Leitura do relatório final. (Foto: Agência Câmara)
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS rejeitou o relatório proposto pelo deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), por 19 votos a 12.
A rejeição do relatório contou com votos de parlamentares da base governista e do Centrão. Já os favoráveis ao texto fazem oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Congresso.
O relatório de Gaspar recomendava o indiciamento de mais de 200 pessoas. Entre elas, parlamentares, ex‑ministros, dirigentes de estatais e entidades associativas, além do filho do presidente da República, o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”
Veja como votaram os integrantes da comissão:
A favor
Magno Malta (PL-ES), senador Marcio Bittar (PL-AC), senador Izalci Lucas (PL-DF), senador Eduardo Girão (Novo-CE), senador Rogério Marinho (PL-RN), senador Damares Alves (Republicanos-DF), senadora Coronel Fernanda (PL-MT), deputada Coronel Chrisostomo (PL-RO), deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS), deputado Alfredo Gaspar (União-AL), deputado e relator da CPMI Bia Kicis (PL-DF), deputada Adriana Ventura (Novo-SP), deputada
A sessão da CPMI teve 15 horas e 30 minutos de duração. Começou às 9h44 da sexta-feira (27) e foi encerrada às 01h14 do sábado (28).
O início foi marcado por um tumulto entre o relator, Alfredo Gaspar, e o governista Lindbergh Farias. Os dois trocaram ofensas antes da leitura do relatório por Gaspar.
O colegiado chega ao fim após sete meses de trabalhos, sem ter um documento formal.
Com a derrubada do relatório de Gaspar, o presidente da CPMI, Carlos Viana (Podemos-MG), não quis colocar em votação um relatório elaborado por governistas, que pedia o indiciamento de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), entre outras pessoas.
Após o encerramento da sessão, o presidente da CPMI afirmou que uma cópia do relatório de Gaspar será enviada para o Supremo Tribunal Federal (STF), a Procuradoria-Geral da República (PGR) e órgãos de fiscalização e investigação. (Com informações do g1 e Veja)
A aprovação ao governo Lula é maior na região Nordeste, com 60%, seguido de Centro-Oeste/Norte (45%), Sudeste (41%) e Sul (39%). Já a desaprovação à gestão petista é maior no Sul (60%), Sudeste (55%), Centro-Oeste/Norte (52%) e Nordeste (37%).
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Como votaram os parlamentares que analisaram relatório da CPMI do INSS
Leitura do relatório final. (Foto: Agência Câmara)
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS rejeitou o relatório proposto pelo deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), por 19 votos a 12.
A rejeição do relatório contou com votos de parlamentares da base governista e do Centrão. Já os favoráveis ao texto fazem oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Congresso.
O relatório de Gaspar recomendava o indiciamento de mais de 200 pessoas. Entre elas, parlamentares, ex‑ministros, dirigentes de estatais e entidades associativas, além do filho do presidente da República, o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”
Veja como votaram os integrantes da comissão:
A favor
Magno Malta (PL-ES), senador
Marcio Bittar (PL-AC), senador
Izalci Lucas (PL-DF), senador
Eduardo Girão (Novo-CE), senador
Rogério Marinho (PL-RN), senador
Damares Alves (Republicanos-DF), senadora
Coronel Fernanda (PL-MT), deputada
Coronel Chrisostomo (PL-RO), deputado
Marcel Van Hattem (Novo-RS), deputado
Alfredo Gaspar (União-AL), deputado e relator da CPMI
Bia Kicis (PL-DF), deputada
Adriana Ventura (Novo-SP), deputada
Contra
Soraya Thronicke (Podemos-MS), senadora
Randolfe Rodrigues (Rede-AP), senador
Jaques Wagner (PT-BA), senador
Eliziane Gama (PSD-MA), senadora
Humberto Costa (PT-PE), senador
Jussara Lima (PSD-PI), senadora
Rogério Carvalho (PT-SE), senador
Augusta Brito (PT-CE), senadora
Teresa Leitão (PT-PE), senadora
Meire Serafim (União Brasil-AC), deputada
Átila Lira (PP-PI), deputado
Orlando Silva (PCdoB-SP), deputado
Rogério Correia (PT-MG), deputado
Ricardo Ayres (Republicanos-TO), deputado
Alencar Santana (PT-SP), deputado
Paulo Pimenta (PT-RS), deputado
Lindbergh Farias (PT-RJ), deputado
Neto Carletto (Avante-BA), deputado
Dorinaldo Malafaia (PDT-AP), deputado
Sessão de 16 horas
A sessão da CPMI teve 15 horas e 30 minutos de duração. Começou às 9h44 da sexta-feira (27) e foi encerrada às 01h14 do sábado (28).
O início foi marcado por um tumulto entre o relator, Alfredo Gaspar, e o governista Lindbergh Farias. Os dois trocaram ofensas antes da leitura do relatório por Gaspar.
O colegiado chega ao fim após sete meses de trabalhos, sem ter um documento formal.
Com a derrubada do relatório de Gaspar, o presidente da CPMI, Carlos Viana (Podemos-MG), não quis colocar em votação um relatório elaborado por governistas, que pedia o indiciamento de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), entre outras pessoas.
Após o encerramento da sessão, o presidente da CPMI afirmou que uma cópia do relatório de Gaspar será enviada para o Supremo Tribunal Federal (STF), a Procuradoria-Geral da República (PGR) e órgãos de fiscalização e investigação. (Com informações do g1 e Veja)
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