Almeida Neto vai acumular temporariamente as funções de ministro junto ao seu atual cargo de secretário-executivo da pasta.
Foto: Divulgação
Almeida Neto vai acumular temporariamente as funções de ministro junto ao seu atual cargo de secretário-executivo da pasta. (Foto: Divulgação)
Após a saída de Ricardo Lewandowski, o Ministério da Justiça e Segurança Pública está sob o comando de Manoel Carlos de Almeida Neto até que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) escolha o novo chefe da pasta. Almeida Neto vai acumular temporariamente as funções de ministro junto ao seu atual cargo de secretário-executivo da pasta após a nomeação em Diário Oficial da União na noite de sexta-feira (9).
O jurista chegou ao Ministério da Justiça no início de 2024 com Lewandowski. O nome de Almeida Neto chegou a ser considerado para assumir a cadeira do próprio Lewandowski no Supremo Tribunal Federal (STF).
Almeida Neto contou com o apoio de alguns ministros da Corte. Entretanto, o escolhido por Lula para a vaga de Lewandowski foi Flávio Dino, que era ministro da Justiça na época. Nascido na Bahia, Almeida Neto tem mais de 20 anos na carreira jurídica e atuou como secretário-geral do STF e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O jurista assessorou Lewandowski no julgamento do mensalão e foi seu braço direito durante o período de comando das duas Cortes. Almeida Neto também foi procurador-geral municipal e exerceu, por 8 anos, o cargo de diretor jurídico da Companhia Siderúrgica Nacional antes de integrar a equipe do Ministério da Justiça.
Na área acadêmica, possui pós-doutorado e doutorado em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), além de mestrado em Direito Público pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Foi professor convidado da USP entre 2012 e 2020.
O presidente Lula tem ao menos dois nomes em vista para ocupar a vaga de Lewandowski no Ministério da Justiça. Segundo aliados, a ideia é escolher alguém com perfil firme que possa defender as pautas da segurança em tramitação no Congresso. Mas, também, com característica diplomática, que não gere embates políticos desnecessários num ano eleitoral.
Na lista de cotados está Wellington César Lima e Silva. O jurista tem bom trânsito com o presidente e com a ala baiana do governo, como o ministro da Casa Civil, Rui Costa. Wellington ocupou a função em 2016, durante o governo de Dilma Rousseff (PT). Na gestão Lula 3, ele foi secretário de assuntos jurídicos da Casa Civil, um cargo chave do Palácio do Planalto e que costuma despachar diretamente com o presidente da República.
O atual ministro da Educação, Camilo Santana, também é cotado para a vaga. Ele é lembrado por ser um dos principais quadros do PT, nome da confiança de Lula, e estar no meio do mandato de senador, ou seja, não vai disputar cargo nas eleições de outubro. (Com informações do portal de notícias CNN Brasil)
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Saiba quem é o ministro interino da Justiça nomeado após saída de Ricardo Lewandowski
Almeida Neto vai acumular temporariamente as funções de ministro junto ao seu atual cargo de secretário-executivo da pasta.
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Almeida Neto vai acumular temporariamente as funções de ministro junto ao seu atual cargo de secretário-executivo da pasta. (Foto: Divulgação)
Após a saída de Ricardo Lewandowski, o Ministério da Justiça e Segurança Pública está sob o comando de Manoel Carlos de Almeida Neto até que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) escolha o novo chefe da pasta. Almeida Neto vai acumular temporariamente as funções de ministro junto ao seu atual cargo de secretário-executivo da pasta após a nomeação em Diário Oficial da União na noite de sexta-feira (9).
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Almeida Neto contou com o apoio de alguns ministros da Corte. Entretanto, o escolhido por Lula para a vaga de Lewandowski foi Flávio Dino, que era ministro da Justiça na época. Nascido na Bahia, Almeida Neto tem mais de 20 anos na carreira jurídica e atuou como secretário-geral do STF e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O jurista assessorou Lewandowski no julgamento do mensalão e foi seu braço direito durante o período de comando das duas Cortes. Almeida Neto também foi procurador-geral municipal e exerceu, por 8 anos, o cargo de diretor jurídico da Companhia Siderúrgica Nacional antes de integrar a equipe do Ministério da Justiça.
Na área acadêmica, possui pós-doutorado e doutorado em Direito pela Universidade de São Paulo (USP), além de mestrado em Direito Público pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Foi professor convidado da USP entre 2012 e 2020.
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O atual ministro da Educação, Camilo Santana, também é cotado para a vaga. Ele é lembrado por ser um dos principais quadros do PT, nome da confiança de Lula, e estar no meio do mandato de senador, ou seja, não vai disputar cargo nas eleições de outubro. (Com informações do portal de notícias CNN Brasil)
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2026-01-10
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