Lula indicou que deverá aumentar o tom dos ataques a adversários durante a campanha eleitoral deste ano e que irá deixar “mentirosos nus” diante das câmeras
“Não vou dizer nada agora porque ainda não tem campanha eleitoral. Quando tiver, essas verdades vão ser mais contundentes”, declarou o presidente.(Foto: Ricardo Stuckert/PR)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a criticar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em discurso realizado na última quinta-feira (23), e indicou que deverá elevar o tom das críticas a adversários durante a campanha eleitoral. As declarações ocorreram durante agenda pública em Brasília, na abertura da Feira Brasil na Mesa, promovida em uma das sedes da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária).
Durante o evento, Lula não citou nominalmente o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apontado como possível principal concorrente na disputa eleitoral, mas fez referências indiretas a adversários ao comentar a condução do país e a preparação de outros nomes para a corrida presidencial.
“Enquanto Trump quer fazer guerra, nós queremos ensinar o povo africano a fazer paz produzindo alimento”, declarou o petista ao discursar para participantes do evento. A fala foi feita em meio à defesa de ações voltadas à produção agrícola e à cooperação internacional.
Na mesma manifestação, Lula também questionou a capacidade administrativa de possíveis concorrentes. “Está cheio de gente que quer administrar esse país e não tem a menor noção do que é administrar”, afirmou o presidente, em referência a adversários na disputa eleitoral.
Em seguida, o petista voltou a abordar o tema eleitoral e sugeriu que poderá endurecer o discurso quando o período oficial de campanha estiver em andamento. “Tem gente que, se você pegar o currículo, não tem uma coisa que preste. Mas não vou dizer nada agora porque ainda não tem campanha eleitoral. Quando tiver, essas verdades vão ser mais contundentes, e a gente vai poder deixar os mentirosos nus na frente das câmeras.”
As declarações ocorreram diante de representantes do setor agropecuário, pesquisadores e convidados presentes na feira promovida pela Embrapa. O evento reuniu iniciativas ligadas à produção de alimentos e à inovação tecnológica no campo.
Antes do discurso oficial, Lula visitou diferentes setores da feira e voltou a mencionar Trump em conversa durante o percurso pelo local. Em tom descontraído, comentou futuras viagens internacionais e citou o presidente norte-americano ao falar sobre presentes simbólicos.
“Agora, quando eu viajar, eu vou tentar levar um pé de jabuticaba para o Xi Jinping. Vou tentar levar um para o Trump, para acalmar ele. Jabuticaba é calmante. Levar maracujá”, declarou.
Na fala, Lula também mencionou o presidente da China, Xi Jinping, ao tratar de agendas externas e relações diplomáticas. A referência ocorreu no contexto de comentários informais feitos antes da cerimônia principal. (Com informações da Folha de S.Paulo)
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Em seguida, o petista voltou a abordar o tema eleitoral e sugeriu que poderá endurecer o discurso quando o período oficial de campanha estiver em andamento. “Tem gente que, se você pegar o currículo, não tem uma coisa que preste. Mas não vou dizer nada agora porque ainda não tem campanha eleitoral. Quando tiver, essas verdades vão ser mais contundentes, e a gente vai poder deixar os mentirosos nus na frente das câmeras.”
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“Agora, quando eu viajar, eu vou tentar levar um pé de jabuticaba para o Xi Jinping. Vou tentar levar um para o Trump, para acalmar ele. Jabuticaba é calmante. Levar maracujá”, declarou.
Na fala, Lula também mencionou o presidente da China, Xi Jinping, ao tratar de agendas externas e relações diplomáticas. A referência ocorreu no contexto de comentários informais feitos antes da cerimônia principal. (Com informações da Folha de S.Paulo)
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