovando dois terços do Senado, a gente consiga alcançar a maioria e vamos compor, se for necessário”.
“As pessoas estão cansadas não só dessa corrupção no Judiciário, mas também da covardia que impera hoje no Congresso Nacional. Então, o que as pessoas querem são homens e mulheres de coragem no Senado. Pessoas que não tenham medo de fazer o que precisa ser feito”, completa a deputada Bia Kicis (PL-DF), pré-candidata ao Senado em dobradinha com a ex-primeira-dama Michele Bolsonaro.
“Primeiro vamos ver como vai ser o resultado das urnas, mas temos que eleger um presidente [do Senado] que tem a coragem de fazer o que tem que ser feito. No dia seguinte ele dá encaminhamento a um pedido de impeachment”, afirma a parlamentar. Mesmo com o diagnóstico de que o Supremo vive o pior momento de sua história recente, o presidente resolveu enviar aos senadores o nome do advogado-geral da União Jorge Messias, indicado para preencher a 11ª vaga de ministro do STF, quase cinco meses depois de anunciado pelo Palácio do Planalto.
Cabe ao Senado, em parte enredado no escândalo do Master, fazer questionamentos ao indicado e decidir se ele está apto a ocupar a vaga aberta desde outubro passado com a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso. (Com informações da Revista Veja)
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Direita quer aliança para eleger presidente do Senado pró-impeachment de ministros do Supremo
Candidatos pretendem usar como plataforma eleitoral a defesa do impeachment de juízes do STF
Foto: Antonio Augusto/STF
Candidatos pretendem usar como plataforma eleitoral a defesa do impeachment de juízes do STF. (Foto: Antonio Augusto/STF)
As negociações são embrionárias, mas partidos do espectro de direita, como PL e Novo, preveem que é possível fazer uma aliança nas eleições para a Presidência do Senado em 2027 caso isso signifique eleger um parlamentar comprometido em levar adiante processos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Candidatos como Marcel van Hatten (Novo-RS), Deltan Dallagnol (Novo-PR), Caroline de Toni (PL-SC), Gustavo Gayer (PL-GO), Delegado Éder Mauro (PL-PA) e o segundo filho de Bolsonaro, Carlos Bolsonaro (PL-SC), pretendem usar como plataforma eleitoral a defesa do impeachment de juízes do STF como ferramenta saneadora para o reequilíbrio entre os poderes.
“No Novo o impeachment de ministros do STF é uma bandeira bastante estabelecida. As críticas ao Supremo furaram a bolha. Nós vamos precisar ver como vai ficar de fato a conformação do Senado após a eleição”, disse o presidente do Novo Eduardo Ribeiro. Das eleições passadas, que confirmaram o nome de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) com o apoio de bolsonaristas, ele diz que fica uma lição: “vamos trabalhar para que na eleição de 2027, que renovando dois terços do Senado, a gente consiga alcançar a maioria e vamos compor, se for necessário”.
“As pessoas estão cansadas não só dessa corrupção no Judiciário, mas também da covardia que impera hoje no Congresso Nacional. Então, o que as pessoas querem são homens e mulheres de coragem no Senado. Pessoas que não tenham medo de fazer o que precisa ser feito”, completa a deputada Bia Kicis (PL-DF), pré-candidata ao Senado em dobradinha com a ex-primeira-dama Michele Bolsonaro.
“Primeiro vamos ver como vai ser o resultado das urnas, mas temos que eleger um presidente [do Senado] que tem a coragem de fazer o que tem que ser feito. No dia seguinte ele dá encaminhamento a um pedido de impeachment”, afirma a parlamentar. Mesmo com o diagnóstico de que o Supremo vive o pior momento de sua história recente, o presidente resolveu enviar aos senadores o nome do advogado-geral da União Jorge Messias, indicado para preencher a 11ª vaga de ministro do STF, quase cinco meses depois de anunciado pelo Palácio do Planalto.
Cabe ao Senado, em parte enredado no escândalo do Master, fazer questionamentos ao indicado e decidir se ele está apto a ocupar a vaga aberta desde outubro passado com a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso. (Com informações da Revista Veja)
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