A opinião dos brasileiros sobre a prisão domiciliar do ex-presidente também varia conforme o voto no segundo turno da eleição de 2022. (Foto: Antonio Augusto/STF)
Quase metade dos brasileiros entende que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deve permanecer em casa após o término do prazo de sua prisão domiciliar, mesmo que ele não esteja em situação crítica de saúde, segundo pesquisa Ipsos-Ipec.
A Ipsos-Ipec perguntou a brasileiros o que eles acham que deve acontecer ao término dos 90 dias de prisão domiciliar, caso a saúde do ex-presidente melhore. Quase metade (49%) entende que ele deveria seguir em prisão domiciliar, enquanto 42% consideram que ele deveria voltar a cumprir pena no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, a Papudinha. Os que não souberam ou não responderam somam 9%.
O estudo foi realizado presencialmente, entre os dias 8 e 12 de abril, com 2000 pessoas com 16 anos ou mais. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos.
As respostas variam de acordo com o voto no segundo turno de 2022. Entre os eleitores do ex-presidente, 82% defendem a manutenção da prisão domiciliar após os 90 dias e apenas 12% dizem que ele deve voltar para a Papudinha. Já entre os que votaram no atual presidente da República, um quarto (25%) diz que Bolsonaro deve continuar em casa e 69% preferem que ele volte à Papudinha.
A defesa da manutenção da prisão domiciliar após o período determinado pelo Supremo é maior entre brasileiros com renda familiar acima de 5 salários mínimos (60%), moradores da região Sul (58%), evangélicos (58%) e entrevistados com 60 anos ou mais (54%). Já o retorno à Papudinha é mais defendido pelos moradores do Nordeste (50%) e entre os jovens (48%) na comparação com os idosos (35%).
A concessão de 90 dias de prisão domiciliar ao ex-presidente foi fundamentada na “literatura médica”, segundo Moraes. “Devido às condições mais frágeis do sistema imunológico de idosos, o processo de recuperação total de pneumonia nos dois pulmões, com retorno da força, fôlego e disposição, pode durar entre 45 (quarenta e cinco) e 90 (noventa) dias, com ambiente controlado”, diz o ministro.
A opinião dos brasileiros sobre a prisão domiciliar do ex-presidente também varia conforme o voto no segundo turno da eleição de 2022. Entre os que votaram em Bolsonaro, 69% concordam com a prisão domiciliar (54% totalmente e 15% em parte). Já entre os eleitores de Lula (PT), 42% discordam da decisão (33% totalmente e 9% em parte).
A concordância com a prisão domiciliar é maior entre os moradores de cidades do interior (58%) do que entre aqueles que vivem nas capitais brasileiras (49%). O mesmo padrão se repete por porte dos municípios: 60% nas cidades com até 50 mil habitantes, ante 50% naquelas com mais de 500 mil. (Com informações do portal Estadão)
Mourão (D) foi vice-presidente durante o governo de Bolsonaro Mourão (D) foi vice-presidente durante o governo de Bolsonaro. (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil) O senador gaúcho Hamilton Mourão (Republicanos-RS) criticou a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ocorrida neste sábado (22) em Brasília. Segundo ele, “o arbítrio e a perseguição” contra Bolsonaro e seus aliados …
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Quase metade dos brasileiros entende que Jair Bolsonaro deve permanecer em casa após o término do prazo de sua prisão domiciliar
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Quase metade dos brasileiros entende que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deve permanecer em casa após o término do prazo de sua prisão domiciliar, mesmo que ele não esteja em situação crítica de saúde, segundo pesquisa Ipsos-Ipec.
A Ipsos-Ipec perguntou a brasileiros o que eles acham que deve acontecer ao término dos 90 dias de prisão domiciliar, caso a saúde do ex-presidente melhore. Quase metade (49%) entende que ele deveria seguir em prisão domiciliar, enquanto 42% consideram que ele deveria voltar a cumprir pena no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, a Papudinha. Os que não souberam ou não responderam somam 9%.
O estudo foi realizado presencialmente, entre os dias 8 e 12 de abril, com 2000 pessoas com 16 anos ou mais. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos.
As respostas variam de acordo com o voto no segundo turno de 2022. Entre os eleitores do ex-presidente, 82% defendem a manutenção da prisão domiciliar após os 90 dias e apenas 12% dizem que ele deve voltar para a Papudinha. Já entre os que votaram no atual presidente da República, um quarto (25%) diz que Bolsonaro deve continuar em casa e 69% preferem que ele volte à Papudinha.
A defesa da manutenção da prisão domiciliar após o período determinado pelo Supremo é maior entre brasileiros com renda familiar acima de 5 salários mínimos (60%), moradores da região Sul (58%), evangélicos (58%) e entrevistados com 60 anos ou mais (54%). Já o retorno à Papudinha é mais defendido pelos moradores do Nordeste (50%) e entre os jovens (48%) na comparação com os idosos (35%).
A concessão de 90 dias de prisão domiciliar ao ex-presidente foi fundamentada na “literatura médica”, segundo Moraes. “Devido às condições mais frágeis do sistema imunológico de idosos, o processo de recuperação total de pneumonia nos dois pulmões, com retorno da força, fôlego e disposição, pode durar entre 45 (quarenta e cinco) e 90 (noventa) dias, com ambiente controlado”, diz o ministro.
A opinião dos brasileiros sobre a prisão domiciliar do ex-presidente também varia conforme o voto no segundo turno da eleição de 2022. Entre os que votaram em Bolsonaro, 69% concordam com a prisão domiciliar (54% totalmente e 15% em parte). Já entre os eleitores de Lula (PT), 42% discordam da decisão (33% totalmente e 9% em parte).
A concordância com a prisão domiciliar é maior entre os moradores de cidades do interior (58%) do que entre aqueles que vivem nas capitais brasileiras (49%). O mesmo padrão se repete por porte dos municípios: 60% nas cidades com até 50 mil habitantes, ante 50% naquelas com mais de 500 mil. (Com informações do portal Estadão)
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