Roberta Luchsinger está disposta a falar aos investigadores da Polícia Federal. (Foto: Reprodução/Instagram)
A empresária Roberta Luchsinger vai dizer a investigadores da Polícia Federal (PF), quando for ouvida no caso do escândalo do INSS, que é amiga de infância de Lulinha, mas que nem ela nem ele cometeram crimes contra aposentados.
Roberta vai sustentar que não sabia das atividades ilícitas de Antônio Carlos Camilo, o Careca do INSS, e que chegou até a pesquisar antecedentes do empresário, apontado como cabeça das fraudes bilionárias contra aposentados, e não encontrou registros que o desabonassem.
A amiga de Lulinha também vai reforçar que sua intenção, ao fazer negócios com o Careca do INSS, estava focada num empreendimento sobre maconha medicinal, a partir da empresa World Cannabis.
Já sobre as provas de que ela tentou avisar o Careca do INSS que descartasse celulares, diante da ação da Polícia Federal, foi apenas uma… brincadeira.
Em tempo, é altamente improvável, diante das provas já colhidas pela Polícia Federal e das delações em curso no caso do INSS, que alguma dessas declarações da empresária parem de pé.
Perfil
Roberta Luchsinger é neta e herdeira de um ex-acionista do banco Credit Suisse e ex-companheira do delegado da PF Protógenes Queiroz.
Em dezembro do ano passado, ela foi alvo de mandado de busca e apreensão em um endereço em Higienópolis, bairro nobre de São Paulo.
A empresária é apontada pela PF como integrante do núcleo político da organização criminosa montada para desviar recursos dos aposentados e liderada por Antonio Carlos Camilo Antunes, o “careca do INSS”.
Em suas redes sociais, Roberta comemorou a condenação e inelegibilidade do ex-procurador da República e coordenador da Operação Lava-Jato Deltan Dallagnol.
Em novembro, a empresária fez uma postagem sobre a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro: “Grande Dia para o Brasil”.
A empresária também parabenizou Jorge Messias por sua indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF) e coleciona postagens em apoio a Lula e com críticas a parlamentares da direita, como Carla Zambelli.
Em 2017, a empresária prometeu presentear Lula com R$ 500 mil depois que o ex-presidente foi condenado e teve os bens bloqueados por decisão do então juiz Sérgio Moro.
Na oportunidade Roberta lançou um movimento de apoio financeiro ao ex-presidente após ele ter quase R$ 10 milhões em planos de previdência e contas bancárias bloqueados pela Justiça com a condenação no caso do triplex do Guarujá.
Roberta afirmou que doaria cerca de meio milhão de reais ao petista em dinheiro, joias, roupas e acessórios de grife que, segundo ela, poderiam ser justamente penhorados. (Com informações da revista Veja e do portal de notícias g1)
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Amiga de Lulinha já tem versão pronta a apresentar sobre o escândalo do INSS
Roberta Luchsinger está disposta a falar aos investigadores da Polícia Federal. (Foto: Reprodução/Instagram)
A empresária Roberta Luchsinger vai dizer a investigadores da Polícia Federal (PF), quando for ouvida no caso do escândalo do INSS, que é amiga de infância de Lulinha, mas que nem ela nem ele cometeram crimes contra aposentados.
Roberta vai sustentar que não sabia das atividades ilícitas de Antônio Carlos Camilo, o Careca do INSS, e que chegou até a pesquisar antecedentes do empresário, apontado como cabeça das fraudes bilionárias contra aposentados, e não encontrou registros que o desabonassem.
A amiga de Lulinha também vai reforçar que sua intenção, ao fazer negócios com o Careca do INSS, estava focada num empreendimento sobre maconha medicinal, a partir da empresa World Cannabis.
Já sobre as provas de que ela tentou avisar o Careca do INSS que descartasse celulares, diante da ação da Polícia Federal, foi apenas uma… brincadeira.
Em tempo, é altamente improvável, diante das provas já colhidas pela Polícia Federal e das delações em curso no caso do INSS, que alguma dessas declarações da empresária parem de pé.
Perfil
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Em dezembro do ano passado, ela foi alvo de mandado de busca e apreensão em um endereço em Higienópolis, bairro nobre de São Paulo.
A empresária é apontada pela PF como integrante do núcleo político da organização criminosa montada para desviar recursos dos aposentados e liderada por Antonio Carlos Camilo Antunes, o “careca do INSS”.
Em suas redes sociais, Roberta comemorou a condenação e inelegibilidade do ex-procurador da República e coordenador da Operação Lava-Jato Deltan Dallagnol.
Em novembro, a empresária fez uma postagem sobre a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro: “Grande Dia para o Brasil”.
A empresária também parabenizou Jorge Messias por sua indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF) e coleciona postagens em apoio a Lula e com críticas a parlamentares da direita, como Carla Zambelli.
Em 2017, a empresária prometeu presentear Lula com R$ 500 mil depois que o ex-presidente foi condenado e teve os bens bloqueados por decisão do então juiz Sérgio Moro.
Na oportunidade Roberta lançou um movimento de apoio financeiro ao ex-presidente após ele ter quase R$ 10 milhões em planos de previdência e contas bancárias bloqueados pela Justiça com a condenação no caso do triplex do Guarujá.
Roberta afirmou que doaria cerca de meio milhão de reais ao petista em dinheiro, joias, roupas e acessórios de grife que, segundo ela, poderiam ser justamente penhorados. (Com informações da revista Veja e do portal de notícias g1)
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