Paulinho da Força, relator do projeto de redução de penas, apresentou proposta aos petistas. (Foto: Billy Boss/Câmara dos Deputados)
O relator do projeto de redução de penas aos condenados por ataques golpistas, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), realizou uma reunião com a bancada do Partido dos Trabalhadores (PT) para tratar da proposta em tramitação na Câmara dos Deputados. Ao final do encontro, Paulinho da Força ouviu um coro de “sem anistia” por parte dos deputados petistas, que manifestaram claramente sua posição contrária à iniciativa.
Apesar da discordância expressa pelo PT e do posicionamento fechado do partido contra o projeto, o clima da reunião foi descrito como amistoso e respeitoso. Durante o início de uma entrevista coletiva concedida por Paulinho da Força e pelo líder do PT, Lindbergh Farias (PT), foi possível notar que as palavras de ordem contra o projeto foram imediatamente repreendidas, ainda que de maneira descontraída e acompanhadas de risos pelo líder petista.
Lindbergh Farias comentou que, mesmo diante da oposição ao projeto, o PT permanece aberto ao diálogo. “Pelo menos aqui ninguém fez gravação de vídeo, teve uma reunião educada”, afirmou, em referência aos ataques recentes sofridos por Paulinho da Força na reunião da bancada do PL, ocorrida na terça-feira (23). A declaração ressaltou o tom civilizado do encontro, mesmo diante das divergências políticas evidentes.
Durante a coletiva, o deputado Paulinho da Força afirmou que o projeto de redução de penas deve ser levado a votação no plenário da Câmara na próxima terça (30). Ele também mencionou que, caso a votação do projeto não ocorra nessa data, é possível que o projeto que prevê o aumento da isenção do Imposto de Renda, programado para ser votado na quarta (1º), também seja postergado. Essa declaração foi interpretada por deputados petistas como uma forma de chantagem política.
Após a entrevista, Paulinho da Força se dirigiu para uma nova reunião, desta vez com a bancada do PSDB, buscando ampliar o apoio ao seu projeto. Ao longo desta semana, o relator está promovendo uma série de encontros com representantes de diversos partidos na Câmara para tentar assegurar a maioria necessária para aprovar a redução das penas. Ele já se reuniu com as bancadas do PL, MDB, Republicanos, Solidariedade, Avante e PT. Para essa quarta ainda estavam agendadas reuniões com os partidos União Brasil, PP e Podemos. (Com informações da Folha de S.Paulo)
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Durante a coletiva, o deputado Paulinho da Força afirmou que o projeto de redução de penas deve ser levado a votação no plenário da Câmara na próxima terça (30). Ele também mencionou que, caso a votação do projeto não ocorra nessa data, é possível que o projeto que prevê o aumento da isenção do Imposto de Renda, programado para ser votado na quarta (1º), também seja postergado. Essa declaração foi interpretada por deputados petistas como uma forma de chantagem política.
Após a entrevista, Paulinho da Força se dirigiu para uma nova reunião, desta vez com a bancada do PSDB, buscando ampliar o apoio ao seu projeto. Ao longo desta semana, o relator está promovendo uma série de encontros com representantes de diversos partidos na Câmara para tentar assegurar a maioria necessária para aprovar a redução das penas. Ele já se reuniu com as bancadas do PL, MDB, Republicanos, Solidariedade, Avante e PT. Para essa quarta ainda estavam agendadas reuniões com os partidos União Brasil, PP e Podemos. (Com informações da Folha de S.Paulo)
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2025-09-24
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