Pré-candidatos já levantaram suas bandeiras de campanha nas redes para atrair votos perdidos pelo filho de Jair Bolsonaro. (Foto: Agência Senado)
Neste momento, após a revelação do áudio da conversa entre o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) e o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, o importante não é olhar para a candidatura e se ela continua ou não, porque essa é uma decisão tomada pelo clã Bolsonaro e que, muitas vezes, não segue a lógica política.
Agora, é importante olhar para o eleitor antipetista que não quer a continuidade do governo Lula (PT). Esse eleitor, mesmo olhando para um Flávio Bolsonaro (PL) enfraquecido, desidratado e sem chances de derrotar o atual presidente em um segundo turno, vai procurar alguém com essa capacidade.
Nesse cenário, Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (NOVO) e Renan Santos (Missão) já agiram com rapidez, cada um com uma estratégia, esperando que o voto anti-Lula caia no colo deles.
No posicionamento divulgado na noite de ontem, Caiado empunhou a bandeira do antipetismo e manteve uma cegueira deliberada para a “tomação e grana” de Flávio e Vorcaro.
Já Zema, que foi o primeiro a se posicionar, disse que a atitude do filho mais velho de Jair Bolsonaro é um “tapa na cara do Brasil” e se posicionou com a sua bandeira da moralidade.
Enquanto isso, Renan Santos, o mais novo entre os pré-candidatos e que aparece filiado a um partido recém-criado, impõe a bandeira do anti-sistema, afirmando que os bandidos da política estão tanto do lado petista quanto do lado bolsonarista.
Empresários
Empresários reunidos em Nova York para a Brasil Week relataram à CNN Brasil que o clima era de perplexidade após o vazamento do áudio de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pedindo recursos a Daniel Vorcaro para o filme biográfico de seu pai.
O assunto foi o tema principal das conversas no evento e também nas reuniões ao longo do dia. Alguns dos participantes lamentaram a revelação do áudio e outros comentaram que foi uma “bomba”.
A festa aconteceu após o jantar de gala do Person of The Year, uma premiação promovida desde 1970 pela Câmara de Comércio Brasil-EUA, que evoluiu para a semana de encontros da Brasil Week.
A sensação entre os empresários é que a situação ficou insustentável para Flávio Bolsonaro. Alguns dizem que, entre os bolsonaristas, o áudio pode até não ter impacto, mas acaba afastando o eleitor indeciso e de centro, o que é fatal para a campanha.
Por isso, o mercado e a elite empresarial conversaram sobre candidaturas alternativas no campo da direita, dentro ou fora do bolsonarismo. (Com informações do colunista Octavio Guedes, do portal de notícias g1 e da CNN Brasil)
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Após áudio de Flávio Bolsonaro com Vorcaro, pré-candidatos já disputam o voto útil antipetista
Pré-candidatos já levantaram suas bandeiras de campanha nas redes para atrair votos perdidos pelo filho de Jair Bolsonaro. (Foto: Agência Senado)
Neste momento, após a revelação do áudio da conversa entre o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) e o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, o importante não é olhar para a candidatura e se ela continua ou não, porque essa é uma decisão tomada pelo clã Bolsonaro e que, muitas vezes, não segue a lógica política.
Agora, é importante olhar para o eleitor antipetista que não quer a continuidade do governo Lula (PT). Esse eleitor, mesmo olhando para um Flávio Bolsonaro (PL) enfraquecido, desidratado e sem chances de derrotar o atual presidente em um segundo turno, vai procurar alguém com essa capacidade.
Nesse cenário, Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (NOVO) e Renan Santos (Missão) já agiram com rapidez, cada um com uma estratégia, esperando que o voto anti-Lula caia no colo deles.
No posicionamento divulgado na noite de ontem, Caiado empunhou a bandeira do antipetismo e manteve uma cegueira deliberada para a “tomação e grana” de Flávio e Vorcaro.
Já Zema, que foi o primeiro a se posicionar, disse que a atitude do filho mais velho de Jair Bolsonaro é um “tapa na cara do Brasil” e se posicionou com a sua bandeira da moralidade.
Enquanto isso, Renan Santos, o mais novo entre os pré-candidatos e que aparece filiado a um partido recém-criado, impõe a bandeira do anti-sistema, afirmando que os bandidos da política estão tanto do lado petista quanto do lado bolsonarista.
Empresários
Empresários reunidos em Nova York para a Brasil Week relataram à CNN Brasil que o clima era de perplexidade após o vazamento do áudio de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pedindo recursos a Daniel Vorcaro para o filme biográfico de seu pai.
O assunto foi o tema principal das conversas no evento e também nas reuniões ao longo do dia. Alguns dos participantes lamentaram a revelação do áudio e outros comentaram que foi uma “bomba”.
A festa aconteceu após o jantar de gala do Person of The Year, uma premiação promovida desde 1970 pela Câmara de Comércio Brasil-EUA, que evoluiu para a semana de encontros da Brasil Week.
A sensação entre os empresários é que a situação ficou insustentável para Flávio Bolsonaro. Alguns dizem que, entre os bolsonaristas, o áudio pode até não ter impacto, mas acaba afastando o eleitor indeciso e de centro, o que é fatal para a campanha.
Por isso, o mercado e a elite empresarial conversaram sobre candidaturas alternativas no campo da direita, dentro ou fora do bolsonarismo. (Com informações do colunista Octavio Guedes, do portal de notícias g1 e da CNN Brasil)
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