Pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado afirmou, sem citar o senador Flávio Bolsonaro, ter “receio de candidatura que já começa muito alta”
“Preservar a campanha sem antes ir para o debate é um falso positivo”, afirma Caiado, sem citar Flávio. (Foto: Reprodução/YouTube)
Pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD) afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “usa as pessoas mais pobres e mais humildes” para o que chamou de “política rasteira”, ao comentar medidas como o programa Desenrola Brasil, lançado pelo governo em 2023 para o combate ao endividamento. “É como dar Novalgina a uma fratura exposta”, disse.
Em entrevista ao Estadão/Broadcast, ele afirmou ainda, sem citar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), também pré-candidato e que vem crescendo nas pesquisas, ter “receio de candidatura que já começa muito alta”. “Preservar a campanha sem antes ir para o debate, sem antes as pessoas conhecê-lo bem, é um falso positivo”, declarou.
1) Simone Tebet era a terceira via em 2022 e terminou a eleição com 4%. O sr. teme estar no mesmo lugar e acabar com votação baixa?
A pesquisa diz que existe um porcentual maior de pessoas indecisas. Nesta eleição, o importante não é apenas eleger o presidente. O desafio é se o eleito vai saber governar. Se não souber, vai ser igual ao que o PL fez, entregou de novo para o Lula.
2) Jair Bolsonaro não soube governar?
Ora, se perdeu a eleição… Veja bem, se você está no mandato, perde a eleição e não faz sucessor, é lógico que você não pode se credenciar como bom gestor. Se fosse uma boa gestão, o PT não seria mais uma opção no Brasil.
3) Flávio Bolsonaro não vai saber governar também?
Eu não fulanizo o debate. Eu debato dentro de teses e ideias que devam ser determinantes numa campanha eleitoral. O cidadão não está preocupado em fulanizar. A população quer um presidente que tenha coragem de devolver o Brasil aos brasileiros, tomar território do narcotráfico, botar fim na corrupção desvairada, oportunidade para jovens, programa de emancipação social e obras de infraestrutura.
4) O sr. disse que o presidente do PSD, Gilberto Kassab, seria o nome perfeito para ser seu vice. Uma chapa pura demonstra que está difícil fazer alianças?
É muito difícil construir alianças antes do processo de convenção. A situação não é facilitada para os partidos de oposição que vão disputar eleição enfrentando a máquina do PT.
5) Há nomes ou partidos sendo cogitados?
Neste momento, a última coisa que você faz é priorizar vice. O que você faz hoje é conversar com todo mundo. Se você já fecha a única janela que você pode buscar uma aliança no futuro, você já está diminuindo a sua capacidade de conversar. O importante é avançarmos no plano de governo, em debates no Brasil. Tenho muito receio de candidatura que já começa muito alta, porque preservar a campanha sem antes ir para o debate, sem antes as pessoas conhecê-lo bem, é um falso positivo. A campanha se alicerça no decorrer do processo eleitoral.
6) O sr. é a favor ou contra o fim da escala 6×1?
Você acha que algum deputado ou algum senador vai votar contra uma proposta que diz que você vai trabalhar 5×2 e vai receber a mesma coisa? A minha tese é de evoluir para a hora trabalhada: você trabalha quantas horas desejar e no dia em que desejar. Isso dá muito mais liberdade e resultado para a convivência familiar. (Com informações de O Estado de S. Paulo)
Bolsoanro também afirmou em seu depoimento que recebe visitas da família e também de um fisioterapeuta uma vez por semana. (Foto: Carlos Moura/Agência Senado) O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), tirou o sigilo do laudo médico produzido pela Polícia Federal (PF) sobre a saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo os …
A relatora inseriu a vedação na Lei de Direitos Autorais, já que, para ela, “a restrição trata de um limite à exploração econômica de obra intelectual, e não apenas de um efeito da sentença penal”, destacou a Agência Câmara. (Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados) A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados …
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2) Jair Bolsonaro não soube governar?
Ora, se perdeu a eleição… Veja bem, se você está no mandato, perde a eleição e não faz sucessor, é lógico que você não pode se credenciar como bom gestor. Se fosse uma boa gestão, o PT não seria mais uma opção no Brasil.
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4) O sr. disse que o presidente do PSD, Gilberto Kassab, seria o nome perfeito para ser seu vice. Uma chapa pura demonstra que está difícil fazer alianças?
É muito difícil construir alianças antes do processo de convenção. A situação não é facilitada para os partidos de oposição que vão disputar eleição enfrentando a máquina do PT.
5) Há nomes ou partidos sendo cogitados?
Neste momento, a última coisa que você faz é priorizar vice. O que você faz hoje é conversar com todo mundo. Se você já fecha a única janela que você pode buscar uma aliança no futuro, você já está diminuindo a sua capacidade de conversar. O importante é avançarmos no plano de governo, em debates no Brasil. Tenho muito receio de candidatura que já começa muito alta, porque preservar a campanha sem antes ir para o debate, sem antes as pessoas conhecê-lo bem, é um falso positivo. A campanha se alicerça no decorrer do processo eleitoral.
6) O sr. é a favor ou contra o fim da escala 6×1?
Você acha que algum deputado ou algum senador vai votar contra uma proposta que diz que você vai trabalhar 5×2 e vai receber a mesma coisa? A minha tese é de evoluir para a hora trabalhada: você trabalha quantas horas desejar e no dia em que desejar. Isso dá muito mais liberdade e resultado para a convivência familiar. (Com informações de O Estado de S. Paulo)
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