Segundo Sachsida, o documento reconhece que Bolsonaro apresenta um quadro clínico considerado grave, com riscos concretos à vida.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Arquivo
Segundo Sachsida, o documento reconhece que Bolsonaro apresenta um quadro clínico considerado grave, com riscos concretos à vida. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Arquivo)
Integrante da equipe de defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, o economista e advogado Adolfo Sachsida afirmou que o laudo elaborado pela Polícia Federal (PF) não se posiciona de forma contrária ao pedido de substituição do regime de prisão atual por prisão domiciliar. A manifestação foi feita por meio de publicação na rede social X, após a divulgação do parecer técnico sobre o estado de saúde do ex-presidente.
Segundo Sachsida, o documento reconhece que Bolsonaro apresenta um quadro clínico considerado grave, com riscos concretos à vida, incluindo a possibilidade de óbito. Para o advogado, esse ponto reforça a tese da defesa de que o atual regime de custódia é incompatível com as condições de saúde do ex-presidente.
O defensor também destaca que o laudo aponta não haver necessidade de cuidados hospitalares contínuos, o que, segundo ele, não contraria o pedido apresentado ao Supremo Tribunal Federal (STF). A defesa, afirma Sachsida, não solicitou a internação hospitalar de Bolsonaro, mas sim a possibilidade de acompanhamento médico permanente em regime domiciliar.
De acordo com a argumentação apresentada, o próprio laudo da PF reconhece a necessidade de cuidados médicos contínuos, ainda que fora de ambiente hospitalar. Para a defesa, esse entendimento reforça a incompatibilidade do estado de saúde do ex-presidente com o regime de prisão atualmente imposto.
A linha de argumentação exposta na rede social é a mesma adotada em nota divulgada pela defesa na última sexta-feira (6), quando se tornou público o teor do laudo elaborado pela Polícia Federal e encaminhado ao ministro do STF Alexandre de Moraes, responsável pelo caso.
No documento, a PF avalia que Jair Bolsonaro possui doenças crônicas que estão sob controle clínico e que, desde que os cuidados médicos sejam mantidos, não há indicação para transferência imediata para uma unidade hospitalar. O parecer, no entanto, reconhece a gravidade do quadro e a necessidade de acompanhamento regular.
Bolsonaro está preso desde 15 de janeiro no 19º Batalhão da Polícia Militar, conhecido como “Papudinha”, localizado no complexo penitenciário da Papuda, em Brasília. Antes disso, ele estava detido na Superintendência da Polícia Federal. A prisão do ex-presidente ocorre no âmbito de investigações em curso no Supremo Tribunal Federal, e ele permanece sob custódia desde novembro de 2025.
O cão “Orelha”, torturado e morto na Praia Brava, em Florianópolis (SC). (Foto: Reprodução) Proteção animal Revisão de gastos Está na pauta desta quinta-feira da Comissão de Segurança, Serviços Públicos e Modernização do Estado na Assembleia gaúcha o projeto de lei que estabelece o Plano Estadual de Revisão dos Gastos Públicos no RS. A …
Durante 2ª fase, agentes teriam tido dificuldades para encontrar investigados e teriam se deparado com casas reviradas. (Foto: Divulgação) A Polícia Federal (PF) se deparou com indícios de vazamento do caso Banco Master ao ir às ruas para fazer buscas e apreensões do caso Banco Master há dois meses, em janeiro de 2025. Àquela altura, …
Lula indicou Jorge Messias para assumir a vaga deixada pelo ministro Luís Roberto Barroso. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil Lula indicou Jorge Messias para assumir a vaga deixada pelo ministro Luís Roberto Barroso. (Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil) O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou o impasse com o Legislativo em relação à indicação do …
Em 18 de novembro de 2025, o Banco Central do Brasil determinou a liquidação extrajudicial do Banco Master e nomeou a EFB como liquidante. (Foto: Divulgação) A decisão da Corte permite que a empresa responsável pela liquidação, a “EFB Regimes Especiais de Empresas Ltda.”‘, exerça poderes para buscar e administrar ativos no exterior. O reconhecimento …
Advogado de Bolsonaro diz que laudo da Polícia Federal não descarta prisão domiciliar
Segundo Sachsida, o documento reconhece que Bolsonaro apresenta um quadro clínico considerado grave, com riscos concretos à vida.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Arquivo
Segundo Sachsida, o documento reconhece que Bolsonaro apresenta um quadro clínico considerado grave, com riscos concretos à vida. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil/Arquivo)
Integrante da equipe de defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, o economista e advogado Adolfo Sachsida afirmou que o laudo elaborado pela Polícia Federal (PF) não se posiciona de forma contrária ao pedido de substituição do regime de prisão atual por prisão domiciliar. A manifestação foi feita por meio de publicação na rede social X, após a divulgação do parecer técnico sobre o estado de saúde do ex-presidente.
Segundo Sachsida, o documento reconhece que Bolsonaro apresenta um quadro clínico considerado grave, com riscos concretos à vida, incluindo a possibilidade de óbito. Para o advogado, esse ponto reforça a tese da defesa de que o atual regime de custódia é incompatível com as condições de saúde do ex-presidente.
O defensor também destaca que o laudo aponta não haver necessidade de cuidados hospitalares contínuos, o que, segundo ele, não contraria o pedido apresentado ao Supremo Tribunal Federal (STF). A defesa, afirma Sachsida, não solicitou a internação hospitalar de Bolsonaro, mas sim a possibilidade de acompanhamento médico permanente em regime domiciliar.
De acordo com a argumentação apresentada, o próprio laudo da PF reconhece a necessidade de cuidados médicos contínuos, ainda que fora de ambiente hospitalar. Para a defesa, esse entendimento reforça a incompatibilidade do estado de saúde do ex-presidente com o regime de prisão atualmente imposto.
A linha de argumentação exposta na rede social é a mesma adotada em nota divulgada pela defesa na última sexta-feira (6), quando se tornou público o teor do laudo elaborado pela Polícia Federal e encaminhado ao ministro do STF Alexandre de Moraes, responsável pelo caso.
No documento, a PF avalia que Jair Bolsonaro possui doenças crônicas que estão sob controle clínico e que, desde que os cuidados médicos sejam mantidos, não há indicação para transferência imediata para uma unidade hospitalar. O parecer, no entanto, reconhece a gravidade do quadro e a necessidade de acompanhamento regular.
Bolsonaro está preso desde 15 de janeiro no 19º Batalhão da Polícia Militar, conhecido como “Papudinha”, localizado no complexo penitenciário da Papuda, em Brasília. Antes disso, ele estava detido na Superintendência da Polícia Federal. A prisão do ex-presidente ocorre no âmbito de investigações em curso no Supremo Tribunal Federal, e ele permanece sob custódia desde novembro de 2025.
Related Posts
Após aumento de casos de maus-tratos, deputada prepara projeto de proteção animal no RS
O cão “Orelha”, torturado e morto na Praia Brava, em Florianópolis (SC). (Foto: Reprodução) Proteção animal Revisão de gastos Está na pauta desta quinta-feira da Comissão de Segurança, Serviços Públicos e Modernização do Estado na Assembleia gaúcha o projeto de lei que estabelece o Plano Estadual de Revisão dos Gastos Públicos no RS. A …
Polícia Federal vê indícios de vazamento de buscas e apreensões do caso do Banco Master
Durante 2ª fase, agentes teriam tido dificuldades para encontrar investigados e teriam se deparado com casas reviradas. (Foto: Divulgação) A Polícia Federal (PF) se deparou com indícios de vazamento do caso Banco Master ao ir às ruas para fazer buscas e apreensões do caso Banco Master há dois meses, em janeiro de 2025. Àquela altura, …
Lula fala sobre a indicação de Jorge Messias para ministro do Supremo: “Não sei por que foi transformado em um problema político dessa monta”
Lula indicou Jorge Messias para assumir a vaga deixada pelo ministro Luís Roberto Barroso. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil Lula indicou Jorge Messias para assumir a vaga deixada pelo ministro Luís Roberto Barroso. (Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil) O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comentou o impasse com o Legislativo em relação à indicação do …
Justiça das Bahamas reconhece liquidação do Master e abre caminho para rastrear bens ligados ao grupo de Daniel Vorcaro no exterior
Em 18 de novembro de 2025, o Banco Central do Brasil determinou a liquidação extrajudicial do Banco Master e nomeou a EFB como liquidante. (Foto: Divulgação) A decisão da Corte permite que a empresa responsável pela liquidação, a “EFB Regimes Especiais de Empresas Ltda.”‘, exerça poderes para buscar e administrar ativos no exterior. O reconhecimento …