“São alegações falsas, com a única e aparente intenção de arrastar o meu nome para lama”, declarou Davi Alcolumbre. (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), fez um pronunciamento, no plenário da Casa legislativa nessa terça-feira (16), no qual negou ter recebido US$ 30 milhões do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Master.
A transferência teria sido feita como contrapartida a uma atuação de Alcolumbre em favor de interesses do Master.
Preso em Brasília, o ex-banqueiro tenta um acordo de colaboração, mas já teve duas propostas rejeitadas pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
“Eu repudio, com toda a firmeza, e com toda a indignação o conteúdo desta matéria. Jamais recebi aqueles valores ou outros quaisquer, no Brasil ou no exterior, por qualquer motivo que seja”, disse o senador do Amapá.
“São alegações falsas, com a única e aparente intenção de arrastar o meu nome para lama. É espantoso e revoltante que uma acusação dessa gravidade seja publicada sem qualquer prova, sem qualquer evidência, contra um chefe de Poder”, completou Alcolumbre.
O presidente do Senado disse ainda que, caso a afirmação tenha mesmo partido de Vorcaro, provará que a narrativa é falsa. Por outro lado, disse que se não as declarações não constarem dos documentos “estaremos diante de uma invenção”.
“A quem interessa caluniar o presidente do Congresso Nacional? Quem se beneficia de tentar usar a imprensa para intimidar o chefe do Poder Legislativo?”, completou o senador.
Defesa
Após a fala de Davi Alcolumbre, senadores de todos os espectros políticos, do PT ao PL, saíram em defesa do presidente do Senado.
O ato começou com o parceiro político de longa data, senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG), que criticou as denúncias, passou pelo líder do governo no Congresso Nacional, Randolfe Rodrigues (PL-AP), e incluiu senadores da oposição, como Espiridião Amin (PL-SC).
“A indignação que vossa excelência expressa aqui é uma indignação que eu acho que deve ser assinalada por todo o Congresso Nacional […] Qualquer acusação, seja de quem for ela tem que ter um lastro probatório mínimo, sobretudo quando essa acusação vai contra uma figura pública e sobretudo ao presidente do Congresso Nacional”, disse Randolfe Rodrigues.
Já o ex-presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, seguiu a mesma a linha do que foi dito por Alcolumbre e chamou de “mafioso” e “gangsterismo” as afirmações apresentadas, caso elas sejam falsas.
Por outro lado, o senador Esperidião Amin (PP-SC), afirmou que as acusações foram ataques contra o Congresso Nacional, sob a gerência do Poder Judiciário.
“Não saiu de uma CPI. Saiu do que? Quem é que negocia uma delação? É a Polícia Federal e o Ministério Público Federal, sob os auspícios do Judiciário. São aqueles compartimentos de onde vem as maiores críticas ao desempenho do Congresso Brasileiro numa CPI. Foi de lá que brotou esta também, que não foi a primeira afirmação contra um parlamentar. Ou seja, não sai dessa delação nada a respeito de juiz. Não sai nada a respeito de empresário, o alvo é o Congresso”, finalizou. (Com informações do portal de notícias g1)
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Presidente do Senado diz que jamais recebeu 30 milhões de dólares de Daniel Vorcaro
“São alegações falsas, com a única e aparente intenção de arrastar o meu nome para lama”, declarou Davi Alcolumbre. (Foto: Carlos Moura/Agência Senado)
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), fez um pronunciamento, no plenário da Casa legislativa nessa terça-feira (16), no qual negou ter recebido US$ 30 milhões do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Master.
A transferência teria sido feita como contrapartida a uma atuação de Alcolumbre em favor de interesses do Master.
Preso em Brasília, o ex-banqueiro tenta um acordo de colaboração, mas já teve duas propostas rejeitadas pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
“Eu repudio, com toda a firmeza, e com toda a indignação o conteúdo desta matéria. Jamais recebi aqueles valores ou outros quaisquer, no Brasil ou no exterior, por qualquer motivo que seja”, disse o senador do Amapá.
“São alegações falsas, com a única e aparente intenção de arrastar o meu nome para lama. É espantoso e revoltante que uma acusação dessa gravidade seja publicada sem qualquer prova, sem qualquer evidência, contra um chefe de Poder”, completou Alcolumbre.
O presidente do Senado disse ainda que, caso a afirmação tenha mesmo partido de Vorcaro, provará que a narrativa é falsa. Por outro lado, disse que se não as declarações não constarem dos documentos “estaremos diante de uma invenção”.
“A quem interessa caluniar o presidente do Congresso Nacional? Quem se beneficia de tentar usar a imprensa para intimidar o chefe do Poder Legislativo?”, completou o senador.
Defesa
Após a fala de Davi Alcolumbre, senadores de todos os espectros políticos, do PT ao PL, saíram em defesa do presidente do Senado.
O ato começou com o parceiro político de longa data, senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG), que criticou as denúncias, passou pelo líder do governo no Congresso Nacional, Randolfe Rodrigues (PL-AP), e incluiu senadores da oposição, como Espiridião Amin (PL-SC).
“A indignação que vossa excelência expressa aqui é uma indignação que eu acho que deve ser assinalada por todo o Congresso Nacional […] Qualquer acusação, seja de quem for ela tem que ter um lastro probatório mínimo, sobretudo quando essa acusação vai contra uma figura pública e sobretudo ao presidente do Congresso Nacional”, disse Randolfe Rodrigues.
Já o ex-presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, seguiu a mesma a linha do que foi dito por Alcolumbre e chamou de “mafioso” e “gangsterismo” as afirmações apresentadas, caso elas sejam falsas.
Por outro lado, o senador Esperidião Amin (PP-SC), afirmou que as acusações foram ataques contra o Congresso Nacional, sob a gerência do Poder Judiciário.
“Não saiu de uma CPI. Saiu do que? Quem é que negocia uma delação? É a Polícia Federal e o Ministério Público Federal, sob os auspícios do Judiciário. São aqueles compartimentos de onde vem as maiores críticas ao desempenho do Congresso Brasileiro numa CPI. Foi de lá que brotou esta também, que não foi a primeira afirmação contra um parlamentar. Ou seja, não sai dessa delação nada a respeito de juiz. Não sai nada a respeito de empresário, o alvo é o Congresso”, finalizou. (Com informações do portal de notícias g1)
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