No início de abril, governos americano e brasileiro um acordo de cooperação para intensificar o combate ao crime organizado transnacional. (Foto: Ricardo Stuckert/PR)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira, 17, durante viagem à Espanha, que criminosos foram beneficiados com o afrouxamento de regras sobre posse de armas no Brasil. Sem citar o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Lula disse que essas pessoas que flexibilizaram as normas agora querem “terceirizar” o combate ao crime organizado para a tutela de outros países.
“No Brasil, o afrouxamento das regras sobre posse de armas levou a desvios que beneficiaram os criminosos. Os mesmos que promoveram essa medida irresponsável querem terceirizar o enfrentamento do crime organizado para outros países”, afirmou o presidente.
No início de abril, governos americano e brasileiro um acordo de cooperação para intensificar o combate ao crime organizado transnacional. A classificação das facções como terroristas não teria sido abordada nas tratativas que resultaram no acordo.
Em 2021, o governo Bolsonaro alterou quatro decretos de 2019 que regulam a aquisição de armamento e munição por agentes de segurança e grupos de Colecionadores, Atiradores e Caçadores (CACs). As alterações flexibilizaram os limites para compra e estoque de armas e cartuchos. Em 2023, Lula assinou um decreto revertendo flexibilizações da gestão anterior.
Lula diz que número de progressistas liderando nações está ‘cada vez menor’
Na viagem à Espanha, Lula vai participar do Fórum Democracia Sempre, que reúne chefes de Estado de esquerda para discutir formas de conter o avanço do extremismo no mundo. Segundo Lula, a iniciativa é importante, pois o número de progressistas liderando nações está “cada vez menor”.
Lula destacou que, na primeira reunião do grupo, em 2023, os participantes buscaram evitar o termo progressistas, pois havia o interesse de se convidar o então presidente dos Estados Unidos Joe Biden e o presidente da França, Emmanuel Macron.
Em declaração à imprensa em Barcelona, Lula questionou o avanço do extremismo, que, segundo ele, não tem programas de futuro e foca apenas na destruição de instituições democráticas.
“O extremismo negacionista, e que não tem nada concreto de novo, não tem um programa que possa mostrar algum despertar para o futuro e apenas no sentido destrutivo das instituições que existem. Por que as pessoas votam nisso?”, disse Lula. Com informações do portal Estadão.
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Lula destacou que, na primeira reunião do grupo, em 2023, os participantes buscaram evitar o termo progressistas, pois havia o interesse de se convidar o então presidente dos Estados Unidos Joe Biden e o presidente da França, Emmanuel Macron.
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