Deputada Bia Kicis (E) justificou ausência da ex-primeira-dama por causa de cirurgia. (Foto: Reprodução de vídeo)
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) foi uma das ausências mais sentidas na manifestação “Acorda Brasil”, realizada no domingo (1º) na Avenida Paulista, em São Paulo.
A justificativa foi apresentada pela deputada federal Bia Kicis (PL-DF), que explicou ao público que Michelle passou por uma cirurgia na última sexta-feira (27) e permanece em casa para cuidar da filha, Laura, e do ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Nikolas, ela (Michelle) pediu para te falar que ela só não está aqui, porque fez uma cirurgia sexta-feira e está cuidando do nosso amado presidente Bolsonaro, fazendo a comida dele, cuidando da Laurinha, cuidando de tudo”, afirmou Bia Kicis ao se dirigir ao deputado Nikolas Ferreira durante o ato.
A ausência ocorre também em um momento de racha interno no Partido Liberal (PL), marcado por disputas de espaço entre Michelle e outros integrantes da ala bolsonarista, incluindo o enteado, o deputado Eduardo Bolsonaro. As divergências vêm sendo expostas publicamente nas últimas semanas, com trocas de declarações e posicionamentos sobre o futuro político do grupo.
O racha interno no clã Bolsonaro ganhou força após declarações de Eduardo, que no mês passado apontou uma “amnésia” em Michelle e em Nikolas Ferreira. O motivo teria sido o silêncio da ex-primeira-dama sobre a possível candidatura do senador Flávio Bolsonaro ao Palácio do Planalto, movimento interpretado por aliados como sinal de disputa por protagonismo dentro do campo conservador.
Para tentar estancar o racha na direita, foi divulgada também neste domingo uma carta escrita por Jair Bolsonaro na prisão. No documento, o ex-presidente sai em defesa da esposa e critica ataques vindos de aliados do próprio campo político.
“Lamento as críticas da própria direita dirigidas a alguns colegas e à minha esposa”, escreveu Bolsonaro. Ele reforçou que o apoio a candidaturas majoritárias e ao Senado deve vir pelo “diálogo e convencimento”, condenando pressões ou ataques internos que possam fragilizar o grupo.
Na carta, Bolsonaro afirmou ter orientado Michelle a conter o ímpeto político neste momento. Segundo ele, a recomendação é que ela só se envolva diretamente em campanhas após março de 2026, priorizando os cuidados familiares durante o período de recuperação de saúde da esposa e da filha caçula.
Atualmente, Michelle é apontada como nome forte do partido para disputar o Senado pelo Distrito Federal, enquanto Flávio Bolsonaro já se posiciona como pré-candidato à Presidência da República. (Com informações do portal ND+)
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A justificativa de Michelle Bolsonaro para não ter ido a ato na Avenida Paulista no domingo
Deputada Bia Kicis (E) justificou ausência da ex-primeira-dama por causa de cirurgia. (Foto: Reprodução de vídeo)
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) foi uma das ausências mais sentidas na manifestação “Acorda Brasil”, realizada no domingo (1º) na Avenida Paulista, em São Paulo.
A justificativa foi apresentada pela deputada federal Bia Kicis (PL-DF), que explicou ao público que Michelle passou por uma cirurgia na última sexta-feira (27) e permanece em casa para cuidar da filha, Laura, e do ex-presidente Jair Bolsonaro.
“Nikolas, ela (Michelle) pediu para te falar que ela só não está aqui, porque fez uma cirurgia sexta-feira e está cuidando do nosso amado presidente Bolsonaro, fazendo a comida dele, cuidando da Laurinha, cuidando de tudo”, afirmou Bia Kicis ao se dirigir ao deputado Nikolas Ferreira durante o ato.
A ausência ocorre também em um momento de racha interno no Partido Liberal (PL), marcado por disputas de espaço entre Michelle e outros integrantes da ala bolsonarista, incluindo o enteado, o deputado Eduardo Bolsonaro. As divergências vêm sendo expostas publicamente nas últimas semanas, com trocas de declarações e posicionamentos sobre o futuro político do grupo.
O racha interno no clã Bolsonaro ganhou força após declarações de Eduardo, que no mês passado apontou uma “amnésia” em Michelle e em Nikolas Ferreira. O motivo teria sido o silêncio da ex-primeira-dama sobre a possível candidatura do senador Flávio Bolsonaro ao Palácio do Planalto, movimento interpretado por aliados como sinal de disputa por protagonismo dentro do campo conservador.
Para tentar estancar o racha na direita, foi divulgada também neste domingo uma carta escrita por Jair Bolsonaro na prisão. No documento, o ex-presidente sai em defesa da esposa e critica ataques vindos de aliados do próprio campo político.
“Lamento as críticas da própria direita dirigidas a alguns colegas e à minha esposa”, escreveu Bolsonaro. Ele reforçou que o apoio a candidaturas majoritárias e ao Senado deve vir pelo “diálogo e convencimento”, condenando pressões ou ataques internos que possam fragilizar o grupo.
Na carta, Bolsonaro afirmou ter orientado Michelle a conter o ímpeto político neste momento. Segundo ele, a recomendação é que ela só se envolva diretamente em campanhas após março de 2026, priorizando os cuidados familiares durante o período de recuperação de saúde da esposa e da filha caçula.
Atualmente, Michelle é apontada como nome forte do partido para disputar o Senado pelo Distrito Federal, enquanto Flávio Bolsonaro já se posiciona como pré-candidato à Presidência da República. (Com informações do portal ND+)
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