Ex-governador de Minas foi a encontro com prefeitos em Brasília e fez promessas de pré-campanha.
Foto: Reprodução de TV
Ex-governador de Minas foi a encontro com prefeitos em Brasília e fez promessas de pré-campanha. (Foto: Reprodução de TV)
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), pré-candidato à Presidência, afirmou nesta quarta-feira (20) que apresentará um “plano implacável” com um eventual governo. Em resposta a críticas que recebeu do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, Zema disse que o País não anda “em tapete vermelho”.
O ex-governador falou que o “Brasil é roubado pelos intocáveis que vivem” na capital e proferiu uma possível indireta ao ministro da Corte Gilmar Mendes: “O Brasil de verdade não anda em tapete vermelho nem fala português rebuscado”. Em abril, Gilmar disse que Zema fala um “dialeto próximo ao português”.
Na 27ª Marcha dos Prefeitos, em Brasília, o ex-governador voltou a criticar a relação entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo Zema, “banqueiro bandido” vai atrás de quem o recebe bem.
“Apesar de morar em Belo Horizonte, que é a mesma cidade do banqueiro bandido, eu nunca tive uma reunião com ele, nem oficial, nem informal. Não tenho ele na minha agenda de telefone. Me parece que esse banqueiro bandido foi atrás de pessoas para quem ele via que seria bem recebido”, declarou a jornalistas.
Zema reafirmou que não comporá chapa com Flávio e que pretende levar sua candidatura à Presidência “até o fim”. Disse, porém, que apoiará “quem for” a um eventual segundo turno contra o PT, dando a entender que um endosso a Flávio não estaria descartado.
“Depois que vi o que o PT fez em Minas, vou ficar o resto da vida apoiando quem estiver contra o PT, qualquer um que seja. Vou estar no segundo turno contra o PT”, falou.
Zema voltou a cobrar respostas de Flávio: “Continuo dizendo que fiquei decepcionado. As explicações para mim não foram convincentes e precisamos tê-las. O Brasil precisa de um presidente que, para fazer as mudanças necessárias, precisa ter credibilidade”, disse.
Zema disse ainda ter se “desencontrado” com Flávio desde a semana passada, quando vieram à tona as conversas entre Vorcaro e Flávio. Reafirmou, porém, estar disponível a conversar com o “zero um”: “Ele me ligou nesse período. Assim que cheguei, liguei e me informaram depois que ele também estava viajando. Mas falei com ele que estou disponível. Quando ele quiser ligar, à disposição”.
Na semana passada, Zema publicou um vídeo com crítica ao senador: “Flávio Bolsonaro, ouvir você cobrando dinheiro do Vorcaro é imperdoável. É um tapa na cara dos brasileiros de bem. Não adianta nada criticar as práticas de Lula e do PT e fazer a mesma coisa”, disse.
No dia seguinte, Flávio Bolsonaro afirmou que Zema se precipitou ao atacá-lo. “Ele se equivocou em se antecipar e me pré-condenar. Ele se equivocou. Jamais faria isso com ele”.
Zema voltou a prometer que fará privatizações se for eleito. “Poupar, privatizar, não roubar e prosperar. Comigo, o governo federal vai gastar menos do que arrecada. A dívida pública vai cair, os juros também vão cair e vamos deixar de ser um País de endividados”, declarou.
Zema acenou aos prefeitos e disse que, durante seu governo em Minas, nunca diferenciou o tratamento dado a prefeitos de esquerda e de direita: “Hoje, vocês prefeitos estão sufocados. A União está rezando com o joelho dos outros. Vocês são maltratados pelas obrigações sem recursos”.
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Depois de críticas do ministro Gilmar Mendes, Romeu Zema reage: “O Brasil de verdade não fala português rebuscado”
Ex-governador de Minas foi a encontro com prefeitos em Brasília e fez promessas de pré-campanha.
Foto: Reprodução de TV
Ex-governador de Minas foi a encontro com prefeitos em Brasília e fez promessas de pré-campanha. (Foto: Reprodução de TV)
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), pré-candidato à Presidência, afirmou nesta quarta-feira (20) que apresentará um “plano implacável” com um eventual governo. Em resposta a críticas que recebeu do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, Zema disse que o País não anda “em tapete vermelho”.
O ex-governador falou que o “Brasil é roubado pelos intocáveis que vivem” na capital e proferiu uma possível indireta ao ministro da Corte Gilmar Mendes: “O Brasil de verdade não anda em tapete vermelho nem fala português rebuscado”. Em abril, Gilmar disse que Zema fala um “dialeto próximo ao português”.
Na 27ª Marcha dos Prefeitos, em Brasília, o ex-governador voltou a criticar a relação entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo Zema, “banqueiro bandido” vai atrás de quem o recebe bem.
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Zema reafirmou que não comporá chapa com Flávio e que pretende levar sua candidatura à Presidência “até o fim”. Disse, porém, que apoiará “quem for” a um eventual segundo turno contra o PT, dando a entender que um endosso a Flávio não estaria descartado.
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Zema voltou a cobrar respostas de Flávio: “Continuo dizendo que fiquei decepcionado. As explicações para mim não foram convincentes e precisamos tê-las. O Brasil precisa de um presidente que, para fazer as mudanças necessárias, precisa ter credibilidade”, disse.
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Na semana passada, Zema publicou um vídeo com crítica ao senador: “Flávio Bolsonaro, ouvir você cobrando dinheiro do Vorcaro é imperdoável. É um tapa na cara dos brasileiros de bem. Não adianta nada criticar as práticas de Lula e do PT e fazer a mesma coisa”, disse.
No dia seguinte, Flávio Bolsonaro afirmou que Zema se precipitou ao atacá-lo. “Ele se equivocou em se antecipar e me pré-condenar. Ele se equivocou. Jamais faria isso com ele”.
Zema voltou a prometer que fará privatizações se for eleito. “Poupar, privatizar, não roubar e prosperar. Comigo, o governo federal vai gastar menos do que arrecada. A dívida pública vai cair, os juros também vão cair e vamos deixar de ser um País de endividados”, declarou.
Zema acenou aos prefeitos e disse que, durante seu governo em Minas, nunca diferenciou o tratamento dado a prefeitos de esquerda e de direita: “Hoje, vocês prefeitos estão sufocados. A União está rezando com o joelho dos outros. Vocês são maltratados pelas obrigações sem recursos”.
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