Sobre as investigações sobre desvios de emendas parlamentares, o presidente da Câmara disse que a “larga maioria” dos deputados administra de forma correta os recursos e demonstrou incômodo com a generalização das críticas. (Foto: Kayo Magalhães/Câmara)
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que não fará pré-julgamento sobre a operação da Polícia Federal deflagrada contra dois deputados do PL suspeitos de desvios de recursos públicos. “Coloco sempre a Câmara à disposição”, disse a jornalistas.
Motta recebeu um telefonema do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, que o avisou sobre a ação que mirou os deputados Carlos Jordy (PL-RJ) e Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), este último líder do seu partido na Câmara.
“É claro que quando temos um colega que é alvo de qualquer ação, não ficamos felizes com isso, mas o Judiciário está cumprindo o seu papel”, afirmou Motta. “Tem que ser apurado mesmo, se há suspeita”, completou.
A suspeita da PF é de desvios de recursos recebidos por meio da cota parlamentar – valor mensal extra pago a deputados e senadores para cobrir despesas ligadas ao exercício do mandato, como passagens, alimentação e hospedagem.
Sóstenes classificou a operação como perseguição política contra integrantes da oposição, conservadores e de direita, e afirmou que a ação seria uma “cortina de fumaça”. Para ele, trata-se de mais um capítulo do que chamou de “perseguição ao ex-presidente Jair Bolsonaro”. Carlos Jordy disse nas redes sociais que é alvo de uma “perseguição implacável” e negou que tenha desviado recursos de cotas parlamentares.
Sobre as investigações sobre desvios de emendas parlamentares, o presidente da Câmara disse que a “larga maioria” dos deputados administra de forma correta os recursos e demonstrou incômodo com a generalização das críticas.
“Respeitamos o papel do Supremo, não temos compromisso com quem não trabalha correto, mas se houver exageros e exacerbação, que a gente possa, como presidente, dialogar”, completou.
Motta rebate críticas de Lira, defende Congresso e diz que Câmara não ‘atrapalha o país
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta sexta-feira (19) que discorda das críticas feitas pelo ex-presidente da Casa Arthur Lira (PP-AL) à sua gestão.
Segundo Motta, que foi apadrinhado por Lira na disputa ao comando da Casa no início deste ano, os dois têm formas diferentes de trabalhar.
Lira demonstrou insatisfação com Hugo Motta durante a análise, pelo plenário da Câmara, da cassação de Glauber Braga (PSOL-RJ). O ex-presidente era um dos principais articuladores da perda do mandato de Glauber.
Em uma mensagem enviada a um grupo de parlamentares do PP, Arthur Lira afirmou que a Câmara estava uma “esculhambação” e que era preciso “reorganizar a Casa”. Lira também disse a aliados que o atual presidente da Câmara estava “perdido” e ouvindo conselhos equivocados.
Ao longo de um encontro com jornalistas, na Residência Oficial da Câmara, nesta sexta, Hugo Motta se limitou apenas a dizer que “não concorda com as críticas” do padrinho.
“Sempre tive uma relação de muita amizade, desde que cheguei a Brasília, com o deputado Arthur Lira. Continuo tendo essa relação de respeito com o deputado Arthur. Não concordo com as críticas”, declarou. Com informações dos portais Valor Econômico e G1.
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A reação do presidente da Câmara dos Deputados à operação da Polícia Federal contra deputados bolsonaristas
Sobre as investigações sobre desvios de emendas parlamentares, o presidente da Câmara disse que a “larga maioria” dos deputados administra de forma correta os recursos e demonstrou incômodo com a generalização das críticas. (Foto: Kayo Magalhães/Câmara)
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que não fará pré-julgamento sobre a operação da Polícia Federal deflagrada contra dois deputados do PL suspeitos de desvios de recursos públicos. “Coloco sempre a Câmara à disposição”, disse a jornalistas.
Motta recebeu um telefonema do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, que o avisou sobre a ação que mirou os deputados Carlos Jordy (PL-RJ) e Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), este último líder do seu partido na Câmara.
“É claro que quando temos um colega que é alvo de qualquer ação, não ficamos felizes com isso, mas o Judiciário está cumprindo o seu papel”, afirmou Motta. “Tem que ser apurado mesmo, se há suspeita”, completou.
A suspeita da PF é de desvios de recursos recebidos por meio da cota parlamentar – valor mensal extra pago a deputados e senadores para cobrir despesas ligadas ao exercício do mandato, como passagens, alimentação e hospedagem.
Sóstenes classificou a operação como perseguição política contra integrantes da oposição, conservadores e de direita, e afirmou que a ação seria uma “cortina de fumaça”. Para ele, trata-se de mais um capítulo do que chamou de “perseguição ao ex-presidente Jair Bolsonaro”. Carlos Jordy disse nas redes sociais que é alvo de uma “perseguição implacável” e negou que tenha desviado recursos de cotas parlamentares.
Sobre as investigações sobre desvios de emendas parlamentares, o presidente da Câmara disse que a “larga maioria” dos deputados administra de forma correta os recursos e demonstrou incômodo com a generalização das críticas.
“Respeitamos o papel do Supremo, não temos compromisso com quem não trabalha correto, mas se houver exageros e exacerbação, que a gente possa, como presidente, dialogar”, completou.
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Segundo Motta, que foi apadrinhado por Lira na disputa ao comando da Casa no início deste ano, os dois têm formas diferentes de trabalhar.
Lira demonstrou insatisfação com Hugo Motta durante a análise, pelo plenário da Câmara, da cassação de Glauber Braga (PSOL-RJ). O ex-presidente era um dos principais articuladores da perda do mandato de Glauber.
Em uma mensagem enviada a um grupo de parlamentares do PP, Arthur Lira afirmou que a Câmara estava uma “esculhambação” e que era preciso “reorganizar a Casa”. Lira também disse a aliados que o atual presidente da Câmara estava “perdido” e ouvindo conselhos equivocados.
Ao longo de um encontro com jornalistas, na Residência Oficial da Câmara, nesta sexta, Hugo Motta se limitou apenas a dizer que “não concorda com as críticas” do padrinho.
“Sempre tive uma relação de muita amizade, desde que cheguei a Brasília, com o deputado Arthur Lira. Continuo tendo essa relação de respeito com o deputado Arthur. Não concordo com as críticas”, declarou. Com informações dos portais Valor Econômico e G1.
https://www.osul.com.br/a-reacao-do-presidente-da-camara-dos-deputados-a-operacao-da-policia-federal-contra-deputados-bolsonaristas/
A reação do presidente da Câmara dos Deputados à operação da Polícia Federal contra deputados bolsonaristas
2025-12-20
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