Isso ocorre, segundo Alckmin, porque a tarifa é igual para todos países.
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Isso ocorre, segundo Alckmin, porque a tarifa é igual para todos países. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou neste domingo (22) que o aumento das tarifas globais de importação dos Estados Unidos de 10% para 15% não gera perda de competividade para empresas brasileiras. Isso ocorre, segundo Alckmin, porque a tarifa é igual para todos países. Ele deu as declarações em Aparecida do Norte (SP), onde participa da Missa de Lançamento Celebrativo da Campanha da Fraternidade de 2026.
“Mesmo com a alíquota de 15%, como é igual para todo mundo, não perdemos competividade. Em alguns setores, ela zerou. Zerou para combustível, carne, café, celulose, suco de laranjas, aeronaves. Foi positivo. Acho que tem uma avenida de negociação com a ida do presidente Lula agora e março aos EUA para a gente conseguir abordar, ainda, questões não tarifárias”, disse Alckmin.
O aumento da tarifa dos EUA para 15% foi anunciado neste sábado pelo presidente norte-americano, Donald Trump, após a Suprema Corte do país ter derrubado o tarifaço imposto no ano passado. Ele disse que a elevação é legal e permitida pelos instrumentos jurídicos existentes.
De acordo com cálculo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), feito com base em dados de 2024 da Comissão de Comércio Internacional dos Estados Unidos (USITC), a decisão da Suprema Corte dos EUA impacta o correspondente a US$ 21,6 bilhões em vendas externas brasileiras ao país.
Em Aparecida do Norte, Alckmin também destacou que está otimista pela aprovação do acordo de livre comércio do Mercosul com a União Europeia no mês de março pelo Congresso Nacional.
Ele citou a preocupação de alguns setores, como de vinho, por exemplo, com a concorrência. Mas ponderou que o acordo fechado prevê salvaguardas ao Brasil. “Se tiver um pico [de importações], suspende [as compras do exterior]”, explicou.
O presidente interino já havia se posicionado sobre o assunto na 6ª feira (20.fev). Na ocasião, disse que “a negociação continua, o diálogo continua”. Declarou também que a medida “abriu a avenida” para o comércio exterior.
Uma análise do órgão independente de monitoramento comercial GTA (Global Trade Alert) constatou que o Brasil terá a maior redução nas taxas tarifárias médias —caindo 13,6 pontos percentuais— seguido pela China, com uma redução de 7,1 pontos percentuais.
Aliados de longa data dos EUA, incluindo Reino Unido, União Europeia e Japão, sofrerão o maior impacto da nova taxa que o presidente americano introduziu após a Suprema Corte considerar grande parte de sua política comercial anterior ilegal na sexta-feira (20). Trump havia originalmente usado a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) para impor tarifas aos parceiros comerciais dos EUA, mas uma decisão majoritária da corte derrubou essas medidas.
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Brasil não será prejudicado com taxa de 15%, diz Alckmin
Isso ocorre, segundo Alckmin, porque a tarifa é igual para todos países.
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Isso ocorre, segundo Alckmin, porque a tarifa é igual para todos países. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou neste domingo (22) que o aumento das tarifas globais de importação dos Estados Unidos de 10% para 15% não gera perda de competividade para empresas brasileiras. Isso ocorre, segundo Alckmin, porque a tarifa é igual para todos países. Ele deu as declarações em Aparecida do Norte (SP), onde participa da Missa de Lançamento Celebrativo da Campanha da Fraternidade de 2026.
“Mesmo com a alíquota de 15%, como é igual para todo mundo, não perdemos competividade. Em alguns setores, ela zerou. Zerou para combustível, carne, café, celulose, suco de laranjas, aeronaves. Foi positivo. Acho que tem uma avenida de negociação com a ida do presidente Lula agora e março aos EUA para a gente conseguir abordar, ainda, questões não tarifárias”, disse Alckmin.
O aumento da tarifa dos EUA para 15% foi anunciado neste sábado pelo presidente norte-americano, Donald Trump, após a Suprema Corte do país ter derrubado o tarifaço imposto no ano passado. Ele disse que a elevação é legal e permitida pelos instrumentos jurídicos existentes.
De acordo com cálculo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), feito com base em dados de 2024 da Comissão de Comércio Internacional dos Estados Unidos (USITC), a decisão da Suprema Corte dos EUA impacta o correspondente a US$ 21,6 bilhões em vendas externas brasileiras ao país.
Em Aparecida do Norte, Alckmin também destacou que está otimista pela aprovação do acordo de livre comércio do Mercosul com a União Europeia no mês de março pelo Congresso Nacional.
Ele citou a preocupação de alguns setores, como de vinho, por exemplo, com a concorrência. Mas ponderou que o acordo fechado prevê salvaguardas ao Brasil. “Se tiver um pico [de importações], suspende [as compras do exterior]”, explicou.
O presidente interino já havia se posicionado sobre o assunto na 6ª feira (20.fev). Na ocasião, disse que “a negociação continua, o diálogo continua”. Declarou também que a medida “abriu a avenida” para o comércio exterior.
Uma análise do órgão independente de monitoramento comercial GTA (Global Trade Alert) constatou que o Brasil terá a maior redução nas taxas tarifárias médias —caindo 13,6 pontos percentuais— seguido pela China, com uma redução de 7,1 pontos percentuais.
Aliados de longa data dos EUA, incluindo Reino Unido, União Europeia e Japão, sofrerão o maior impacto da nova taxa que o presidente americano introduziu após a Suprema Corte considerar grande parte de sua política comercial anterior ilegal na sexta-feira (20). Trump havia originalmente usado a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA) para impor tarifas aos parceiros comerciais dos EUA, mas uma decisão majoritária da corte derrubou essas medidas.
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