Mendonça também determinou o afastamento de cargos público de investigados
Foto: Carlos Moura/SCO/STF
Mendonça também determinou o afastamento de cargos público de investigados. (Foto: Carlos Moura/SCO/STF)
O banqueiro, dono do Banco Master, foi preso em São Paulo em uma investigação que apura um esquema bilionário de fraudes financeiras. Havia um mandado de prisão preventiva contra Vorcaro, que foi levado para a Superintendência da PF na capital paulista. Segundo interlocutores, a PF pediu a prisão a partir de elementos que foram encontrados no celular de Vorcaro.
Mendonça também determinou o afastamento de cargos público de investigados, como servidores do Banco Central, e ainda o bloqueio de R$ 22 bilhões.
Nesta fase, a PF investiga crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, praticados por organização criminosa. Segundo a PF, o esquema financeiro envolve a venda de títulos de crédito falsos pelo Banco Master. O nome da operação é uma referência à falta de controles internos nas instituições envolvidas para evitar crimes de gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e manipulação de mercado.
O ministro Dias Toffoli deixou a relatoria das investigações do caso Banco Master após uma reunião interna dos ministros do Supremo Tribunal Federal, realizada em 12 de fevereiro de 2026.
O presidente do STF, Edson Fachin, convocou o encontro para informar aos colegas sobre um relatório da Polícia Federal, enviado dias antes, que trazia menções ao nome de Toffoli a partir de dados extraídos do celular do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Após a reunião, os ministros divulgaram uma nota conjunta afirmando que não havia motivo jurídico para declarar suspeição, ressaltando a “plena validade dos atos praticados por Toffoli”.
Ainda assim, o próprio ministro — “considerados os altos interesses institucionais”, segundo a nota — pediu que o caso fosse redistribuído.
Com a saída de Toffoli, o processo foi redistribuído pelo sistema interno do STF e passou ao ministro André Mendonça, que assumiu a relatoria das investigações.
Mendonça foi sorteado para o caso e passou a conduzir todas as decisões relacionadas ao inquérito que apura suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master.
Desde que assumiu a relatoria, Mendonça fez reuniões com representantes da PF e derrubou decisões de Toffoli, garantido, por exemplo, fluxo normal da perícia.
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Prisão de Daniel Vorcaro é a primeira ação autorizada pelo ministro do Supremo André Mendonça após assumir relatoria do Banco Master; entenda
Mendonça também determinou o afastamento de cargos público de investigados
Foto: Carlos Moura/SCO/STF
Mendonça também determinou o afastamento de cargos público de investigados. (Foto: Carlos Moura/SCO/STF)
O banqueiro, dono do Banco Master, foi preso em São Paulo em uma investigação que apura um esquema bilionário de fraudes financeiras. Havia um mandado de prisão preventiva contra Vorcaro, que foi levado para a Superintendência da PF na capital paulista. Segundo interlocutores, a PF pediu a prisão a partir de elementos que foram encontrados no celular de Vorcaro.
Mendonça também determinou o afastamento de cargos público de investigados, como servidores do Banco Central, e ainda o bloqueio de R$ 22 bilhões.
Nesta fase, a PF investiga crimes de ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos, praticados por organização criminosa. Segundo a PF, o esquema financeiro envolve a venda de títulos de crédito falsos pelo Banco Master. O nome da operação é uma referência à falta de controles internos nas instituições envolvidas para evitar crimes de gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e manipulação de mercado.
O ministro Dias Toffoli deixou a relatoria das investigações do caso Banco Master após uma reunião interna dos ministros do Supremo Tribunal Federal, realizada em 12 de fevereiro de 2026.
O presidente do STF, Edson Fachin, convocou o encontro para informar aos colegas sobre um relatório da Polícia Federal, enviado dias antes, que trazia menções ao nome de Toffoli a partir de dados extraídos do celular do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Após a reunião, os ministros divulgaram uma nota conjunta afirmando que não havia motivo jurídico para declarar suspeição, ressaltando a “plena validade dos atos praticados por Toffoli”.
Ainda assim, o próprio ministro — “considerados os altos interesses institucionais”, segundo a nota — pediu que o caso fosse redistribuído.
Com a saída de Toffoli, o processo foi redistribuído pelo sistema interno do STF e passou ao ministro André Mendonça, que assumiu a relatoria das investigações.
Mendonça foi sorteado para o caso e passou a conduzir todas as decisões relacionadas ao inquérito que apura suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master.
Desde que assumiu a relatoria, Mendonça fez reuniões com representantes da PF e derrubou decisões de Toffoli, garantido, por exemplo, fluxo normal da perícia.
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