A viagem ocorre em um momento delicado da política internacional
Foto: Ricardo Stuckert/PR
A viagem ocorre em um momento delicado da política internacional. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarcou na tarde desta quarta-feira (6) para os Estados Unidos, onde terá uma reunião bilateral com o presidente Donald Trump. A viagem ocorre em um momento delicado da política internacional e é vista como uma tentativa de reabrir canais de diálogo, com uma agenda que reúne interesses diplomáticos, econômicos e estratégicos. Cinco ministros e o diretor-geral da Polícia Federal integram a comitiva brasileira:
* Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores; * Dario Durigan, ministério da Fazenda; * Márcio Rosa, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; * Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia; * Wellington César Lima e Silva, ministro da Justiça e Segurança Pública; * Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal.
O grupo que viaja aos EUA foi montado com foco em temas sensíveis da agenda bilateral, como comércio, terras raras, combate ao crime organizado, conflitos internacionais, a investigação americana sobre o PIX e o cenário eleitoral brasileiro. Também fazem parte da delegação integrantes das equipes econômica e diplomática, além de auxiliares diretos do Palácio do Planalto, que devem acompanhar as discussões e prestar suporte técnico durante as reuniões.
O encontro entre Lula e Trump ocorre sem o status de visita de Estado, sendo classificado como uma reunião de trabalho. A viagem a Washington vinha sendo articulada desde março, mas acabou adiada em meio à escalada da guerra no Oriente Médio e com o envolvimento dos Estados Unidos no conflito. Esse é o terceiro contato pessoal entre Trump e o presidente brasileiro, desde que Lula assumiu o mandato.
O primeiro encontro foi em 2025 na Malásia durante uma Cúpula da ASEAN. O segundo, durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que ocorre anualmente em Nova York, nos Estados Unidos. Lula e Trump conversaram por telefone na última sexta (1º). A conversa durou cerca de 40 minutos, de acordo com fontes do governo brasileiro.
De acordo com relatos, Trump adotou um tom amistoso ao longo da conversa. Ele teria dito que admira a trajetória política de Lula e comentou que pesquisou sobre a vida do presidente brasileiro. Lula, por sua vez, afirmou que queria tratar dos interesses do Brasil e dos Estados Unidos, incluindo temas relacionados a conflitos internacionais e ao papel da Organização das Nações Unidas (ONU). Trump respondeu dizendo que tem interesse em ouvir as opiniões de Lula sobre esses assuntos.
Ao se despedir, ainda segundo fontes que acompanharam o relato da conversa, Trump encerrou o telefonema de forma informal, mandando um “I love you”, que significa “eu te amo” em inglês, ao presidente brasileiro.
O ministro afirmou que a reunião com Wright será uma primeira conversa com o governo americano.(Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil) O governo federal deve publicar em até dois meses uma consulta pública relativa ao Plano Nacional de Mineração 2050, além de criar um conselho especial para tratar especificamente sobre minerais críticos e estratégicos. As afirmações foram …
A proposta dispõe sobre os crimes de organizações criminosas em grandes setores da economia e cria medidas de prevenção. (Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados) Deputados de direita defenderam que a Câmara vote em breve o projeto de lei (PL) 1283/2025, que propõe classificar as facções criminosas como organizações terroristas. O texto é uma das propostas …
O parlamentar não foi julgado pelos crimes de dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado o que reduziu a pena, principalmente, em relação à multa. (Foto: Câmara dos Deputados) Condenado a 16 anos de prisão pela participação na trama golpista, o deputado federal e ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem (PL-RJ), afirmou …
Na foto, da esquerda para a direita: João Cervo, Roseni Siqueira Kohlmann, Jefferson Assumção, Maximiliano Ledur, Gérson Souza, Ana Lúcia Castro. Foto: Divulgação Na foto, da esquerda para a direita: João Cervo, Roseni Siqueira Kohlmann, Jefferson Assumção, Maximiliano Ledur, Gérson Souza, Ana Lúcia Castro. (Foto: Divulgação) Em uma série de agendas institucionais, a Câmara Rio-Grandense …
Lula deixa Brasília para encontro com Trump nos Estados Unidos
A viagem ocorre em um momento delicado da política internacional
Foto: Ricardo Stuckert/PR
A viagem ocorre em um momento delicado da política internacional. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarcou na tarde desta quarta-feira (6) para os Estados Unidos, onde terá uma reunião bilateral com o presidente Donald Trump. A viagem ocorre em um momento delicado da política internacional e é vista como uma tentativa de reabrir canais de diálogo, com uma agenda que reúne interesses diplomáticos, econômicos e estratégicos. Cinco ministros e o diretor-geral da Polícia Federal integram a comitiva brasileira:
* Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores;
* Dario Durigan, ministério da Fazenda;
* Márcio Rosa, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior;
* Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia;
* Wellington César Lima e Silva, ministro da Justiça e Segurança Pública;
* Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal.
O grupo que viaja aos EUA foi montado com foco em temas sensíveis da agenda bilateral, como comércio, terras raras, combate ao crime organizado, conflitos internacionais, a investigação americana sobre o PIX e o cenário eleitoral brasileiro. Também fazem parte da delegação integrantes das equipes econômica e diplomática, além de auxiliares diretos do Palácio do Planalto, que devem acompanhar as discussões e prestar suporte técnico durante as reuniões.
O encontro entre Lula e Trump ocorre sem o status de visita de Estado, sendo classificado como uma reunião de trabalho. A viagem a Washington vinha sendo articulada desde março, mas acabou adiada em meio à escalada da guerra no Oriente Médio e com o envolvimento dos Estados Unidos no conflito. Esse é o terceiro contato pessoal entre Trump e o presidente brasileiro, desde que Lula assumiu o mandato.
O primeiro encontro foi em 2025 na Malásia durante uma Cúpula da ASEAN. O segundo, durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que ocorre anualmente em Nova York, nos Estados Unidos. Lula e Trump conversaram por telefone na última sexta (1º). A conversa durou cerca de 40 minutos, de acordo com fontes do governo brasileiro.
De acordo com relatos, Trump adotou um tom amistoso ao longo da conversa. Ele teria dito que admira a trajetória política de Lula e comentou que pesquisou sobre a vida do presidente brasileiro. Lula, por sua vez, afirmou que queria tratar dos interesses do Brasil e dos Estados Unidos, incluindo temas relacionados a conflitos internacionais e ao papel da Organização das Nações Unidas (ONU). Trump respondeu dizendo que tem interesse em ouvir as opiniões de Lula sobre esses assuntos.
Ao se despedir, ainda segundo fontes que acompanharam o relato da conversa, Trump encerrou o telefonema de forma informal, mandando um “I love you”, que significa “eu te amo” em inglês, ao presidente brasileiro.
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