Na terça (26), Flávio já havia se encontrado com Donald Trump.(Foto: Reprodução)
O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reuniu-se em Washington nessa quarta-feira (27) com o vice-secretário de Estado dos EUA, Christopher Landau, e com Darren Beattie, enviado do presidente norte-americano, Donald Trump, para o Brasil.
Os encontros foram confirmados pelo jornalista Paulo Figueiredo, aliado da família Bolsonaro.
O senador, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro – que cumpre pena em prisão domiciliar – havia se reunido na terça (26) com Trump no Salão Oval da Casa Branca.
Dentre os temas que foram abordados na conversa estão a segurança pública, cooperação internacional no combate ao crime organizado e investimentos estratégicos.
A Casa Branca tem interesse em classificar as facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, medida vista com simpatia por Flávio, segundo interlocutores da viagem.
Uma comitiva acompanhou Flávio em Washington. Esperaram o senador, do lado de fora, os deputados estaduais Cristiano Capporezzo (PL-MG), Leandro de Jesus (PL-BA), Gil Diniz (PL-SP) e Paulo Mansur (PL-SP) e o vereador de Manaus, Coronel Rooses (PL).
“Um dos temas de interesse da Casa Branca é tratar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Essa abordagem é vista com bons olhos por Flávio, uma vez que ele pretende adotar uma política pública de tolerância zero contra o crime”, disse Caporezzo logo antes da reunião.
Já Leandro de Jesus afirmou que a reunião de terça partiu de um convite do governo americano:
“O convite partiu do presidente Donald Trump. Isso é resultado do desempenho do Flávio e a expectativa de que ele seja presidente do Brasil em 2027.”
Uma foto de Flávio ao lado do presidente americano vinha sendo tratada como uma das principais apostas da pré-candidatura para interromper o ciclo de desgaste provocado pelas revelações envolvendo o financiamento do filme “Dark Horse”, produção audiovisual sobre Jair Bolsonaro ligada ao entorno de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.
Mensagens e áudios revelados pelo portal “Intercept Brasil” mostram que Flávio pediu recursos ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o projeto. No total, R$ 61 milhões teriam sido efetivamente repassados.
Além da reunião com Trump, Flávio também teve encontros com interlocutores ligados ao Partido Republicano e assessores próximos do Departamento de Estado americano. Segundo integrantes da campanha, as conversas incluíram temas ligados à cooperação em segurança pública, combate ao crime organizado, minerais críticos e tarifas comerciais envolvendo exportações brasileiras.
Flávio deve retornar ao Brasil nesta quinta (28). Na sexta-feira (29), o senador tem agenda prevista em Curitiba (PR). (Com informações da Reuters e do jornal O Globo)
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Após encontro com Trump, Flávio Bolsonaro se reuniu com autoridades dos Estados Unidos em Washington
Na terça (26), Flávio já havia se encontrado com Donald Trump.(Foto: Reprodução)
O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reuniu-se em Washington nessa quarta-feira (27) com o vice-secretário de Estado dos EUA, Christopher Landau, e com Darren Beattie, enviado do presidente norte-americano, Donald Trump, para o Brasil.
Os encontros foram confirmados pelo jornalista Paulo Figueiredo, aliado da família Bolsonaro.
O senador, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro – que cumpre pena em prisão domiciliar – havia se reunido na terça (26) com Trump no Salão Oval da Casa Branca.
Dentre os temas que foram abordados na conversa estão a segurança pública, cooperação internacional no combate ao crime organizado e investimentos estratégicos.
A Casa Branca tem interesse em classificar as facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, medida vista com simpatia por Flávio, segundo interlocutores da viagem.
Uma comitiva acompanhou Flávio em Washington. Esperaram o senador, do lado de fora, os deputados estaduais Cristiano Capporezzo (PL-MG), Leandro de Jesus (PL-BA), Gil Diniz (PL-SP) e Paulo Mansur (PL-SP) e o vereador de Manaus, Coronel Rooses (PL).
“Um dos temas de interesse da Casa Branca é tratar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Essa abordagem é vista com bons olhos por Flávio, uma vez que ele pretende adotar uma política pública de tolerância zero contra o crime”, disse Caporezzo logo antes da reunião.
Já Leandro de Jesus afirmou que a reunião de terça partiu de um convite do governo americano:
“O convite partiu do presidente Donald Trump. Isso é resultado do desempenho do Flávio e a expectativa de que ele seja presidente do Brasil em 2027.”
Uma foto de Flávio ao lado do presidente americano vinha sendo tratada como uma das principais apostas da pré-candidatura para interromper o ciclo de desgaste provocado pelas revelações envolvendo o financiamento do filme “Dark Horse”, produção audiovisual sobre Jair Bolsonaro ligada ao entorno de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.
Mensagens e áudios revelados pelo portal “Intercept Brasil” mostram que Flávio pediu recursos ao banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o projeto. No total, R$ 61 milhões teriam sido efetivamente repassados.
Além da reunião com Trump, Flávio também teve encontros com interlocutores ligados ao Partido Republicano e assessores próximos do Departamento de Estado americano. Segundo integrantes da campanha, as conversas incluíram temas ligados à cooperação em segurança pública, combate ao crime organizado, minerais críticos e tarifas comerciais envolvendo exportações brasileiras.
Flávio deve retornar ao Brasil nesta quinta (28). Na sexta-feira (29), o senador tem agenda prevista em Curitiba (PR). (Com informações da Reuters e do jornal O Globo)
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